segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

O lado negro do chocolate

Dias atrás eu conversava com minhas primas sobre isso: o uso do trabalho ESCRAVO infantil na indústria do chocolate, e hoje, na escola, meu filho assistiu à esse documentário, e de dever de casa tem que pesquisar sobre marcas que NÃO utilizam trabalho escravo infantil. Achei muito mas muito legal essa atitude da professora de História para conscientização dos pequenos (pequenos só modo de falar pq o Gustavo está com 11 anos e já está da minha altura kkkk). Um beijo pra você prof. Marlene!!!

A páscoa está chegando e todos querem degustar os deliciosos ovos de páscoa (Páscoa, que assim como Natal virou uma data completamente COMERCIAL...meu, quase 50 reais um ovo de páscoa!!!???? que qué isso??!! a cada ano eles surtam mais com os preços ABSURDO!).

Que é gostoso isso é fato... mas se estivermos conscientes, dá pra comer sem aquela culpa, ainda mais depois de assistir esse documentário:



As 7 Marcas de Chocolate que Utilizam Trabalho Escravo Infantil




Em setembro de 2015, foi apresentada uma ação judicial contra a Mars, a Nestlé e a Hershey alegando que estas estavam a enganar os consumidores que "sem querer" estavam a financiar o negócio do trabalho escravo infantil do chocolate na África Ocidental.

Crianças entre os 11 e os 16 anos (por vezes até mais novas) são fechadas em plantações isoladas, onde trabalham de 80 a 100 horas por semana. O documentário Slavery: A global Investigation  (Escravidão: Uma Investigação Global) entrevistou crianças que foram libertadas, que contaram que frequentemente lhes davam murros e lhes batiam com cintos e chicotes. "Os espancamentos eram uma parte da minha vida", contou Aly Diabate, uma destas crianças libertadas. "Sempre que te carregavam com sacos [de grãos de cacau] e caías enquanto os transportavas, ninguém te ajudava. Em vez disso, batiam-te e batiam-te até que te levantasses de novo."
Em 2001, a FDA queria aprovar uma legislação para a aplicação do selo “slave free” (sem trabalho escravo) nos rótulos das embalagens. Antes da legislação ser votada, a indústria do chocolate - incluindo a Nestlé, a Hershey e a Mars - usou o seu dinheiro para a parar, prometendo acabar com o trabalho escravo infantil das suas empresas até 2005. Este prazo tem sido repetidamente adiado, sendo de momento a meta até 2020. Enquanto isto, o número de crianças que trabalham na indústria do cacau aumentou 51% entre 2009 e 2014, segundo um relatório de julho de 2015 da Universidade Tulane.

Como uma das crianças libertadas disse: "Vocês desfrutam de algo que foi feito com o meu sofrimento. Trabalhei duro para eles, sem nenhum benefício. Estão a comer a minha carne."
As 7 marcas de chocolate que utilizam cacau proveniente de trabalho escravo infantil são:

  1. Hershey
  2. Mars
  3. Nestlé
  4. ADM Cocoa
  5. Godiva
  6. Fowler’s Chocolate
  7. Kraft

    A US Uncut publicou uma lista das empresas de chocolate que decidiram evitar a exploração do trabalho infantil.

    1. Clif Bar
    2. Green and Black’s
    3. Koppers Chocolate
    4. L.A. Burdick Chocolates
    5. Denman Island Chocolate
    6. Gardners Candie
    7. Montezuma’s Chocolates
    8. Newman’s Own Organics
    9. Kailua Candy Company
    10. Omanhene Cocoa Bean Company
    11. Rapunzel Pure Organics
    12. The Endangered Species Chocolate Company
    13. Cloud Nine

    O que podemos fazer?

    Podemos evitar de comprar das empresas que exploram o trabalho infantil com base em um sistema inaceitável para o cultivo e a produção de cacau, escolhendo as que ofereçam garantias de respeito aos trabalhadores, com referência aos produtos de comércio justo.

