quarta-feira, 23 de março de 2016

A verdadeira História da Páscoa

Muito antes de ser considerada a festa da ressurreição de Cristo, a Páscoa anunciava o fim do inverno e a chegada da primavera. A Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A palavra “páscoa” – do hebreu “peschad”, em grego “paskha” e latim “pache” – significa “passagem”, uma transição anunciada pelo equinócio de primavera (ou vernal), que no hemisfério norte ocorre a 20 ou 21 de março e, no sul, em 22 ou 23 de setembro.

A páscoa judaica (em hebraico פסח, ou seja, passagem) é o nome do sacríficio executado em 14 de Nissan segundo o calendário judaico e que precede a Festa dos Pães Ázimos (Chag haMatzot). Geralmente o nome Pessach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egito, conforme narrado no livro de Êxodo.

A festa cristã da Páscoa tem origem na festa judaica, mas tem um significado diferente. Enquanto para o Judaísmo, Pessach representa a libertação do povo de Israel no Egito, no Cristianismo a Páscoa representa a morte e ressurreição de Jesus (que supostamente aconteceu na Pessach) e de que a Páscoa Judaica é considerada prefiguração, pois em ambos os casos se celebra uma “libertação do povo de Deus”, a sua passagem da escravidão (do Egito/do pecado) para a liberdade.

De fato, para entender o significado da Páscoa cristã, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar dos antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa.
Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone. Na mitologia romana, é Ceres.
Estes antigos povos pagãos comemoravam a chegada da primavera decorando ovos. O próprio costume de decorá-los para dar de presente na Páscoa surgiu na Inglaterra, no século X, durante o reinado de Eduardo I (900-924), o qual tinha o hábito de banhar ovos em ouro e ofertá-los para os seus amigos e aliados.

Por que o ovo de Páscoa?

O ovo é um destes símbolos que praticamente explica-se por si mesmo. Ele contém o germe, o fruto da vida, que representa o nascimento, o renascimento, a renovação e a criação cíclica. De um modo simples, podemos dizer que é o símbolo da vida.

Os celtas, gregos, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo havia nascido de um ovo. Na maioria das tradições, este “ovo cósmico” aparece depois de um período de caos.

Na Índia, por exemplo, acredita-se que uma gansa de nome Hamsa (um espírito considerado o “Sopro divino”), chocou o ovo cósmico na superfície de águas primordiais e, daí, dividido em duas partes, o ovo deu origem ao Céu e a Terra – simbolicamente é possível ver o Céu como a parte leve do ovo, a clara, e a Terra como outra mais densa, a gema.

O mito do ovo cósmico aparece também nas tradições chinesas. Antes do surgimento do mundo, quando tudo ainda era caos, um ovo semelhante ao de galinha se abriu e, de seus elementos pesados, surgiu a Terra (Yin) e, de sua parte leve e pura, nasceu o céu (Yang).

Para os celtas, o ovo cósmico é assimilado a um ovo de serpente. Para eles, o ovo contém a representação do Universo: a gema representa o globo terrestre, a clara o firmamento e a atmosfera, a casca equivale à esfera celeste e aos astros.

Na tradição cristã, o ovo aparece como uma renovação periódica da natureza. Trata-se do mito da criação cíclica. Em muitos países europeus, ainda hoje há a crença de que comer ovos no Domingo de Páscoa traz saúde e sorte durante todo o resto do ano. E mais: um ovo posto na sexta-feira santa afasta as doenças.

Por que o Coelho de Páscoa?

Coelhos não colocam ovos, isto é fato! A tradição do Coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.

Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?

No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.

Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas! Assim, os coelhos são vistos como símbolos de renovação e início de uma nova vida. Em união com o mito dos Ovos de Páscoa, o Coelho da Páscoa representa a renovação de uma vida que trará boas novas e novos e melhores dias, segundo as tradições.


Outros símbolos da Páscoa

O cordeiro é um dos principais símbolos de Jesus Cristo, já que é considerado como tendo sido um sacrifício em favor do seu rebanho. Segundo o Novo Testamento, Jesus Cristo é “sacrificado” durante a Páscoa (judaica, obviamente). Isso pode ser visto como uma profecia de João Batista, no Evangelho segundo João no capítulo 1, versículo 29: “Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo”.

Paulo de Tarso (na primeira epístola a Coríntio no capítulo 5, versículo 7) diz: “Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado.

Jesus, desse modo, é tido pelos cristãos como o Cordeiro de Deus (em latim: Agnus Dei) que supostamente fora imolado para salvação e libertação de todos do pecado. Para isso, Deus teria designado sua morte exatamente no dia da Páscoa judaica para criar o paralelo entre a aliança antiga, no sangue do cordeiro imolado, e a nova aliança, no sangue do próprio Jesus imolado. Assim, a partir daquela data, o Pecado Original tecnicamente deixara de existir.


A Cruz também é tida como um símbolo pascal. Ela mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no sofrimento de Jesus. No Concílio de Nicea em 325 d.C, Constantino decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Então, ela não somente é um símbolo da Páscoa, mas o símbolo primordial da fé católica.


O pão e o vinho simbolizam a vida eterna, o corpo e o sangue de Jesus, oferecido aos seus discípulos, conforme é dito no capítulo 26 do Evangelho segundo Mateus, nos versículos 26 a 28: “Durante a refeição, Jesus tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai e comei, isto é meu corpo. Tomou depois o cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos, porque isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado por muitos homens em remissão dos pecados.


Por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todos os anos?

O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Concílio de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária – conhecida como a “lua eclesiástica”).

A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.

Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa “móvel”. De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.

Tabela com as datas da Páscoa até 2020

  • 2000: 23 de Abril (Igrejas Ocidentais); 30 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2001: 15 de Abril
  • 2002: 31 de Março (Igrejas Ocidentais); 5 de Maio (Igrejas Orientais)
  • 2003: 20 de Abril (Igrejas Ocidentais); 27 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2004: 11 de Abril
  • 2005: 27 de Março (Igrejas Ocidentais); 1 de Maio (Igrejas Orientais)
  • 2006: 16 de Abril (Igrejas Ocidentais); 23 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2007: 8 de Abril
  • 2008: 23 de Março (Igrejas Ocidentais); 27 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2009: 12 de Abril (Igrejas Ocidentais); 19 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2010: 4 de Abril
  • 2011: 24 de Abril
  • 2012: 8 de Abril (Igrejas Ocidentais); 15 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2013: 31 de Março (Igrejas Ocidentais); 5 de Maio (Igrejas Orientais)
  • 2014: 20 de Abril
  • 2015: 5 de Abril (Igrejas Ocidentais); 12 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2016: 27 de Março (Igrejas Ocidentais); 1 de Maio (Igrejas Orientais)
  • 2017: 16 de Abril
  • 2018: 1 de Abril (Igrejas Ocidentais); 8 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2019: 21 de Abril (Igrejas Ocidentais); 28 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2020: 12 de Abril (Igrejas Ocidentais); 19 de Abril (Igrejas Orientais)

No final das contas, a páscoa é mais um rito de povos antigos, assimilado pela Igreja Cristã de modo a impor sua influência. Substituindo venerações à natureza (como no caso da Lua ou do Equinócio, tipicamente pagãs) por uma outra figura da mitologia, tomando os significados do judaísmo, os símbolos celtas e fenícios, remodelando mediante os Evangelhos e dando uma decoração final, criou-se um “ritual colcha de retalhos”.

fonte: http://ceticismo.net

domingo, 20 de março de 2016

Pequenas trocas, grandes mudanças...



Quem começa uma dieta sempre imagina que terá que retirar tudo que gosta da alimentação ou que vai ter que passar fome, mas, na verdade, aprendendo a fazer algumas trocas inteligentes, que quase não são sentidas, já é possível fazer grandes mudanças no peso. E o melhor de tudo: usando as calorias de forma inteligente é possível emagrecer sem precisar passar fome ou fazer grandes sacrifícios.
Laticínios:
Fundamental na alimentação por ser a mais importante fonte de cálcio, os laticínios podem ser um problema para quem quer emagrecer, devido ao seu alto teor de gordura. Devemos, então, dar preferência para o leite desnatado e os queijos mais magros, principalmente o queijo cottage e a ricota, que apresentam um menor de teor de gorduras. Não gosta de ricota? É simples, crie sua pasta e dê ao queijo a sua cara. Basta acrescentar o iogurte natural desnatado e os temperos de sua preferência.

Pães:
A primeira coisa a fazer quando se esta de dieta é trocar o pãozinho pelo biscoito cream cracker, certo? Errado. Ao contrario do que muitos imaginam, essa não é uma boa substituição. Para comprovar isso, vamos fazer uma comparação. Em 50g de biscoito, o que equivale a 5 unidades, são 216 calorias e 6,8g de gordura, contra 124 calorias e apenas 0,9 g de gordura do pão de forma. Além disso, o pão dá uma maior sensação de saciedade, o que evita a fome por mais tempo, principalmente se for o integral, rico em fibras.

Sopas:
A substituição do jantar por sopas também é comum entre pessoas que fazem dietas, mas dependendo dos ingredientes, até mesmo a sopa pode ser bem calórica. Para evitar cair nessa pegadinha, evite sopas cremosas, que levam leite ou creme de leite na composição, substituindo por sopas simples, ricas em verduras e legumes.

Carnes:
O tipo de carne utilizado também pode fazer uma grande diferença. Retirar a carne bovina não é necessário, mas devemos escolher os cortes mais magros, como alcatra, contra filé, fraldinha, evitando picanha, filé mignon, costela, rabada, cupim. Atenção ao frango, pois cortes como coxa e sobrecoxa também possuem alto teor de gordura. Lembre-se de sempre retirar a pele do frango e a gordura aparente da carne.

Preparo:
Mesmo escolhendo alimentos mais saudáveis, a forma de preparo desses alimentos pode fazer diferença. Alimentos fritos possuem maior concentração de calorias devido a adição de óleo, portanto, prefira os ensopados, grelhados, assados e cozidos e utilize o mínimo de gordura nessas preparações.

sexta-feira, 18 de março de 2016

"Vidas Secas" - Graciliano Ramos

Quem disse que os famosos "clássicos da literatura" são um porre? EU! As histórias podem até serem boas, mas a linguagem utilizada "cansa", desanima... ATÉ que ganhei de presente o livro "Vidas Secas", de Graciliano Ramos e me "apaixonei"! rs.
O livro é de 1938, claro que contém a linguagem da época... mas é diferente, não tão maçante quanto "Memórias Póstumas de Brás Cubas" (tá, não sou tapada, o "Memórias" teve sua primeira publicação em 1881, até entendo, não falo aqui como "crítica literária" - que não sou - nem nada disso, apenas meu ponto de vista como leitora, achei a leitura do Vidas Secas muito mais fácil... os personagens são tão sofridos, e a cadelinha ah como chorei rsrsrs a história prende, e o que eu achei mais bacana, é que foi escrita a tanto tempo e continua atual!) 
Na verdade, eu já tinha lido no colegial (na minha época éramos OBRIGADOS a ler um livro (dos clássicos) por mês e no final do mês tinha prova do livro... Não sei se hj em dia ainda é assim... Enfim... eu lia né (era obrigado rs), odiava, achava chatos... 
E agora, vinte e tantos anos depois novamente sou "obrigada" a ler esses "clássicos"... Já disse que li muitos deles, mas não escrevi reler pois não lembro das histórias rsrsrs quer dizer,  do Vidas Secas eu lembrava do nome da cachorra, Baleia, mas só. Os outros uma vaaaaga lembrança rsrs...
Mas até que estou gostando de lê-los depois de tanto tempo... Agora não encaro mais como uma obrigação (apesar de ser kkk) Juro que vou com o "coração aberto"... Claro que com alguns minha opinião volta para a da (eu)adolescente... Chaaaatooos...kkkk e acabo enrolando (e ME enrolando) pois ainda tenho muitos para ler:
  • Til- José de Alencar
  • Papéis Avulsos- Machado de Assis
  •  A cidade e as serra - Eça de Queiros
  • Capitães de areia- Jorge Amado
  • Sentimentos do Mundo - Carlos Drummond de Andrade
  • Memórias de um sargento de milícias - Manuel A. Almeida

Mas quando tem um bom dá pra ler rapidinho e ir aqui comentar...
E tomara que no meio dessa minha lista tenha vários que seja tão bons como esse!!!! (oremos kkkk)

Minha ideia era ler e a cada livro fazer uma resenha... Mas não tenho tempo, então vou fazer um "resuminho" dos que eu mais gostei.

