segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Os famosos e cobiçados sapatos com a sola vermelha

Louboutin: designer com olhar de poeta   
Poucos homens mexem tanto com os pés – e a cabeça – das mulheres quanto Christian Louboutin, 52 anos, uma figura apaixonada por sapatos e também apaixonante quando começa a falar sobre arte, cores, desejos e inspirações que o levaram a desenhar modelos tão únicos. No documentário “Christian Louboutin – Top Of The Heels”, exibido recentemente em uma sessão para convidados em São Paulo, o artista que nasceu em Paris em uma família de mulheres (a mãe e três irmãs) e se encantou com uma imagem de uma mulher vestindo um sapato de salto alto afiado, vista no Museu de Arte Africana, na capital francesa, explica que tornou-se o que é hoje graças a tantas influências do universo feminino. Tanto que, aos 12 anos, começou a desenhar sapatos.
O icônico scarpin de verniz preto com solado vermelho  

 Foi assim que, de desenho em desenho, o estilista abriu, em 1992, sua primeira loja no número 19 da rua Jean-Jacques Rousseau, em Paris. Como mostra o documentário, o modelo Pensée, inspirado no movimento do Pop Art e nas obras de Andy Warhol, foi o primeiro a ganhar o tão famoso solado vermelho. Como Louboutin chegou a essa ideia? Ao ver o modelo ganhar forma além do papel, sentiu que os sapatos precisavam de um toque especial de cor. Neste momento, sua assistente pintava as unhas. No impulso, ele pegou o vidro de esmalte vermelho, pintou a sola do sapato e… voilá! Desta forma sua marca registrada nasceu. “Elas representam o poder da feminilidade das mulheres”, afirma. Inicialmente, foram os americanos que contribuíram para a explosão da grife. É que eles compraram milhares de unidades do modelo Love, cuja junção dos dois pés forma a palavra. “Não fossem eles e eu estaria falido”, brinca no documentário. O episódio ocorreu seis meses após a abertura da primeira loja. Em 1994, Louboutin fincou seus dois pés em Nova York, com a abertura de sua primeira loja na cidade. Embora ele seja um best-seller global, hoje, os maiores compradores vêm da Ásia e dos Emirados Árabes.

Scarpin na versão dourada, o modelo é o predileto de Louboutin

 Com ateliê em Paris, onde desenha todos os sapatos que mexem propositalmente com o desejo feminino e o imaginário masculino (caso do scarpin dourado acima), Louboutin é exigente e deixa claro que a qualidade precisa estar em primeiro lugar. Por isso, alguns modelos são confeccionados na Itália, com histórica vocação para a produção de sapatos. “A Itália não é o reino do aproximado, mas o reino do exato”, explica. Seu modelo predileto? Se tivesse que eleger um único modelo para a mulher, seria o scarpin.  “Para a mulher, o sapato é uma extensão do corpo feminino. Já para o homem é um objeto. Basta observar a pintura Olympie, de Édouard Manet (no acervo do Museu D´Orsay”, conta Louboutin. A imagem (abaixo) da nudez revela que ela não veste roupas, mas não larga o salto.

Olympia, de Manet: nua, mas com salto

 Atualmente, a grife tem 103 lojas espalhadas pelo mundo, incluindo algumas exclusivamente masculinas. No Brasil, são três unidades em operação – Shopping Iguatemi e JK Iguatemi (ambos em SP) e Shopping Iguatemi Brasília (DF). A unidade do JK tem como diferencial um lounge (foto abaixo)  voltado para atender apenas os homens. Segundo Veronique Claverie, diretora-geral da Louboutin no Brasil, o Pigalle (foto acima) é um dos best-sellers da marca. No Brasil, ele custa a partir de R$ 2.590. Já o produto mais acessível é a sapatilha Air Loubi, por R$1.190. Ela é destinada para uso em ambientes internos e também é indicada para viagens dado seu conforto. O slipper de luxo usa couro e tecidos macios e também tem a caracterítica da sola vermelha feita em couro maleável. O toque final é dado por um laço de gorgurão, que já é marca registrada de Louboutin.