    Leia mais sobre produtos do trabalho escravo AQUI

    fonte:http://oplanetaquetemos.blogspot.com.br e https://www.greenme.com.br/viver/especial-criancas/2469-9-multinacionais-do-chocolate-que-exploram-criancas

0 comentários:

Postar um comentário

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

O lado negro do chocolate

Dias atrás eu conversava com minhas primas sobre isso: o uso do trabalho ESCRAVO infantil na indústria do chocolate, e hoje, na escola, meu filho assistiu à esse documentário, e de dever de casa tem que pesquisar sobre marcas que NÃO utilizam trabalho escravo infantil. Achei muito mas muito legal essa atitude da professora de História para conscientização dos pequenos (pequenos só modo de falar pq o Gustavo está com 11 anos e já está da minha altura kkkk). Um beijo pra você prof. Marlene!!!

A páscoa está chegando e todos querem degustar os deliciosos ovos de páscoa (Páscoa, que assim como Natal virou uma data completamente COMERCIAL...meu, quase 50 reais um ovo de páscoa!!!???? que qué isso??!! a cada ano eles surtam mais com os preços ABSURDO!).

Que é gostoso isso é fato... mas se estivermos conscientes, dá pra comer sem aquela culpa, ainda mais depois de assistir esse documentário:



As 7 Marcas de Chocolate que Utilizam Trabalho Escravo Infantil




Em setembro de 2015, foi apresentada uma ação judicial contra a Mars, a Nestlé e a Hershey alegando que estas estavam a enganar os consumidores que "sem querer" estavam a financiar o negócio do trabalho escravo infantil do chocolate na África Ocidental.

Crianças entre os 11 e os 16 anos (por vezes até mais novas) são fechadas em plantações isoladas, onde trabalham de 80 a 100 horas por semana. O documentário Slavery: A global Investigation  (Escravidão: Uma Investigação Global) entrevistou crianças que foram libertadas, que contaram que frequentemente lhes davam murros e lhes batiam com cintos e chicotes. "Os espancamentos eram uma parte da minha vida", contou Aly Diabate, uma destas crianças libertadas. "Sempre que te carregavam com sacos [de grãos de cacau] e caías enquanto os transportavas, ninguém te ajudava. Em vez disso, batiam-te e batiam-te até que te levantasses de novo."
Em 2001, a FDA queria aprovar uma legislação para a aplicação do selo “slave free” (sem trabalho escravo) nos rótulos das embalagens. Antes da legislação ser votada, a indústria do chocolate - incluindo a Nestlé, a Hershey e a Mars - usou o seu dinheiro para a parar, prometendo acabar com o trabalho escravo infantil das suas empresas até 2005. Este prazo tem sido repetidamente adiado, sendo de momento a meta até 2020. Enquanto isto, o número de crianças que trabalham na indústria do cacau aumentou 51% entre 2009 e 2014, segundo um relatório de julho de 2015 da Universidade Tulane.

Como uma das crianças libertadas disse: "Vocês desfrutam de algo que foi feito com o meu sofrimento. Trabalhei duro para eles, sem nenhum benefício. Estão a comer a minha carne."
As 7 marcas de chocolate que utilizam cacau proveniente de trabalho escravo infantil são:

  1. Hershey
  2. Mars
  3. Nestlé
  4. ADM Cocoa
  5. Godiva
  6. Fowler’s Chocolate
  7. Kraft

    A US Uncut publicou uma lista das empresas de chocolate que decidiram evitar a exploração do trabalho infantil.

    1. Clif Bar
    2. Green and Black’s
    3. Koppers Chocolate
    4. L.A. Burdick Chocolates
    5. Denman Island Chocolate
    6. Gardners Candie
    7. Montezuma’s Chocolates
    8. Newman’s Own Organics
    9. Kailua Candy Company
    10. Omanhene Cocoa Bean Company
    11. Rapunzel Pure Organics
    12. The Endangered Species Chocolate Company
    13. Cloud Nine

    O que podemos fazer?

    Podemos evitar de comprar das empresas que exploram o trabalho infantil com base em um sistema inaceitável para o cultivo e a produção de cacau, escolhendo as que ofereçam garantias de respeito aos trabalhadores, com referência aos produtos de comércio justo.

    Leia mais sobre produtos do trabalho escravo AQUI

    fonte:http://oplanetaquetemos.blogspot.com.br e https://www.greenme.com.br/viver/especial-criancas/2469-9-multinacionais-do-chocolate-que-exploram-criancas

Nenhum comentário:

Postar um comentário