(Eu li o "1984, de George Orwell", eu gostei, depois faço o "resuminho" dele... Eu disse que é livro pra "meninos" kkk (sim pq eu estava acostumada a ler livros de "meninas", como os da Saga do Tigre, da Colleen Houck (ai eu amoooo li todos kkk) e agora tenho um montão de livros de "meninos" para ler kkk.) Estou lendo esse aqui:
Os de "meninos" que tenho que ler são:
  •  Manifesto do partido comunista - Karl Marx
  • Metamorfose - Franz Kafka
  • O processo - Franz Kafka
  • Na colônia penal - Franz Kafka
  • O mercador de Veneza - Shakespeare
  • Laranja mecânica - Anthony Burgess
  • O estrangeiro - Albert Camus
  • Os sofrimentos do jovem Werther - Goethe
  • Galileu Galilei - Bertold Brecht
  • Crimes- Ferdinand Von Schirach
  • Culpa -
    Ferdinand Von Schirach
Dentre outros...(desejem- me sorte kkk).

Bem, voltemos ao Vidas Secas:
"Vidas Secas", romance publicado em 1938, retrata a vida miserável de uma família de retirantes sertanejos obrigada a se deslocar de tempos em tempos para áreas menos castigadas pela seca. A obra pertence à segunda fase modernista, conhecida como regionalista, e é qualificada como uma das mais bem-sucedidas criações da época.

O estilo seco de Graciliano Ramos, que se expressa principalmente por meio do uso econômico dos adjetivos, parece transmitir a aridez do ambiente e seus efeitos sobre as pessoas que ali estão.


A história é focada na vida de uma família de retirantes nordestinos, formada por Fabiano; sua esposa chamada de Sinhá Vitória; duas crianças, às quais o autor refere-se apenas como Menino mais novo e Menino mais velho e Baleia, uma cachorrinha.
Após andar muito sob o sol escaldante no início do livro, a família encontra uma casa que aparentemente estaria abandonada, e resolve se instalar nela, até que passasse o período de seca que a região estava vivendo. No entanto, nem tudo sai como o planejado: ao chover, aparece um senhor, que era o dono daquela propriedade e expulsa Fabiano sem a menor piedade ou compaixão.
No entanto, Fabiano resolve a situação ao se oferecer para trabalhar como vaqueiro naquela fazenda, e assim, continuar morando na casa com a sua família. O patrão aceita, providencia o necessário para que o rapaz possa começar a trabalhar e, assim, Fabiano pode ficar no local com a sua esposa, os filhos e Baleia.
Em uma das passagens da história, Fabiano vai para outra cidade comprar alguns produtos de primeira necessidade, alimentos. Eles até eram vendidos pelo patrão dele em um armazém, mas os preços eram muito elevados. Já na outra cidade, o retirante nordestino acaba conhecendo um militar, chamado de Soldado Amarelo, que o convida para uma partida de baralho. Fabiano aceita, os dois acabam perdendo o jogo e para descontar a raiva, o policial prende
Fabiano. É um trecho que retrata claramente o abuso de poder.

A sensação que o leitor tem é que mesmo os bons momentos que a família vivencia nunca são plenamente felizes, sempre carregados de alguma tensão ou apreensão. Isso fica claro quando começa a chover, o que poderia aliviar a seca, portanto, um motivo de alegria. No entanto, acaba gerando uma grande preocupação em Sinhá Vitória, que teme que a água entre dentro de casa.
Quando vão para um evento na cidade, eles se sentem deslocados e Fabiano precisa se controlar para não ter um ataque de fúria. Aliás, isso se repete em vários outros momentos. Ele chega a perder o seu emprego pela maneira como se dirige ao patrão para questionar erros em seu pagamento. Felizmente, pede desculpas e consegue permanecer no cargo.
A história termina do jeito que começou, fechando uma espécie de ciclo: durante a madrugada, a família empreende uma nova fuga, para não ser vítima da seca, mas com todo o cuidado para que o patrão não veja. Ou seja, Fabiano, Sinhá Vitória e os Meninos começam e terminam exatamente da mesma maneira: tendo que fugir da seca.

 

Transgênicos - Perigo para a agricultura e biodiversidade

você sabe o que são produtos transgênicos?

(obs: não vamos ao supermercado à passeio (pelo menos eu não, é sempre na correria...quem tem tempo pra ficar lendo rótulos???? bem, esse post é um alerta, só de "bater o olho" agora que sabemos sobre transgênicos conseguimos identificar o T e optarmos por nossa saúde ou se vamos ficar no "tanto faz", e abaixo você vai entender que optar pela nossa saúde é bem melhor! - Dei uma rápida olhada na minha dispensa e achei não um, mas vários produtos com o T :( é pq eu já até sabia "levemente" sobre os transgênicos mas nem reparava... o que me chamou atenção foi uma embalagem de biscoito... o T é tão pequeno que quase passa desapercebido!óbvio que a intenção é essa!)

Ao realizarmos compras no supermercados, nos deparamos com diversos produtos com esse "T". Muitas vezes compramos por "impulso", não olhamos o rótulos de produtos já conhecidos por nós, mas vamos prestar atenção nas embalagens, gente! Já fiz um post sobre a importância de ler os rótulos dos produtos falei AQUI sobre os pães integrais (é, os fabricantes brasileiros sempre acabam dando seu jeitinho para "maquiar" as informações dos rótulos principalmente dos ingredientes... maaaaas mesmo assim é mega importante saber o que você está consumindo!)


 

E agora um pouco sobre os produtos transgênicos:

fonte: http://www.greenpeace.org/

Ruim para o produtor e para o consumidor


A introdução de transgênicos na natureza expõe nossa biodiversidade a sérios riscos, como a perda ou alteração do patrimônio genético de nossas plantas e sementes e o aumento dramático no uso de agrotóxicos. Além disso, ela torna a agricultura e os agricultores reféns de poucas empresas que detêm a tecnologia, e põe em risco a saúde de agricultores e consumidores. O Greenpeace defende um modelo de agricultura baseado na biodiversidade agrícola e que não se utilize de produtos tóxicos, por entender que só assim teremos agricultura para sempre.
Os transgênicos, ou organismos geneticamente modificados, são produtos de cruzamentos que jamais aconteceriam na natureza, como, por exemplo, arroz com bactéria. Resultado de imagem para transgenicos produtosPor meio de um ramo de pesquisa relativamente novo (a engenharia genética), fabricantes de agroquímicos criam sementes resistentes a seus próprios agrotóxicos, ou mesmo sementes que produzem plantas inseticidas. As empresas ganham com isso, mas nós pagamos um preço alto: riscos à nossa saúde e ao ambiente onde vivemos.
O modelo agrícola baseado na utilização de sementes transgênicas é a trilha de um caminho insustentável. O aumento dramático no uso de agroquímicos decorrentes do plantio de transgênicos é exemplo de prática que coloca em cheque o futuro dos nossos solos e de nossa biodiversidade agrícola.
Diante da crise climática em que vivemos, a preservação da biodiversidade funciona como um seguro, uma garantia de que teremos opções viáveis de produção de alimentos no futuro e estaremos prontos para os efeitos das mudanças climáticas sobre a agricultura,
Nesse cenário, os transgênicos representam um duplo risco. Primeiro por serem resistentes a agrotóxicos, ou possuírem propriedades inseticidas, o uso contínuo de sementes transgênicas leva à resistência de ervas daninhas e insetos, o que por sua vez leva o agricultor a aumentar a dose de agrotóxicos ano a ano. Não por acaso o Brasil se tornou o maior consumidor mundial de agrotóxicos em 2008 – depois de cerca de dez anos de plantio de transgênicos – sendo mais da metade deles destinados à soja, primeira lavoura transgênica a ser inserida no País.
Plantação de arroz vermelho, variedade que pode desaparecer com a plantação de arroz transgênico. © Greenpeace / Lunaé Parracho
Além disso, o uso de transgênicos representa um alto risco de perda de biodiversidade, tanto pelo aumento no uso de agroquímicos (que tem efeitos sobre a vida no solo e ao redor das lavouras), quanto pela contaminação de sementes naturais por transgênicas. Neste caso, um bom exemplo de alimento importante, que hoje se encontra em ameaça, é o nosso bom e tradicional arroz.
A diversidade do arroz brasileiro congrega desde o arroz branco plantado no Rio Grande do Sul, que é adaptado a temperaturas amenas, àquele plantado no interior do nordeste, vermelho, resistente a climas quentes e secos. Ambos são necessários, sem seus respectivos climas e solos, para garantir que o cidadão brasileiro tenha sempre arroz em seu prato, em qualquer região do país.



Rotulagem como direito básico

“É melhor prevenir do que remediar”. Esta expressão cai como uma luva quando falamos de liberação e consumo de transgênicos.
Consumimos hoje diversos alimentos com ingredientes à base de transgênicos, produzidos para matar insetos e resistir a agrotóxicos. Você deve achar que exaustivos testes foram feitos, e todas as pesquisas que apontam possíveis riscos foram levadas em consideração, para que transgênicos fossem liberados. No entanto, isso não acontece.
Não existe consenso na comunidade científica sobre a segurança dos transgênicos para a saúde humana e o meio ambiente. Testes de médio e longo prazo, em cobaias e em seres humanos, não são feitos, e geralmente são repudiados pelas empresas de transgênicos.
Neste contexto, o Greenpeace considera que a liberação de transgênicos é uma afronta ao princípio da precaução, e uma aposta de quem não tem compromisso com o futuro da agricultura, do meio ambiente, e do planeta.
Desde que os transgênicos chegaram clandestinamente ao Brasil, em 1997, o Greenpeace trabalhou para que o consumidor pudesse identificá-los e decidir se compraria ou não.

Ativistas do Greenpeace protestam em um supermercado contra a falta de rotulagem adequada nos produtos fabricados pelas empresas Bunge e Cargill. ©Greenpeace/Ivo Gonzalez

Resultado de imagem para transgenicos produtosEm 2003, foi publicado o decreto de rotulagem (4680/2003), que obrigou empresas da área da alimentação, produtores, e quem mais trabalha com venda de alimentos, a identificarem, com um “T” preto, sobre um triangulo amarelo, o alimento com mais de 1% de matéria-prima transgênica.
A resistência das empresas foi muito grande, e muitas permanecem até hoje sem identificar a presença de transgênicos em seus produtos. O cenário começou a mudar somente após denúncia do Greenpeace, em 2005, de que as empresas Bunge e Cargill usavam transgênicos sem rotular, como determina a lei. O Ministério Público Federal investigou e a justiça determinou que as empresas rotulassem seus produtos, o que começou a ser feito em 2008.
Resultado de imagem para transgenicos produtosA partir de 2007, parlamentares da bancada ruralista, impulsionados pela indústria da alimentação e empresas de transgênicos, propuseram projetos de lei que visam acabar com a rotulagem. O Greenpeace está de olho nestas iniciativas que visam bulir com nosso acesso à informação.
A rotulagem de produtos transgênicos é um direito básico dos consumidores. Todos nós temos o pleno direito de saber o que consumimos.