Unidade do JK Iguatemi, uma das três lojas da Louboutin no Brasil
 fonte:http://www.forbes.com.br


Essas solas vermelhas dispensam apresentações — principalmente para quem gosta de moda e é louca por sapatos. Elas são mais do que uma assinatura, são o legado de Christian Louboutin, responsável por criar verdadeiros objetos de desejo para as mulheres, sejam elas anônimas ou famosas.
Aliás, celebridades como Sarah Jessica Parker, Mary-Kate Olsen, Victoria Beckham, Christina Aguilera, Angelina Jolie, Jennifer Lopez, Lady Gaga, Mariah Carey, Katie Holmes e Blake Lively são fãs declaradas de Louboutin e podem ser vistas com frequência desfilando um de seus modelos por aí.
E tanto alvoroço não é apenas por causa do famoso e cobiçado solado vermelho-escarlate. As criações do estilista têm um quê fetichista, com saltos altíssimos, materiais de qualidade e modelos que vão do mais simples e clássico ao mais glamouroso, extravagante e inusitado.
Tamanha criatividade também foi usada por ele para dirigir o espetáculo de uma das principais casas noturnas de Paris neste ano, a Crazy Horse, símbolo do erotismo e da elegância francesa. Além de planejar a apresentação de quatro números de "FEU", musical inspirado nos tempos do cabaré que ficou em cartaz por três meses, Louboutin, claro, vestiu os pés das bailarinas. Após Dita von Teese e a princesa e atriz francesa Clotilde Courau, ele foi o primeiro criador de moda convidado a revisitar o show.

Ai, ai, ai... só nos resta babar... rsrsrs
( fotos: http://us.christianlouboutin.com/us_en


o meu queridinho...
 

esse também...































e esse...


















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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Os famosos e cobiçados sapatos com a sola vermelha

Louboutin: designer com olhar de poeta   
Poucos homens mexem tanto com os pés – e a cabeça – das mulheres quanto Christian Louboutin, 52 anos, uma figura apaixonada por sapatos e também apaixonante quando começa a falar sobre arte, cores, desejos e inspirações que o levaram a desenhar modelos tão únicos. No documentário “Christian Louboutin – Top Of The Heels”, exibido recentemente em uma sessão para convidados em São Paulo, o artista que nasceu em Paris em uma família de mulheres (a mãe e três irmãs) e se encantou com uma imagem de uma mulher vestindo um sapato de salto alto afiado, vista no Museu de Arte Africana, na capital francesa, explica que tornou-se o que é hoje graças a tantas influências do universo feminino. Tanto que, aos 12 anos, começou a desenhar sapatos.
O icônico scarpin de verniz preto com solado vermelho  

 Foi assim que, de desenho em desenho, o estilista abriu, em 1992, sua primeira loja no número 19 da rua Jean-Jacques Rousseau, em Paris. Como mostra o documentário, o modelo Pensée, inspirado no movimento do Pop Art e nas obras de Andy Warhol, foi o primeiro a ganhar o tão famoso solado vermelho. Como Louboutin chegou a essa ideia? Ao ver o modelo ganhar forma além do papel, sentiu que os sapatos precisavam de um toque especial de cor. Neste momento, sua assistente pintava as unhas. No impulso, ele pegou o vidro de esmalte vermelho, pintou a sola do sapato e… voilá! Desta forma sua marca registrada nasceu. “Elas representam o poder da feminilidade das mulheres”, afirma. Inicialmente, foram os americanos que contribuíram para a explosão da grife. É que eles compraram milhares de unidades do modelo Love, cuja junção dos dois pés forma a palavra. “Não fossem eles e eu estaria falido”, brinca no documentário. O episódio ocorreu seis meses após a abertura da primeira loja. Em 1994, Louboutin fincou seus dois pés em Nova York, com a abertura de sua primeira loja na cidade. Embora ele seja um best-seller global, hoje, os maiores compradores vêm da Ásia e dos Emirados Árabes.