Fome no mundo: a solução é agricultura para sempre
Para os agricultores que cultivam plantações convencionais ou orgânicas, a contaminação e a inserção em massa de sementes transgênicas no mercado têm implicado em prejuízo. Eles têm perdido o direito de vender suas safras como convencionais ou orgânicas, que são mais valorizadas no mercado, e ainda por cima são obrigados a pagarem royalties por algo que eles não queriam.
Os defensores dos transgênicos dizem que eles podem ser uma solução ao problema da fome no mundo, pois podem levar ao aumento da produção de alimentos. Mas realidade é bem diferente.
A totalidade dos transgênicos plantados no Brasil, e a quase totalidade dos transgênicos plantados no mundo são plantas resistentes a agrotóxicos ou com propriedades inseticidas. A produtividade dos transgênicos não é superior à dos convencionais e orgânicos, e a semente é mais cara por conta dos royalties a serem pagos, o que aumenta o custo de produção.
Considerando isso, e somando-se seus impactos sobre a biodiversidade agrícola e aumento no uso de agrotóxicos, só uma conclusão é possível: os transgênicos são um problema, e não a solução, para a fome no mundo.

Soluções

- Proibição de aprovações de novas culturas transgênicas, em especial aquelas que são a base da alimentação de nossa população.
- Rotulagem dos produtos transgênicos, para atender plenamente a um direito do consumidor de saber o que está comprando.
- Fiscalização e cuidado na cadeia para que não haja contaminação.


Referências e Fontes:http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2012/01/16/basf-deixara-de-produzir-transghttp://www....
(slide by Maigon Pontuschka) 



























Há alimentos geneticamente modificados que estão no seu prato, todos os dias, mas passam despercebidos. A revista Visão elaborou um artigo sobre o tema e, em baixo, poderá ler as principais conclusões – que, de resto, nos devem colocar em alerta.


Aspartame
[Imagem: Aspartame.jpg]
É um adoçante muito utilizado na substituição do açúcar e, na verdade, um composto químico artificial, feito em laboratório através da manipulação de vários compostos. Pode ser encontrado em milhares de produtos que consumimos diariamente: refrigerantes, iogurtes, chocolates, doces.


Óleos refinados
[Imagem: GetAttachment.jpg]
Estão em quase todos os alimentos que contêm gorduras vegetais. Os de soja, colza, milho, palma, girassol ou amendoim são normalmente misturados com óleos alimentares e azeites (exceto virgem extra) ou comida processada.


Amido de milho, xarope de milho
Extraídos do milho (grande parte deste grão produzido do mundo é geneticamente modificado), estão presentes em produtos como massas, bolachas, cereais, biscoitos, barras energéticas, comida pré- congelada, bebidas ou águas aromatizadas.


Margarina
[Imagem: margarina.jpg]
Utiliza gorduras vegetais (de soja, colza, milho, palma, girassol, amendoim) purificadas e hidrogenadas extraídas de plantas transgênicas.


Leite de vaca

Resultado de imagem para leite de vaca
A somatropina bovina (BST) é uma forma geneticamente modificada de hormônio de crescimento bovino que provoca um aumento da produção de leite. O seu uso é proibido na União Europeia, mas autorizado nos Estados Unidos e Brasil.


Salsicha
[Imagem: 35.jpg]
É uma mistura de produtos e subprodutos de origem animal, mas muitas marcas usam soja e xaropes de milho geneticamente modificados.


Soja e derivados
[Imagem: dica20120322050315.jpg]
A soja é a principal solução de alimentação para vegetarianos e vegans, mas 70% da sua produção mundial é geneticamente modificada.
Fontes:
- Notícias Naturais: 7 Alimentos Transgênicos que Consumimos sem Saber
- Green Savers: 7 Alimentos Transgênicos que Consumimos sem Saber







sábado, 12 de março de 2016

Como uma madrinha de casamento deve se vestir

Escolhendo o vestido
O primeiro passo é saber como será a cerimônia. A escolha da roupa irá depender do tipo de evento, se será apenas civil e não religioso, formal ou informal e até mesmo o horário do evento irá interferir na escolha do vestido.

A noiva pode definir sobre a tonalidade dos vestidos e demais detalhes. A organizadora do casamento orienta a noiva para fazer uma reunião com as madrinhas. Se a noiva solicitar algum modelo, siga-o, nunca chegue à festa com o oposto do que ela pediu. Se a noiva não fizer reunião para sobre isso, você pode ainda, entrar em contato com a organizadora do casamento, o contato deve estar em nota no convite, e perguntar qual cor ela gostaria que você usasse. Isso pode ajudar você a não estar da mesma cor da decoração da festa!!


Casamentos pela manhã

 
Pedem tecidos leves e com tons pastéis como o salmão, verde-piscina, azul-claro, lilás e rosa.
Adornos em pérolas são uma boa opção.





Casamentos à Tarde

Após o meio dia, cores mais alegres e vivas caem bem – uva, vinho, verde musgo e azul Royal são algumas tonalidades que podem ser escolhidas. Bordados nos vestidos estão liberados assim como algum brilho mais discreto.







Casamentos à Noite
 
Sem usar o preto ou o branco, as cores mais fortes estão mais livres. Pela noite, a figura da madrinha pode escolher entre o prateado, o verde turquesa, o cinza, o lilás e violeta. Brilho com moderação e tecidos com brilho próprio dão o toque que a madrinha precisa, mas sem exageros, pois quem deve brilhar é a noiva!






Os acessórios estão liberados, mas com elegância. Uma dica importante é levar com um modelo decotado uma echarpe para suportar as baixas temperaturas em alto estilo. Chapéus seguem a regrinha que quanto mais cedo for o casamento, maior o tamanho da aba do chapéu.

Madrinha de casamento

Sim sim sim!!!! Serei madrinha de casamento em Novembro!!!! Acabei de receber o convite e ainda estou meio... abestada kkkkkk sim, pq é uma honra!!! Uma pessoinha que eu amooo demais e eu não esperava!!!!!
Só pra avisar pois de hoje até Novembro serão vários posts sobre esse assunto hehehe...
Ai que emoção!!!!

Bão, pra começar segue umas "diquinhas básicas" para quem vai será madrinha de casamento...

Regras de etiqueta para a madrinha de casamento 

Ser madrinha de casamento é uma honra, mas também uma responsabilidade. Portanto, assuma seu lugar de destaque com elegância. Veja algumas gafes que uma madrinha de casamento deve evitar no grande dia.  

  • 1 Nunca se ofereça ou peça para ser a madrinha de casamento. E ao receber a notícia de que um casal de amigos vai se casar, não faça brincadeiras do tipo “Quero ser madrinha, hein?”. Nem sempre os noivos conseguem convidar para padrinhos de casamento todos os amigos mais próximos.
  • 2 Já se convencionou que os padrinhos de casamento devem dar presentes um pouco melhores. Faça o melhor que pode, mas dê um presente de acordo com suas possibilidades. Não há necessidade de avisar à noiva qual será o presente ou perguntar o que ela quer ganhar. Informe-se onde os noivos fizeram a lista de presente e escolha uma opção que cabe no seu bolso.
  • 3 Se o seu par no altar não é seu marido ou namorado, entre em contato com ele algumas semanas antes da festa para falar sobre o presente de casamento: cada um dará um presente diferente ou vocês dividirão o valor?
  • 4 Pode acontecer de os noivos convidarem uma amiga para ser a madrinha de casamento, mas preferirem não chamar o parceiro dela para ser o padrinho. Se você não se sentir confortável com isso, explique que se sente honrada com o convite e está muito agradecida, mas que prefere participar da cerimônia e da festa como convidada para não deixar seu companheiro sozinho. Mas numa boa: sem drama e sem dar a entender que seu companheiro deve ser chamado para ser padrinho também. Tenha compreensão que não é fácil conciliar todos os amigos e parentes nessa hora!
  • 5 É difícil recusar um convite para madrinha de casamento. Mas pode ser feito de forma delicada desde que haja um motivo plausível. Se você sabe que aquela data será um período complicado no seu trabalho, por exemplo, e tem medo de se comprometer e não estar presente, explique isso para a noiva, e agradeça imensamente o convite e diga o quanto você se sente honrada. Só não diga que não pode gastar muito com o presente, ainda que esse seja o motivo real.
  • 6 Durante a festa de casamento, as madrinhas e os padrinhos costumam ser muito requisitados para tirar fotos, dançar valsa, participar de homenagens... Não exagere na bebida alcoólica para não perder a linha na festa. Ser madrinha de casamento é uma posição de destaque!
  • 7 Se a noiva solicitar uma cor específica ou algum modelo de vestido de madrinha (longo, longuete, curto...) respeite e de maneira alguma apareça no dia do casamento com uma escolha diferente. Caso a noiva não tenha dado nenhuma orientação, ligue para ela antes de decidir sobre seu vestido e informe pelo menos a cor que pretende usar no dia.
  • 8 É óbvio, mas não custa repetir: o vestido da madrinha de casamento não pode ser branco (ou tons muito claros, como marfim, champagne...) e nem preto, a não ser que essa seja uma solicitação da noiva.
  • 9 A noiva pode atrasar para a cerimônia do casamento, mas as madrinhas nunca! Pelo contrário, chegue ao local da cerimônia com antecedência, para participar da organização da entrada com a cerimonialista.

 

quarta-feira, 9 de março de 2016

O que fazer quando seu animal morre?


No dia 03 de Março deste ano, meu gato Johnny morreu... Foi atropelado na esquina da minha casa... dói demais a saudade... meu bebê, meu chicletinho... e sei que sempre vai doer... ele dormia comigo... ele era mega apegado comigo, somente comigo... certeza que ele me via como a mamãe dele... e eu o tratava como meu bebê... eu que o adotei quando ele tinha 2 meses e o peguei no colo, assustado e o confortei... eu que o peguei no colo 1 ano e 4 meses depois... seu corpinho já sem vida... e eu não pude conforta-lo dessa vez... ai meu Deus como é triste, difícil...

Bem... vamos lá...

-desabafo-
*O Johnny foi cremado.
**Só não o enterrei em casa pq não tenho jardim/quintal com terra.
***O mundo hoje em dia está muito "politicamente correto". Como já disse, desde bem pequena tive vários animais de estimação... E me lembro de vários serem enterrados por meu pai no quintal...cachorros, gatos, passarinhos... nenhum morreu por doença infecciosa (qdo é assim até entendo o risco de contaminação do solo) e lembro muito bem que meu pai sempre embalava muito bem antes de enterra-los... O que eu não consigo entender é como tem pessoas que colocam o bichinho em um saco e o colocam na rua para o lixeiro levar (sim, pq EU OUVI ISSO qdo o Johnny morreu!!! "tá morto mesmo vc devia fazer isso, pra quê gastar dinheiro?"...) Poxa, não é bem por aí... Pelo menos para mim, cada um dos meus bichos são membros da minha família... Por vezes eles passam a vida conosco, tem um vinculo enorme!!! E qdo partem simplesmente serem descartados como lixo?

Abaixo tem as opções "politicamente corretas"...

O que fazer quando seu animalzinho morre?
 Neste artigo, abordaremos todas as opções que você possui ao perder um pet e, junto a isso, guiaremos você durante esse difícil processo de tomada de decisão.

“Posso enterrar meu animal no quintal?”

Thinkstock

A atitude de encontrar um lugar no terreno de casa para enterrar o seu pet pode ser um grande gesto de amor e é muito comum que os donos escolham essa opção, até mesmo por sentirem que seu animal de estimação continua “próximo”. Entretanto, é perigoso para a saúde fazer isso, visto que um organismo que está passando pelo processo de decomposição pode contaminar o solo, o lençol freático e transmitir doenças.
Existem outras opções que são aceitáveis e, de todas elas, você decidirá qual é a melhor. Vamos lá?





1. Procure uma clínica veterinária

É muito comum que os donos levem seus animais a uma clínica após o óbito.

As clínicas veterinárias pagam uma taxa para a prefeitura e a mesma recolhe todo o lixo hospitalar e, junto a isso, os animais também são levados. Para isso, o pet deve ser deixado no estabelecimento, onde a prefeitura passará para encaminhá-lo ao Centro de Zoonoses.
O dono do animal deverá escolher entre enterro ou cremação. Entretanto, caso o seu animal foi levado ao óbito por alguma doença transmissível, a cremação é obrigatória. Infelizmente, as prefeituras colocam os bichinhos em aterros sanitários, o que também ocasiona a contaminação do solo e dos lençóis freáticos.
Atenção: visto que as clínicas pagam uma taxa mensal pelo serviço de retirada de lixo hospitalar e de animais, o cliente não deve ser cobrado por isso. Alguns estabelecimentos cobram, no entanto apenas taxas de remoção ou congelamento do animal, que não passam de $ 100. Fique atento!

2. Cremar animal de estimação

Além da cremação pela prefeitura, também existem crematórios especializados.

Ainda que as prefeituras ofereçam a possibilidade de cremação, você também tem a opção de entrar em contato com crematórios para animais, que garantem um serviço melhor: os pets são cremados separadamente – diferente do processo feito pela prefeitura – e as cinzas são colocadas em urnas que podem ser levadas pelo dono, se assim desejar.
Você pode entrar em contato diretamente com o estabelecimento que realiza a cremação na sua região. Eles realizam o recolhimento do corpo diretamente na sua residência ou ainda muitos deles possuem convênio com clínicas veterinárias. Em média o preço pode variar entre $ 350,00 a $ 900,00, logo vale pesquisar a melhor opção.

3. Cemitério para animais

Comprar um jazigo para seus animal 

Da mesma forma que existem os crematórios particulares, também existem os cemitérios para animais, que são pagos e verdadeiramente belíssimos. Neles, são enterradas as mais diferentes espécies de pets e a saúde pública é bastante valorizada através das rígidas exigências da vigilância sanitária.

Esses cemitérios estão ficando cada vez mais populares, e são milhares de donos que optam por enterrarem seus queridos pets neles. Além de que os animais possuírem seus cantinhos exclusivos, enquanto a prefeitura enterra centenas de bichinhos juntas, a beleza e a paz desses cemitérios também chamam muito a atenção.
Quer uma novidade? Esses estabelecimentos oferecem, até mesmo a opção de fazer um velório para seu pet

4. Procure o Centro de Controle de Zoonoses

Cabe ao município realizar a destinação do animal morto de acordo com as normas da ANVISA.

Outra escolha para quem perde o animal de estimação é contatar diretamente o Centro de Controle de Zoonoses de sua cidade.
Cada cidade possui seu sistema de coleta de animais ou local de entrega. Informe-se sobre como funciona o serviço em seu município procurando a Secretaria Municipal de Saúde ou o próprio CCZ. O serviço pode ter custos conforme as taxas municipais e podem variar a cada ano.
No município de São Paulo, o proprietário deve procurar um ponto de coleta da LIMPUB. Consulte o site da Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de São Paulo para obter informações a respeito dos pontos de coleta e sobre os dias e horários de atendimento.
  • http://www.prefeitura.sp.gov.br/

Afinal, qual é a melhor opção para quando o animal morre?

A cremação do animal é a melhor forma de evitar transmissão de doenças

Sem sombras de dúvida, a melhor opção é cremar o pet, seja via empresas particulares ou pelo próprio serviço da prefeitura. Essa é a única forma de evitar a transmissão de doenças através da contaminação do solo. Entretanto, grande parte dos donos deseja mesmo é ter um cantinho único para o seu bichinho, de preferência em cemitérios particulares de animais.

Cremar animais: preço

Cremar ou enterrar seu cachorro pode custar de $100 a $930

Claramente, os preços de cremação, enterro e até mesmo retirada de animais podem variar bastante de acordo com cada empresa e serviço oferecido, mas os valores podem assustar.
  • Cremação coletiva pela prefeitura: em tese, é gratuita, mas algumas clínicas cobram taxas de manuseio ou congelamento, que podem chegar a $100.
  • recolhimento e cremação coletiva simples pode custar $100.
  • Enterro Coletivo: $390, incluso remoção 24 horas e jardinagem coletiva.
  • Enterro Individual: $890, incluindo remoção 24 horas, caixão, lápide e jardinagem individual. Contrato de 18 meses e taxa de manutenção de $11/mês.
  • Cremação Individual: $ 930,00, incluindo remoção 24 horas, certificado de cremação e entrega das cinzas em urna em sua residência.
Você ainda pode tentar com o centro de zoonoses da sua cidade (que deveria ser gratuito), mas pense bem se passar por essa burocracia e ficar sujeito à disponibilidade deles vale a pena nesse momento.

Cuidados após a morte do seu animal

Retirar o animal não é suficiente

Se você pretende ter outro pet, é necessário limpar sua casa com desinfetante antes de trazer um novo animal. Acredite ou não, algumas doenças ficam no ambiente e podem contaminar filhotes que ainda não são vacinados.
Nos casos em que o pet possuía um registro Animal (GA), você deve entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses e informar o falecimento do animal.
Se o seu bichinho de estimação foi sacrificado, é natural que a clínica se responsabilize pelo corpo para a retirada da prefeitura. De qualquer forma, você tem a opção de levá-lo, caso queira procurar serviços funerários particulares.

Cemitérios e crematórios para animais

Apesar de existirem empresas especializadas em cremação animal, é muito comum que os cemitérios para animais já possuam o serviço de cremação também. Confira a seleção que fizemos de algumas dessas empresas, a seguir.

1. Grande São Paulo

a) PetMemorial (http://www.petmemorial.com.br)

Localização: Estrada Sadae Takagi, 860 – Jd. Cooperativa.
São Bernardo do Campo – SP.
Contato: (11) 4343-0000, 0800 772 8885.

b) Reino Animal (http://www.reinoanimalsp.com.br)

Localização: . Profº Hasegawa, 719 – Itaquera.
São Paulo – SP.
Contato: (11) 2522-7000, (11) 3451-1177, (11) 2641-6343.

c) Cemitério Jardim do Amigo (http://www.cemiteriojardimdoamigo.com.br)

Localização: . José Aguila Sanches, 64 – Ambuita.
Itapevi – SP.
Contato: (11) 4144-2512, (11) 4144-2884.

2. Campinas

a) Parque São Francisco de Assis (http://www.cemiteriodeanimais.com.br)

Localização: . Lauro Vanucci, 1.600 – Jd. Sta. Cândida.
Campinas – SP.
Contato: (19) 3296-0313.

3. Botucatu

a) Cemitério de Animais Botucatu (http://www.cemiteriodeanimaisbotucatu.com.br)

Localização: odovia Antônio Butgnoli, Km1 – ubião Jr.
Botucatu – SP.
Contato: (14) 9775-2898.

4. Grande Belo Horizonte

a) Cemitério dos Animais (http://cemiteriodosanimais.com.br)

Localização: . Neide Andrade Araújo, 280 - Bairro Bandeirinhas.
Betim – MG.
Contato: (31) 4127-1636

5. Grande io de Janeiro

a) Pet’s Garden (http://www.petsgarden.com.br/)

Localização: Estrada do Morro Cavado, 1.485 – Ilha de Guaratiba.
io de Janeiro – J.
Contato: (21) 3325-7704.

6. Grande Curitiba

a) Pet World (http://www.petworldcrematorio.com.br)

Localização: . Mário Strapasson, 5 – Imbuial.
Curitiba – P.
Contato: (41) 3663-6335.

b) PetCéu (http://www.petceu.com.br/)

Localização: . Santa Helena, 51 – Pinhais.
Curitiba – P.
Contato: (41) 3668-5858, (41) 3668-5859.

7. Grande Porto Alegre/ São Leopoldo

a) Vale Liberdade Eterna – Zoobraz Brazcão (http://www.zoobrazcao.com.br/)

Localização: Estrada do Socorro, 1125 – Arrio da Manteiga.
São Leopoldo – S.
Contato: (51) 3568-0212, (51) 9114-5121.

b) Memorial Park (http://www.hagah.com.br/rs/sao-leopoldo/local/193613,2,memorial-park-cemiterio-de-animais.html) 

Localização: . Cinco, 45 – Fazenda São Borja – São Borja.
São Leopoldo – S.
Contato: (51) 9145-0808.
Matéria revisada por um profissional veterinário da Equipe AgendaPet.


 

terça-feira, 8 de março de 2016

Golpe pelo celular

Olha só que emoção logo de manhã receber uma notícia dessa!!!!! EU ganhei 30 mil!!!!! Uhull

SÓ QUE NÃO...

Nunca participei de promoção nenhuma da Claro (nem meu número da Claro eu sei de cór!)

Não é de hoje que esses golpistas aplicam esse tipo de golpe (quase sempre de dentro de presídios)

O triste é saber que MUITA gente acaba caindo... idosos, pessoas mal informadas, inocentes mesmo... Caramba, com essa crise toda no Brasil receber dinheiro inesperado dá até um baque, nos "cegando" para "verdadeira" mensagem recebida... 

Normalmente eles falam "você foi sorteado"... para ser sorteado precisamos ter participado de algo... 
MAS EU GANHEI 30 MIL REAIS!!!! que se dane se não participei de nada!!!!

Gente não é bem assim MESMO! Aquele ditado "quando a esmola é demais o santo desconfia" é muito válido!!!!

Na maioria dos casos, o objetivo é conseguir recarga telefônica ou induzir o “premiado” a realizar depósitos bancários em contas desconhecidas, requisito para receber o “prêmio”*
*(Em alguns casos, a pessoa é induzida a fazer depósitos em contas bancárias como condição para a liberação dos supostos prêmios. As desculpas mais comuns para esses pagamentos são "impostos", "taxa de cadastro", "protocolo", "processamento", "doação".)

O princípio é o mesmo de todos os golpes: os estelionatários se valem de uma combinação de ingenuidade, curiosidade e o desejo da vítima em obter vantagem.

Segundo o especialista em combate a fraudes Lorenzo Parodi, autor do livro Manual das Fraudes, na maioria dos casos, o prefixo dos telefones usados pelos golpistas é 85 ou 88(na minha mensagem foi o 88, no site do G1 tem uma matéria falando que ano passado prenderam quadrilha no Ceará que aplicava esse golpe aqui em São Paulo leia a matéria AQUI mas (como sempre) não resolveu...), código de área de cidades do Ceará. Porém, o 21, do Rio de Janeiro, também aparece com frequência. Ele destaca que golpes por celular normalmente são aplicados por presidiários, que, muitas vezes, contam com apoio externo. 

— Tanto este quanto o do falso sequestro são atividades lucrativas. Eles [detentos] se dedicam a esse tipo de atividade com apoio de uma estrutura externa. Isso pressupõe uma organização por trás. Facilmente estão ligados ao crime organizado. Os cartões [telefônicos], eles aproveitam dentro da cadeia. Para mandar mensagens, para aplicar o golpe do falso sequestro. Mas o dinheiro que também captam tem que ser sacado por alguém de fora da prisão. Então, precisam de uma estrutura externa já montada, com contas em nomes de laranjas ou documentos frios.