Scarpin na versão dourada, o modelo é o predileto de Louboutin

 Com ateliê em Paris, onde desenha todos os sapatos que mexem propositalmente com o desejo feminino e o imaginário masculino (caso do scarpin dourado acima), Louboutin é exigente e deixa claro que a qualidade precisa estar em primeiro lugar. Por isso, alguns modelos são confeccionados na Itália, com histórica vocação para a produção de sapatos. “A Itália não é o reino do aproximado, mas o reino do exato”, explica. Seu modelo predileto? Se tivesse que eleger um único modelo para a mulher, seria o scarpin.  “Para a mulher, o sapato é uma extensão do corpo feminino. Já para o homem é um objeto. Basta observar a pintura Olympie, de Édouard Manet (no acervo do Museu D´Orsay”, conta Louboutin. A imagem (abaixo) da nudez revela que ela não veste roupas, mas não larga o salto.

Olympia, de Manet: nua, mas com salto

 Atualmente, a grife tem 103 lojas espalhadas pelo mundo, incluindo algumas exclusivamente masculinas. No Brasil, são três unidades em operação – Shopping Iguatemi e JK Iguatemi (ambos em SP) e Shopping Iguatemi Brasília (DF). A unidade do JK tem como diferencial um lounge (foto abaixo)  voltado para atender apenas os homens. Segundo Veronique Claverie, diretora-geral da Louboutin no Brasil, o Pigalle (foto acima) é um dos best-sellers da marca. No Brasil, ele custa a partir de R$ 2.590. Já o produto mais acessível é a sapatilha Air Loubi, por R$1.190. Ela é destinada para uso em ambientes internos e também é indicada para viagens dado seu conforto. O slipper de luxo usa couro e tecidos macios e também tem a caracterítica da sola vermelha feita em couro maleável. O toque final é dado por um laço de gorgurão, que já é marca registrada de Louboutin.

Unidade do JK Iguatemi, uma das três lojas da Louboutin no Brasil
 fonte:http://www.forbes.com.br


Essas solas vermelhas dispensam apresentações — principalmente para quem gosta de moda e é louca por sapatos. Elas são mais do que uma assinatura, são o legado de Christian Louboutin, responsável por criar verdadeiros objetos de desejo para as mulheres, sejam elas anônimas ou famosas.
Aliás, celebridades como Sarah Jessica Parker, Mary-Kate Olsen, Victoria Beckham, Christina Aguilera, Angelina Jolie, Jennifer Lopez, Lady Gaga, Mariah Carey, Katie Holmes e Blake Lively são fãs declaradas de Louboutin e podem ser vistas com frequência desfilando um de seus modelos por aí.
E tanto alvoroço não é apenas por causa do famoso e cobiçado solado vermelho-escarlate. As criações do estilista têm um quê fetichista, com saltos altíssimos, materiais de qualidade e modelos que vão do mais simples e clássico ao mais glamouroso, extravagante e inusitado.
Tamanha criatividade também foi usada por ele para dirigir o espetáculo de uma das principais casas noturnas de Paris neste ano, a Crazy Horse, símbolo do erotismo e da elegância francesa. Além de planejar a apresentação de quatro números de "FEU", musical inspirado nos tempos do cabaré que ficou em cartaz por três meses, Louboutin, claro, vestiu os pés das bailarinas. Após Dita von Teese e a princesa e atriz francesa Clotilde Courau, ele foi o primeiro criador de moda convidado a revisitar o show.

Ai, ai, ai... só nos resta babar... rsrsrs
( fotos: http://us.christianlouboutin.com/us_en


o meu queridinho...
 

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