A verdadeira prevenção é a informação. Na hora em que você leu ou viu na TV ou conversou com alguém, você pode receber 50 mensagens e não vai cair nunca.
 

quarta-feira, 23 de março de 2016

A verdadeira História da Páscoa

Muito antes de ser considerada a festa da ressurreição de Cristo, a Páscoa anunciava o fim do inverno e a chegada da primavera. A Páscoa sempre representou a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, isto muito antes de ser considerada uma das principais festas da cristandade. A palavra “páscoa” – do hebreu “peschad”, em grego “paskha” e latim “pache” – significa “passagem”, uma transição anunciada pelo equinócio de primavera (ou vernal), que no hemisfério norte ocorre a 20 ou 21 de março e, no sul, em 22 ou 23 de setembro.

A páscoa judaica (em hebraico פסח, ou seja, passagem) é o nome do sacríficio executado em 14 de Nissan segundo o calendário judaico e que precede a Festa dos Pães Ázimos (Chag haMatzot). Geralmente o nome Pessach é associado a esta festa também, que celebra e recorda a libertação do povo de Israel do Egito, conforme narrado no livro de Êxodo.

A festa cristã da Páscoa tem origem na festa judaica, mas tem um significado diferente. Enquanto para o Judaísmo, Pessach representa a libertação do povo de Israel no Egito, no Cristianismo a Páscoa representa a morte e ressurreição de Jesus (que supostamente aconteceu na Pessach) e de que a Páscoa Judaica é considerada prefiguração, pois em ambos os casos se celebra uma “libertação do povo de Deus”, a sua passagem da escravidão (do Egito/do pecado) para a liberdade.

De fato, para entender o significado da Páscoa cristã, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar dos antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa.
Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone. Na mitologia romana, é Ceres.
Estes antigos povos pagãos comemoravam a chegada da primavera decorando ovos. O próprio costume de decorá-los para dar de presente na Páscoa surgiu na Inglaterra, no século X, durante o reinado de Eduardo I (900-924), o qual tinha o hábito de banhar ovos em ouro e ofertá-los para os seus amigos e aliados.

Por que o ovo de Páscoa?

O ovo é um destes símbolos que praticamente explica-se por si mesmo. Ele contém o germe, o fruto da vida, que representa o nascimento, o renascimento, a renovação e a criação cíclica. De um modo simples, podemos dizer que é o símbolo da vida.

Os celtas, gregos, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo havia nascido de um ovo. Na maioria das tradições, este “ovo cósmico” aparece depois de um período de caos.

Na Índia, por exemplo, acredita-se que uma gansa de nome Hamsa (um espírito considerado o “Sopro divino”), chocou o ovo cósmico na superfície de águas primordiais e, daí, dividido em duas partes, o ovo deu origem ao Céu e a Terra – simbolicamente é possível ver o Céu como a parte leve do ovo, a clara, e a Terra como outra mais densa, a gema.

O mito do ovo cósmico aparece também nas tradições chinesas. Antes do surgimento do mundo, quando tudo ainda era caos, um ovo semelhante ao de galinha se abriu e, de seus elementos pesados, surgiu a Terra (Yin) e, de sua parte leve e pura, nasceu o céu (Yang).

Para os celtas, o ovo cósmico é assimilado a um ovo de serpente. Para eles, o ovo contém a representação do Universo: a gema representa o globo terrestre, a clara o firmamento e a atmosfera, a casca equivale à esfera celeste e aos astros.

Na tradição cristã, o ovo aparece como uma renovação periódica da natureza. Trata-se do mito da criação cíclica. Em muitos países europeus, ainda hoje há a crença de que comer ovos no Domingo de Páscoa traz saúde e sorte durante todo o resto do ano. E mais: um ovo posto na sexta-feira santa afasta as doenças.

Por que o Coelho de Páscoa?

Coelhos não colocam ovos, isto é fato! A tradição do Coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.

Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?

No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.

Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas! Assim, os coelhos são vistos como símbolos de renovação e início de uma nova vida. Em união com o mito dos Ovos de Páscoa, o Coelho da Páscoa representa a renovação de uma vida que trará boas novas e novos e melhores dias, segundo as tradições.


Outros símbolos da Páscoa

O cordeiro é um dos principais símbolos de Jesus Cristo, já que é considerado como tendo sido um sacrifício em favor do seu rebanho. Segundo o Novo Testamento, Jesus Cristo é “sacrificado” durante a Páscoa (judaica, obviamente). Isso pode ser visto como uma profecia de João Batista, no Evangelho segundo João no capítulo 1, versículo 29: “Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo”.

Paulo de Tarso (na primeira epístola a Coríntio no capítulo 5, versículo 7) diz: “Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado.

Jesus, desse modo, é tido pelos cristãos como o Cordeiro de Deus (em latim: Agnus Dei) que supostamente fora imolado para salvação e libertação de todos do pecado. Para isso, Deus teria designado sua morte exatamente no dia da Páscoa judaica para criar o paralelo entre a aliança antiga, no sangue do cordeiro imolado, e a nova aliança, no sangue do próprio Jesus imolado. Assim, a partir daquela data, o Pecado Original tecnicamente deixara de existir.


A Cruz também é tida como um símbolo pascal. Ela mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no sofrimento de Jesus. No Concílio de Nicea em 325 d.C, Constantino decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Então, ela não somente é um símbolo da Páscoa, mas o símbolo primordial da fé católica.


O pão e o vinho simbolizam a vida eterna, o corpo e o sangue de Jesus, oferecido aos seus discípulos, conforme é dito no capítulo 26 do Evangelho segundo Mateus, nos versículos 26 a 28: “Durante a refeição, Jesus tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai e comei, isto é meu corpo. Tomou depois o cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos, porque isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado por muitos homens em remissão dos pecados.


Por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todos os anos?

O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Concílio de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária – conhecida como a “lua eclesiástica”).

A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.

Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa “móvel”. De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.

Tabela com as datas da Páscoa até 2020

  • 2000: 23 de Abril (Igrejas Ocidentais); 30 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2001: 15 de Abril
  • 2002: 31 de Março (Igrejas Ocidentais); 5 de Maio (Igrejas Orientais)
  • 2003: 20 de Abril (Igrejas Ocidentais); 27 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2004: 11 de Abril
  • 2005: 27 de Março (Igrejas Ocidentais); 1 de Maio (Igrejas Orientais)
  • 2006: 16 de Abril (Igrejas Ocidentais); 23 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2007: 8 de Abril
  • 2008: 23 de Março (Igrejas Ocidentais); 27 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2009: 12 de Abril (Igrejas Ocidentais); 19 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2010: 4 de Abril
  • 2011: 24 de Abril
  • 2012: 8 de Abril (Igrejas Ocidentais); 15 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2013: 31 de Março (Igrejas Ocidentais); 5 de Maio (Igrejas Orientais)
  • 2014: 20 de Abril
  • 2015: 5 de Abril (Igrejas Ocidentais); 12 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2016: 27 de Março (Igrejas Ocidentais); 1 de Maio (Igrejas Orientais)
  • 2017: 16 de Abril
  • 2018: 1 de Abril (Igrejas Ocidentais); 8 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2019: 21 de Abril (Igrejas Ocidentais); 28 de Abril (Igrejas Orientais)
  • 2020: 12 de Abril (Igrejas Ocidentais); 19 de Abril (Igrejas Orientais)

No final das contas, a páscoa é mais um rito de povos antigos, assimilado pela Igreja Cristã de modo a impor sua influência. Substituindo venerações à natureza (como no caso da Lua ou do Equinócio, tipicamente pagãs) por uma outra figura da mitologia, tomando os significados do judaísmo, os símbolos celtas e fenícios, remodelando mediante os Evangelhos e dando uma decoração final, criou-se um “ritual colcha de retalhos”.

fonte: http://ceticismo.net

domingo, 20 de março de 2016

Pequenas trocas, grandes mudanças...



Quem começa uma dieta sempre imagina que terá que retirar tudo que gosta da alimentação ou que vai ter que passar fome, mas, na verdade, aprendendo a fazer algumas trocas inteligentes, que quase não são sentidas, já é possível fazer grandes mudanças no peso. E o melhor de tudo: usando as calorias de forma inteligente é possível emagrecer sem precisar passar fome ou fazer grandes sacrifícios.
Laticínios:
Fundamental na alimentação por ser a mais importante fonte de cálcio, os laticínios podem ser um problema para quem quer emagrecer, devido ao seu alto teor de gordura. Devemos, então, dar preferência para o leite desnatado e os queijos mais magros, principalmente o queijo cottage e a ricota, que apresentam um menor de teor de gorduras. Não gosta de ricota? É simples, crie sua pasta e dê ao queijo a sua cara. Basta acrescentar o iogurte natural desnatado e os temperos de sua preferência.

Pães:
A primeira coisa a fazer quando se esta de dieta é trocar o pãozinho pelo biscoito cream cracker, certo? Errado. Ao contrario do que muitos imaginam, essa não é uma boa substituição. Para comprovar isso, vamos fazer uma comparação. Em 50g de biscoito, o que equivale a 5 unidades, são 216 calorias e 6,8g de gordura, contra 124 calorias e apenas 0,9 g de gordura do pão de forma. Além disso, o pão dá uma maior sensação de saciedade, o que evita a fome por mais tempo, principalmente se for o integral, rico em fibras.

Sopas:
A substituição do jantar por sopas também é comum entre pessoas que fazem dietas, mas dependendo dos ingredientes, até mesmo a sopa pode ser bem calórica. Para evitar cair nessa pegadinha, evite sopas cremosas, que levam leite ou creme de leite na composição, substituindo por sopas simples, ricas em verduras e legumes.

Carnes:
O tipo de carne utilizado também pode fazer uma grande diferença. Retirar a carne bovina não é necessário, mas devemos escolher os cortes mais magros, como alcatra, contra filé, fraldinha, evitando picanha, filé mignon, costela, rabada, cupim. Atenção ao frango, pois cortes como coxa e sobrecoxa também possuem alto teor de gordura. Lembre-se de sempre retirar a pele do frango e a gordura aparente da carne.

Preparo:
Mesmo escolhendo alimentos mais saudáveis, a forma de preparo desses alimentos pode fazer diferença. Alimentos fritos possuem maior concentração de calorias devido a adição de óleo, portanto, prefira os ensopados, grelhados, assados e cozidos e utilize o mínimo de gordura nessas preparações.

sexta-feira, 18 de março de 2016

"Vidas Secas" - Graciliano Ramos

Quem disse que os famosos "clássicos da literatura" são um porre? EU! As histórias podem até serem boas, mas a linguagem utilizada "cansa", desanima... ATÉ que ganhei de presente o livro "Vidas Secas", de Graciliano Ramos e me "apaixonei"! rs.
O livro é de 1938, claro que contém a linguagem da época... mas é diferente, não tão maçante quanto "Memórias Póstumas de Brás Cubas" (tá, não sou tapada, o "Memórias" teve sua primeira publicação em 1881, até entendo, não falo aqui como "crítica literária" - que não sou - nem nada disso, apenas meu ponto de vista como leitora, achei a leitura do Vidas Secas muito mais fácil... os personagens são tão sofridos, e a cadelinha ah como chorei rsrsrs a história prende, e o que eu achei mais bacana, é que foi escrita a tanto tempo e continua atual!) 
Na verdade, eu já tinha lido no colegial (na minha época éramos OBRIGADOS a ler um livro (dos clássicos) por mês e no final do mês tinha prova do livro... Não sei se hj em dia ainda é assim... Enfim... eu lia né (era obrigado rs), odiava, achava chatos... 
E agora, vinte e tantos anos depois novamente sou "obrigada" a ler esses "clássicos"... Já disse que li muitos deles, mas não escrevi reler pois não lembro das histórias rsrsrs quer dizer,  do Vidas Secas eu lembrava do nome da cachorra, Baleia, mas só. Os outros uma vaaaaga lembrança rsrs...
Mas até que estou gostando de lê-los depois de tanto tempo... Agora não encaro mais como uma obrigação (apesar de ser kkk) Juro que vou com o "coração aberto"... Claro que com alguns minha opinião volta para a da (eu)adolescente... Chaaaatooos...kkkk e acabo enrolando (e ME enrolando) pois ainda tenho muitos para ler:
  • Til- José de Alencar
  • Papéis Avulsos- Machado de Assis
  •  A cidade e as serra - Eça de Queiros
  • Capitães de areia- Jorge Amado
  • Sentimentos do Mundo - Carlos Drummond de Andrade
  • Memórias de um sargento de milícias - Manuel A. Almeida

Mas quando tem um bom dá pra ler rapidinho e ir aqui comentar...
E tomara que no meio dessa minha lista tenha vários que seja tão bons como esse!!!! (oremos kkkk)

Minha ideia era ler e a cada livro fazer uma resenha... Mas não tenho tempo, então vou fazer um "resuminho" dos que eu mais gostei.

(Eu li o "1984, de George Orwell", eu gostei, depois faço o "resuminho" dele... Eu disse que é livro pra "meninos" kkk (sim pq eu estava acostumada a ler livros de "meninas", como os da Saga do Tigre, da Colleen Houck (ai eu amoooo li todos kkk) e agora tenho um montão de livros de "meninos" para ler kkk.) Estou lendo esse aqui:
Os de "meninos" que tenho que ler são:
  •  Manifesto do partido comunista - Karl Marx
  • Metamorfose - Franz Kafka
  • O processo - Franz Kafka
  • Na colônia penal - Franz Kafka
  • O mercador de Veneza - Shakespeare
  • Laranja mecânica - Anthony Burgess
  • O estrangeiro - Albert Camus
  • Os sofrimentos do jovem Werther - Goethe
  • Galileu Galilei - Bertold Brecht
  • Crimes- Ferdinand Von Schirach
  • Culpa -
    Ferdinand Von Schirach
Dentre outros...(desejem- me sorte kkk).

Bem, voltemos ao Vidas Secas:
"Vidas Secas", romance publicado em 1938, retrata a vida miserável de uma família de retirantes sertanejos obrigada a se deslocar de tempos em tempos para áreas menos castigadas pela seca. A obra pertence à segunda fase modernista, conhecida como regionalista, e é qualificada como uma das mais bem-sucedidas criações da época.

O estilo seco de Graciliano Ramos, que se expressa principalmente por meio do uso econômico dos adjetivos, parece transmitir a aridez do ambiente e seus efeitos sobre as pessoas que ali estão.


A história é focada na vida de uma família de retirantes nordestinos, formada por Fabiano; sua esposa chamada de Sinhá Vitória; duas crianças, às quais o autor refere-se apenas como Menino mais novo e Menino mais velho e Baleia, uma cachorrinha.
Após andar muito sob o sol escaldante no início do livro, a família encontra uma casa que aparentemente estaria abandonada, e resolve se instalar nela, até que passasse o período de seca que a região estava vivendo. No entanto, nem tudo sai como o planejado: ao chover, aparece um senhor, que era o dono daquela propriedade e expulsa Fabiano sem a menor piedade ou compaixão.
No entanto, Fabiano resolve a situação ao se oferecer para trabalhar como vaqueiro naquela fazenda, e assim, continuar morando na casa com a sua família. O patrão aceita, providencia o necessário para que o rapaz possa começar a trabalhar e, assim, Fabiano pode ficar no local com a sua esposa, os filhos e Baleia.
Em uma das passagens da história, Fabiano vai para outra cidade comprar alguns produtos de primeira necessidade, alimentos. Eles até eram vendidos pelo patrão dele em um armazém, mas os preços eram muito elevados. Já na outra cidade, o retirante nordestino acaba conhecendo um militar, chamado de Soldado Amarelo, que o convida para uma partida de baralho. Fabiano aceita, os dois acabam perdendo o jogo e para descontar a raiva, o policial prende
Fabiano. É um trecho que retrata claramente o abuso de poder.

A sensação que o leitor tem é que mesmo os bons momentos que a família vivencia nunca são plenamente felizes, sempre carregados de alguma tensão ou apreensão. Isso fica claro quando começa a chover, o que poderia aliviar a seca, portanto, um motivo de alegria. No entanto, acaba gerando uma grande preocupação em Sinhá Vitória, que teme que a água entre dentro de casa.
Quando vão para um evento na cidade, eles se sentem deslocados e Fabiano precisa se controlar para não ter um ataque de fúria. Aliás, isso se repete em vários outros momentos. Ele chega a perder o seu emprego pela maneira como se dirige ao patrão para questionar erros em seu pagamento. Felizmente, pede desculpas e consegue permanecer no cargo.
A história termina do jeito que começou, fechando uma espécie de ciclo: durante a madrugada, a família empreende uma nova fuga, para não ser vítima da seca, mas com todo o cuidado para que o patrão não veja. Ou seja, Fabiano, Sinhá Vitória e os Meninos começam e terminam exatamente da mesma maneira: tendo que fugir da seca.

 

Transgênicos - Perigo para a agricultura e biodiversidade

você sabe o que são produtos transgênicos?

(obs: não vamos ao supermercado à passeio (pelo menos eu não, é sempre na correria...quem tem tempo pra ficar lendo rótulos???? bem, esse post é um alerta, só de "bater o olho" agora que sabemos sobre transgênicos conseguimos identificar o T e optarmos por nossa saúde ou se vamos ficar no "tanto faz", e abaixo você vai entender que optar pela nossa saúde é bem melhor! - Dei uma rápida olhada na minha dispensa e achei não um, mas vários produtos com o T :( é pq eu já até sabia "levemente" sobre os transgênicos mas nem reparava... o que me chamou atenção foi uma embalagem de biscoito... o T é tão pequeno que quase passa desapercebido!óbvio que a intenção é essa!)

Ao realizarmos compras no supermercados, nos deparamos com diversos produtos com esse "T". Muitas vezes compramos por "impulso", não olhamos o rótulos de produtos já conhecidos por nós, mas vamos prestar atenção nas embalagens, gente! Já fiz um post sobre a importância de ler os rótulos dos produtos falei AQUI sobre os pães integrais (é, os fabricantes brasileiros sempre acabam dando seu jeitinho para "maquiar" as informações dos rótulos principalmente dos ingredientes... maaaaas mesmo assim é mega importante saber o que você está consumindo!)


 

E agora um pouco sobre os produtos transgênicos:

fonte: http://www.greenpeace.org/

Ruim para o produtor e para o consumidor


A introdução de transgênicos na natureza expõe nossa biodiversidade a sérios riscos, como a perda ou alteração do patrimônio genético de nossas plantas e sementes e o aumento dramático no uso de agrotóxicos. Além disso, ela torna a agricultura e os agricultores reféns de poucas empresas que detêm a tecnologia, e põe em risco a saúde de agricultores e consumidores. O Greenpeace defende um modelo de agricultura baseado na biodiversidade agrícola e que não se utilize de produtos tóxicos, por entender que só assim teremos agricultura para sempre.
Os transgênicos, ou organismos geneticamente modificados, são produtos de cruzamentos que jamais aconteceriam na natureza, como, por exemplo, arroz com bactéria. Resultado de imagem para transgenicos produtosPor meio de um ramo de pesquisa relativamente novo (a engenharia genética), fabricantes de agroquímicos criam sementes resistentes a seus próprios agrotóxicos, ou mesmo sementes que produzem plantas inseticidas. As empresas ganham com isso, mas nós pagamos um preço alto: riscos à nossa saúde e ao ambiente onde vivemos.
O modelo agrícola baseado na utilização de sementes transgênicas é a trilha de um caminho insustentável. O aumento dramático no uso de agroquímicos decorrentes do plantio de transgênicos é exemplo de prática que coloca em cheque o futuro dos nossos solos e de nossa biodiversidade agrícola.
Diante da crise climática em que vivemos, a preservação da biodiversidade funciona como um seguro, uma garantia de que teremos opções viáveis de produção de alimentos no futuro e estaremos prontos para os efeitos das mudanças climáticas sobre a agricultura,
Nesse cenário, os transgênicos representam um duplo risco. Primeiro por serem resistentes a agrotóxicos, ou possuírem propriedades inseticidas, o uso contínuo de sementes transgênicas leva à resistência de ervas daninhas e insetos, o que por sua vez leva o agricultor a aumentar a dose de agrotóxicos ano a ano. Não por acaso o Brasil se tornou o maior consumidor mundial de agrotóxicos em 2008 – depois de cerca de dez anos de plantio de transgênicos – sendo mais da metade deles destinados à soja, primeira lavoura transgênica a ser inserida no País.
Plantação de arroz vermelho, variedade que pode desaparecer com a plantação de arroz transgênico. © Greenpeace / Lunaé Parracho
Além disso, o uso de transgênicos representa um alto risco de perda de biodiversidade, tanto pelo aumento no uso de agroquímicos (que tem efeitos sobre a vida no solo e ao redor das lavouras), quanto pela contaminação de sementes naturais por transgênicas. Neste caso, um bom exemplo de alimento importante, que hoje se encontra em ameaça, é o nosso bom e tradicional arroz.
A diversidade do arroz brasileiro congrega desde o arroz branco plantado no Rio Grande do Sul, que é adaptado a temperaturas amenas, àquele plantado no interior do nordeste, vermelho, resistente a climas quentes e secos. Ambos são necessários, sem seus respectivos climas e solos, para garantir que o cidadão brasileiro tenha sempre arroz em seu prato, em qualquer região do país.



Rotulagem como direito básico

“É melhor prevenir do que remediar”. Esta expressão cai como uma luva quando falamos de liberação e consumo de transgênicos.
Consumimos hoje diversos alimentos com ingredientes à base de transgênicos, produzidos para matar insetos e resistir a agrotóxicos. Você deve achar que exaustivos testes foram feitos, e todas as pesquisas que apontam possíveis riscos foram levadas em consideração, para que transgênicos fossem liberados. No entanto, isso não acontece.
Não existe consenso na comunidade científica sobre a segurança dos transgênicos para a saúde humana e o meio ambiente. Testes de médio e longo prazo, em cobaias e em seres humanos, não são feitos, e geralmente são repudiados pelas empresas de transgênicos.
Neste contexto, o Greenpeace considera que a liberação de transgênicos é uma afronta ao princípio da precaução, e uma aposta de quem não tem compromisso com o futuro da agricultura, do meio ambiente, e do planeta.
Desde que os transgênicos chegaram clandestinamente ao Brasil, em 1997, o Greenpeace trabalhou para que o consumidor pudesse identificá-los e decidir se compraria ou não.

Ativistas do Greenpeace protestam em um supermercado contra a falta de rotulagem adequada nos produtos fabricados pelas empresas Bunge e Cargill. ©Greenpeace/Ivo Gonzalez

Resultado de imagem para transgenicos produtosEm 2003, foi publicado o decreto de rotulagem (4680/2003), que obrigou empresas da área da alimentação, produtores, e quem mais trabalha com venda de alimentos, a identificarem, com um “T” preto, sobre um triangulo amarelo, o alimento com mais de 1% de matéria-prima transgênica.
A resistência das empresas foi muito grande, e muitas permanecem até hoje sem identificar a presença de transgênicos em seus produtos. O cenário começou a mudar somente após denúncia do Greenpeace, em 2005, de que as empresas Bunge e Cargill usavam transgênicos sem rotular, como determina a lei. O Ministério Público Federal investigou e a justiça determinou que as empresas rotulassem seus produtos, o que começou a ser feito em 2008.
Resultado de imagem para transgenicos produtosA partir de 2007, parlamentares da bancada ruralista, impulsionados pela indústria da alimentação e empresas de transgênicos, propuseram projetos de lei que visam acabar com a rotulagem. O Greenpeace está de olho nestas iniciativas que visam bulir com nosso acesso à informação.
A rotulagem de produtos transgênicos é um direito básico dos consumidores. Todos nós temos o pleno direito de saber o que consumimos.

Fome no mundo: a solução é agricultura para sempre
Para os agricultores que cultivam plantações convencionais ou orgânicas, a contaminação e a inserção em massa de sementes transgênicas no mercado têm implicado em prejuízo. Eles têm perdido o direito de vender suas safras como convencionais ou orgânicas, que são mais valorizadas no mercado, e ainda por cima são obrigados a pagarem royalties por algo que eles não queriam.
Os defensores dos transgênicos dizem que eles podem ser uma solução ao problema da fome no mundo, pois podem levar ao aumento da produção de alimentos. Mas realidade é bem diferente.
A totalidade dos transgênicos plantados no Brasil, e a quase totalidade dos transgênicos plantados no mundo são plantas resistentes a agrotóxicos ou com propriedades inseticidas. A produtividade dos transgênicos não é superior à dos convencionais e orgânicos, e a semente é mais cara por conta dos royalties a serem pagos, o que aumenta o custo de produção.
Considerando isso, e somando-se seus impactos sobre a biodiversidade agrícola e aumento no uso de agrotóxicos, só uma conclusão é possível: os transgênicos são um problema, e não a solução, para a fome no mundo.

Soluções

- Proibição de aprovações de novas culturas transgênicas, em especial aquelas que são a base da alimentação de nossa população.
- Rotulagem dos produtos transgênicos, para atender plenamente a um direito do consumidor de saber o que está comprando.
- Fiscalização e cuidado na cadeia para que não haja contaminação.


Referências e Fontes:http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2012/01/16/basf-deixara-de-produzir-transghttp://www....
(slide by Maigon Pontuschka) 



























Há alimentos geneticamente modificados que estão no seu prato, todos os dias, mas passam despercebidos. A revista Visão elaborou um artigo sobre o tema e, em baixo, poderá ler as principais conclusões – que, de resto, nos devem colocar em alerta.


Aspartame
[Imagem: Aspartame.jpg]
É um adoçante muito utilizado na substituição do açúcar e, na verdade, um composto químico artificial, feito em laboratório através da manipulação de vários compostos. Pode ser encontrado em milhares de produtos que consumimos diariamente: refrigerantes, iogurtes, chocolates, doces.


Óleos refinados
[Imagem: GetAttachment.jpg]
Estão em quase todos os alimentos que contêm gorduras vegetais. Os de soja, colza, milho, palma, girassol ou amendoim são normalmente misturados com óleos alimentares e azeites (exceto virgem extra) ou comida processada.


Amido de milho, xarope de milho
Extraídos do milho (grande parte deste grão produzido do mundo é geneticamente modificado), estão presentes em produtos como massas, bolachas, cereais, biscoitos, barras energéticas, comida pré- congelada, bebidas ou águas aromatizadas.


Margarina
[Imagem: margarina.jpg]
Utiliza gorduras vegetais (de soja, colza, milho, palma, girassol, amendoim) purificadas e hidrogenadas extraídas de plantas transgênicas.


Leite de vaca

Resultado de imagem para leite de vaca
A somatropina bovina (BST) é uma forma geneticamente modificada de hormônio de crescimento bovino que provoca um aumento da produção de leite. O seu uso é proibido na União Europeia, mas autorizado nos Estados Unidos e Brasil.


Salsicha
[Imagem: 35.jpg]
É uma mistura de produtos e subprodutos de origem animal, mas muitas marcas usam soja e xaropes de milho geneticamente modificados.


Soja e derivados
[Imagem: dica20120322050315.jpg]
A soja é a principal solução de alimentação para vegetarianos e vegans, mas 70% da sua produção mundial é geneticamente modificada.
Fontes:
- Notícias Naturais: 7 Alimentos Transgênicos que Consumimos sem Saber
- Green Savers: 7 Alimentos Transgênicos que Consumimos sem Saber







sábado, 12 de março de 2016

Como uma madrinha de casamento deve se vestir

Escolhendo o vestido
O primeiro passo é saber como será a cerimônia. A escolha da roupa irá depender do tipo de evento, se será apenas civil e não religioso, formal ou informal e até mesmo o horário do evento irá interferir na escolha do vestido.

A noiva pode definir sobre a tonalidade dos vestidos e demais detalhes. A organizadora do casamento orienta a noiva para fazer uma reunião com as madrinhas. Se a noiva solicitar algum modelo, siga-o, nunca chegue à festa com o oposto do que ela pediu. Se a noiva não fizer reunião para sobre isso, você pode ainda, entrar em contato com a organizadora do casamento, o contato deve estar em nota no convite, e perguntar qual cor ela gostaria que você usasse. Isso pode ajudar você a não estar da mesma cor da decoração da festa!!


Casamentos pela manhã

 
Pedem tecidos leves e com tons pastéis como o salmão, verde-piscina, azul-claro, lilás e rosa.
Adornos em pérolas são uma boa opção.





Casamentos à Tarde

Após o meio dia, cores mais alegres e vivas caem bem – uva, vinho, verde musgo e azul Royal são algumas tonalidades que podem ser escolhidas. Bordados nos vestidos estão liberados assim como algum brilho mais discreto.







Casamentos à Noite
 
Sem usar o preto ou o branco, as cores mais fortes estão mais livres. Pela noite, a figura da madrinha pode escolher entre o prateado, o verde turquesa, o cinza, o lilás e violeta. Brilho com moderação e tecidos com brilho próprio dão o toque que a madrinha precisa, mas sem exageros, pois quem deve brilhar é a noiva!






Os acessórios estão liberados, mas com elegância. Uma dica importante é levar com um modelo decotado uma echarpe para suportar as baixas temperaturas em alto estilo. Chapéus seguem a regrinha que quanto mais cedo for o casamento, maior o tamanho da aba do chapéu.

Madrinha de casamento

Sim sim sim!!!! Serei madrinha de casamento em Novembro!!!! Acabei de receber o convite e ainda estou meio... abestada kkkkkk sim, pq é uma honra!!! Uma pessoinha que eu amooo demais e eu não esperava!!!!!
Só pra avisar pois de hoje até Novembro serão vários posts sobre esse assunto hehehe...
Ai que emoção!!!!

Bão, pra começar segue umas "diquinhas básicas" para quem vai será madrinha de casamento...

Regras de etiqueta para a madrinha de casamento 

Ser madrinha de casamento é uma honra, mas também uma responsabilidade. Portanto, assuma seu lugar de destaque com elegância. Veja algumas gafes que uma madrinha de casamento deve evitar no grande dia.  

  • 1 Nunca se ofereça ou peça para ser a madrinha de casamento. E ao receber a notícia de que um casal de amigos vai se casar, não faça brincadeiras do tipo “Quero ser madrinha, hein?”. Nem sempre os noivos conseguem convidar para padrinhos de casamento todos os amigos mais próximos.
  • 2 Já se convencionou que os padrinhos de casamento devem dar presentes um pouco melhores. Faça o melhor que pode, mas dê um presente de acordo com suas possibilidades. Não há necessidade de avisar à noiva qual será o presente ou perguntar o que ela quer ganhar. Informe-se onde os noivos fizeram a lista de presente e escolha uma opção que cabe no seu bolso.
  • 3 Se o seu par no altar não é seu marido ou namorado, entre em contato com ele algumas semanas antes da festa para falar sobre o presente de casamento: cada um dará um presente diferente ou vocês dividirão o valor?
  • 4 Pode acontecer de os noivos convidarem uma amiga para ser a madrinha de casamento, mas preferirem não chamar o parceiro dela para ser o padrinho. Se você não se sentir confortável com isso, explique que se sente honrada com o convite e está muito agradecida, mas que prefere participar da cerimônia e da festa como convidada para não deixar seu companheiro sozinho. Mas numa boa: sem drama e sem dar a entender que seu companheiro deve ser chamado para ser padrinho também. Tenha compreensão que não é fácil conciliar todos os amigos e parentes nessa hora!
  • 5 É difícil recusar um convite para madrinha de casamento. Mas pode ser feito de forma delicada desde que haja um motivo plausível. Se você sabe que aquela data será um período complicado no seu trabalho, por exemplo, e tem medo de se comprometer e não estar presente, explique isso para a noiva, e agradeça imensamente o convite e diga o quanto você se sente honrada. Só não diga que não pode gastar muito com o presente, ainda que esse seja o motivo real.
  • 6 Durante a festa de casamento, as madrinhas e os padrinhos costumam ser muito requisitados para tirar fotos, dançar valsa, participar de homenagens... Não exagere na bebida alcoólica para não perder a linha na festa. Ser madrinha de casamento é uma posição de destaque!
  • 7 Se a noiva solicitar uma cor específica ou algum modelo de vestido de madrinha (longo, longuete, curto...) respeite e de maneira alguma apareça no dia do casamento com uma escolha diferente. Caso a noiva não tenha dado nenhuma orientação, ligue para ela antes de decidir sobre seu vestido e informe pelo menos a cor que pretende usar no dia.
  • 8 É óbvio, mas não custa repetir: o vestido da madrinha de casamento não pode ser branco (ou tons muito claros, como marfim, champagne...) e nem preto, a não ser que essa seja uma solicitação da noiva.
  • 9 A noiva pode atrasar para a cerimônia do casamento, mas as madrinhas nunca! Pelo contrário, chegue ao local da cerimônia com antecedência, para participar da organização da entrada com a cerimonialista.

 

quarta-feira, 9 de março de 2016

O que fazer quando seu animal morre?


No dia 03 de Março deste ano, meu gato Johnny morreu... Foi atropelado na esquina da minha casa... dói demais a saudade... meu bebê, meu chicletinho... e sei que sempre vai doer... ele dormia comigo... ele era mega apegado comigo, somente comigo... certeza que ele me via como a mamãe dele... e eu o tratava como meu bebê... eu que o adotei quando ele tinha 2 meses e o peguei no colo, assustado e o confortei... eu que o peguei no colo 1 ano e 4 meses depois... seu corpinho já sem vida... e eu não pude conforta-lo dessa vez... ai meu Deus como é triste, difícil...

Bem... vamos lá...

-desabafo-
*O Johnny foi cremado.
**Só não o enterrei em casa pq não tenho jardim/quintal com terra.
***O mundo hoje em dia está muito "politicamente correto". Como já disse, desde bem pequena tive vários animais de estimação... E me lembro de vários serem enterrados por meu pai no quintal...cachorros, gatos, passarinhos... nenhum morreu por doença infecciosa (qdo é assim até entendo o risco de contaminação do solo) e lembro muito bem que meu pai sempre embalava muito bem antes de enterra-los... O que eu não consigo entender é como tem pessoas que colocam o bichinho em um saco e o colocam na rua para o lixeiro levar (sim, pq EU OUVI ISSO qdo o Johnny morreu!!! "tá morto mesmo vc devia fazer isso, pra quê gastar dinheiro?"...) Poxa, não é bem por aí... Pelo menos para mim, cada um dos meus bichos são membros da minha família... Por vezes eles passam a vida conosco, tem um vinculo enorme!!! E qdo partem simplesmente serem descartados como lixo?

Abaixo tem as opções "politicamente corretas"...

O que fazer quando seu animalzinho morre?
 Neste artigo, abordaremos todas as opções que você possui ao perder um pet e, junto a isso, guiaremos você durante esse difícil processo de tomada de decisão.

“Posso enterrar meu animal no quintal?”

Thinkstock

A atitude de encontrar um lugar no terreno de casa para enterrar o seu pet pode ser um grande gesto de amor e é muito comum que os donos escolham essa opção, até mesmo por sentirem que seu animal de estimação continua “próximo”. Entretanto, é perigoso para a saúde fazer isso, visto que um organismo que está passando pelo processo de decomposição pode contaminar o solo, o lençol freático e transmitir doenças.
Existem outras opções que são aceitáveis e, de todas elas, você decidirá qual é a melhor. Vamos lá?





1. Procure uma clínica veterinária

É muito comum que os donos levem seus animais a uma clínica após o óbito.

As clínicas veterinárias pagam uma taxa para a prefeitura e a mesma recolhe todo o lixo hospitalar e, junto a isso, os animais também são levados. Para isso, o pet deve ser deixado no estabelecimento, onde a prefeitura passará para encaminhá-lo ao Centro de Zoonoses.
O dono do animal deverá escolher entre enterro ou cremação. Entretanto, caso o seu animal foi levado ao óbito por alguma doença transmissível, a cremação é obrigatória. Infelizmente, as prefeituras colocam os bichinhos em aterros sanitários, o que também ocasiona a contaminação do solo e dos lençóis freáticos.
Atenção: visto que as clínicas pagam uma taxa mensal pelo serviço de retirada de lixo hospitalar e de animais, o cliente não deve ser cobrado por isso. Alguns estabelecimentos cobram, no entanto apenas taxas de remoção ou congelamento do animal, que não passam de $ 100. Fique atento!

2. Cremar animal de estimação

Além da cremação pela prefeitura, também existem crematórios especializados.

Ainda que as prefeituras ofereçam a possibilidade de cremação, você também tem a opção de entrar em contato com crematórios para animais, que garantem um serviço melhor: os pets são cremados separadamente – diferente do processo feito pela prefeitura – e as cinzas são colocadas em urnas que podem ser levadas pelo dono, se assim desejar.
Você pode entrar em contato diretamente com o estabelecimento que realiza a cremação na sua região. Eles realizam o recolhimento do corpo diretamente na sua residência ou ainda muitos deles possuem convênio com clínicas veterinárias. Em média o preço pode variar entre $ 350,00 a $ 900,00, logo vale pesquisar a melhor opção.

3. Cemitério para animais

Comprar um jazigo para seus animal 

Da mesma forma que existem os crematórios particulares, também existem os cemitérios para animais, que são pagos e verdadeiramente belíssimos. Neles, são enterradas as mais diferentes espécies de pets e a saúde pública é bastante valorizada através das rígidas exigências da vigilância sanitária.

Esses cemitérios estão ficando cada vez mais populares, e são milhares de donos que optam por enterrarem seus queridos pets neles. Além de que os animais possuírem seus cantinhos exclusivos, enquanto a prefeitura enterra centenas de bichinhos juntas, a beleza e a paz desses cemitérios também chamam muito a atenção.
Quer uma novidade? Esses estabelecimentos oferecem, até mesmo a opção de fazer um velório para seu pet

4. Procure o Centro de Controle de Zoonoses

Cabe ao município realizar a destinação do animal morto de acordo com as normas da ANVISA.

Outra escolha para quem perde o animal de estimação é contatar diretamente o Centro de Controle de Zoonoses de sua cidade.
Cada cidade possui seu sistema de coleta de animais ou local de entrega. Informe-se sobre como funciona o serviço em seu município procurando a Secretaria Municipal de Saúde ou o próprio CCZ. O serviço pode ter custos conforme as taxas municipais e podem variar a cada ano.
No município de São Paulo, o proprietário deve procurar um ponto de coleta da LIMPUB. Consulte o site da Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de São Paulo para obter informações a respeito dos pontos de coleta e sobre os dias e horários de atendimento.
  • http://www.prefeitura.sp.gov.br/

Afinal, qual é a melhor opção para quando o animal morre?

A cremação do animal é a melhor forma de evitar transmissão de doenças

Sem sombras de dúvida, a melhor opção é cremar o pet, seja via empresas particulares ou pelo próprio serviço da prefeitura. Essa é a única forma de evitar a transmissão de doenças através da contaminação do solo. Entretanto, grande parte dos donos deseja mesmo é ter um cantinho único para o seu bichinho, de preferência em cemitérios particulares de animais.

Cremar animais: preço

Cremar ou enterrar seu cachorro pode custar de $100 a $930

Claramente, os preços de cremação, enterro e até mesmo retirada de animais podem variar bastante de acordo com cada empresa e serviço oferecido, mas os valores podem assustar.
  • Cremação coletiva pela prefeitura: em tese, é gratuita, mas algumas clínicas cobram taxas de manuseio ou congelamento, que podem chegar a $100.
  • recolhimento e cremação coletiva simples pode custar $100.
  • Enterro Coletivo: $390, incluso remoção 24 horas e jardinagem coletiva.
  • Enterro Individual: $890, incluindo remoção 24 horas, caixão, lápide e jardinagem individual. Contrato de 18 meses e taxa de manutenção de $11/mês.
  • Cremação Individual: $ 930,00, incluindo remoção 24 horas, certificado de cremação e entrega das cinzas em urna em sua residência.
Você ainda pode tentar com o centro de zoonoses da sua cidade (que deveria ser gratuito), mas pense bem se passar por essa burocracia e ficar sujeito à disponibilidade deles vale a pena nesse momento.

Cuidados após a morte do seu animal

Retirar o animal não é suficiente

Se você pretende ter outro pet, é necessário limpar sua casa com desinfetante antes de trazer um novo animal. Acredite ou não, algumas doenças ficam no ambiente e podem contaminar filhotes que ainda não são vacinados.
Nos casos em que o pet possuía um registro Animal (GA), você deve entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses e informar o falecimento do animal.
Se o seu bichinho de estimação foi sacrificado, é natural que a clínica se responsabilize pelo corpo para a retirada da prefeitura. De qualquer forma, você tem a opção de levá-lo, caso queira procurar serviços funerários particulares.

Cemitérios e crematórios para animais

Apesar de existirem empresas especializadas em cremação animal, é muito comum que os cemitérios para animais já possuam o serviço de cremação também. Confira a seleção que fizemos de algumas dessas empresas, a seguir.

1. Grande São Paulo

a) PetMemorial (http://www.petmemorial.com.br)

Localização: Estrada Sadae Takagi, 860 – Jd. Cooperativa.
São Bernardo do Campo – SP.
Contato: (11) 4343-0000, 0800 772 8885.

b) Reino Animal (http://www.reinoanimalsp.com.br)

Localização: . Profº Hasegawa, 719 – Itaquera.
São Paulo – SP.
Contato: (11) 2522-7000, (11) 3451-1177, (11) 2641-6343.

c) Cemitério Jardim do Amigo (http://www.cemiteriojardimdoamigo.com.br)

Localização: . José Aguila Sanches, 64 – Ambuita.
Itapevi – SP.
Contato: (11) 4144-2512, (11) 4144-2884.

2. Campinas

a) Parque São Francisco de Assis (http://www.cemiteriodeanimais.com.br)

Localização: . Lauro Vanucci, 1.600 – Jd. Sta. Cândida.
Campinas – SP.
Contato: (19) 3296-0313.

3. Botucatu

a) Cemitério de Animais Botucatu (http://www.cemiteriodeanimaisbotucatu.com.br)

Localização: odovia Antônio Butgnoli, Km1 – ubião Jr.
Botucatu – SP.
Contato: (14) 9775-2898.

4. Grande Belo Horizonte

a) Cemitério dos Animais (http://cemiteriodosanimais.com.br)

Localização: . Neide Andrade Araújo, 280 - Bairro Bandeirinhas.
Betim – MG.
Contato: (31) 4127-1636

5. Grande io de Janeiro

a) Pet’s Garden (http://www.petsgarden.com.br/)

Localização: Estrada do Morro Cavado, 1.485 – Ilha de Guaratiba.
io de Janeiro – J.
Contato: (21) 3325-7704.

6. Grande Curitiba

a) Pet World (http://www.petworldcrematorio.com.br)

Localização: . Mário Strapasson, 5 – Imbuial.
Curitiba – P.
Contato: (41) 3663-6335.

b) PetCéu (http://www.petceu.com.br/)

Localização: . Santa Helena, 51 – Pinhais.
Curitiba – P.
Contato: (41) 3668-5858, (41) 3668-5859.

7. Grande Porto Alegre/ São Leopoldo

a) Vale Liberdade Eterna – Zoobraz Brazcão (http://www.zoobrazcao.com.br/)

Localização: Estrada do Socorro, 1125 – Arrio da Manteiga.
São Leopoldo – S.
Contato: (51) 3568-0212, (51) 9114-5121.

b) Memorial Park (http://www.hagah.com.br/rs/sao-leopoldo/local/193613,2,memorial-park-cemiterio-de-animais.html) 

Localização: . Cinco, 45 – Fazenda São Borja – São Borja.
São Leopoldo – S.
Contato: (51) 9145-0808.
Matéria revisada por um profissional veterinário da Equipe AgendaPet.


 

terça-feira, 8 de março de 2016

Golpe pelo celular

Olha só que emoção logo de manhã receber uma notícia dessa!!!!! EU ganhei 30 mil!!!!! Uhull

SÓ QUE NÃO...

Nunca participei de promoção nenhuma da Claro (nem meu número da Claro eu sei de cór!)

Não é de hoje que esses golpistas aplicam esse tipo de golpe (quase sempre de dentro de presídios)

O triste é saber que MUITA gente acaba caindo... idosos, pessoas mal informadas, inocentes mesmo... Caramba, com essa crise toda no Brasil receber dinheiro inesperado dá até um baque, nos "cegando" para "verdadeira" mensagem recebida... 

Normalmente eles falam "você foi sorteado"... para ser sorteado precisamos ter participado de algo... 
MAS EU GANHEI 30 MIL REAIS!!!! que se dane se não participei de nada!!!!

Gente não é bem assim MESMO! Aquele ditado "quando a esmola é demais o santo desconfia" é muito válido!!!!

Na maioria dos casos, o objetivo é conseguir recarga telefônica ou induzir o “premiado” a realizar depósitos bancários em contas desconhecidas, requisito para receber o “prêmio”*
*(Em alguns casos, a pessoa é induzida a fazer depósitos em contas bancárias como condição para a liberação dos supostos prêmios. As desculpas mais comuns para esses pagamentos são "impostos", "taxa de cadastro", "protocolo", "processamento", "doação".)

O princípio é o mesmo de todos os golpes: os estelionatários se valem de uma combinação de ingenuidade, curiosidade e o desejo da vítima em obter vantagem.

Segundo o especialista em combate a fraudes Lorenzo Parodi, autor do livro Manual das Fraudes, na maioria dos casos, o prefixo dos telefones usados pelos golpistas é 85 ou 88(na minha mensagem foi o 88, no site do G1 tem uma matéria falando que ano passado prenderam quadrilha no Ceará que aplicava esse golpe aqui em São Paulo leia a matéria AQUI mas (como sempre) não resolveu...), código de área de cidades do Ceará. Porém, o 21, do Rio de Janeiro, também aparece com frequência. Ele destaca que golpes por celular normalmente são aplicados por presidiários, que, muitas vezes, contam com apoio externo. 

— Tanto este quanto o do falso sequestro são atividades lucrativas. Eles [detentos] se dedicam a esse tipo de atividade com apoio de uma estrutura externa. Isso pressupõe uma organização por trás. Facilmente estão ligados ao crime organizado. Os cartões [telefônicos], eles aproveitam dentro da cadeia. Para mandar mensagens, para aplicar o golpe do falso sequestro. Mas o dinheiro que também captam tem que ser sacado por alguém de fora da prisão. Então, precisam de uma estrutura externa já montada, com contas em nomes de laranjas ou documentos frios.

A verdadeira prevenção é a informação. Na hora em que você leu ou viu na TV ou conversou com alguém, você pode receber 50 mensagens e não vai cair nunca.