quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Bichos (1960) - Lygia Clark

Bichos, 1960
  Lygia Clark (Belo Horizonte, 1920 – Rio de Janeiro, 1988) começou seus estudos artísticos em 1947, no Rio de Janeiro, sob a orientação de Roberto Burle Marx e Zélia Salgado. Em 1950, viajou a Paris e, naquele período, tinha escadas e desenhos de seus filhos como temas de seus trabalhos. Sua primeira exposição individual foi justamente na capital francesa, em 1952, mas logo depois ela voltou ao Rio de Janeiro, onde expôs no Ministério da Educação e da Cultura.
Clark é uma das fundadoras do Grupo Frente, de 1954, em que se dedicou ao estudo do espaço e da materialidade do ritmo, junto a Décio Vieira, Rubem Ludolf, Abraham Palatnik, João José da Costa, entre outros. Nessa época, apresentou as suas “Superfícies Moduladas, 1955-57” e “Planos em Superfície Modulada, 1957-58”. Estas séries deslocavam a pintura para longe do espaço claustrofóbico da moldura. Com isso, Lygia criava a linha-luz como módulo construtor do plano e a projeção de cada figura geométrica para além dos limites do suporte, ampliando a extensão de suas áreas.

Em 1960, Lygia cria a série Bichos: esculturas, feitas em alumínio, possuidoras de dobradiças, que promovem a articulação das diferentes partes que compõem o seu “corpo”. O espectador, agora transformando em participador, é convidado a descobrir as inúmeras formas que esta estrutura aberta oferece, manipulando as suas peças de metal. Com esta série, Clark torna-se uma das pioneiras na arte participativa mundial. Em 1961, ganha o prêmio de melhor escultura nacional na VI Bienal de São Paulo, com os “Bichos”.
fonte: https://www.escritoriodearte.com/artista/lygia-clark/

 

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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Bichos (1960) - Lygia Clark

Bichos, 1960
  Lygia Clark (Belo Horizonte, 1920 – Rio de Janeiro, 1988) começou seus estudos artísticos em 1947, no Rio de Janeiro, sob a orientação de Roberto Burle Marx e Zélia Salgado. Em 1950, viajou a Paris e, naquele período, tinha escadas e desenhos de seus filhos como temas de seus trabalhos. Sua primeira exposição individual foi justamente na capital francesa, em 1952, mas logo depois ela voltou ao Rio de Janeiro, onde expôs no Ministério da Educação e da Cultura.
Clark é uma das fundadoras do Grupo Frente, de 1954, em que se dedicou ao estudo do espaço e da materialidade do ritmo, junto a Décio Vieira, Rubem Ludolf, Abraham Palatnik, João José da Costa, entre outros. Nessa época, apresentou as suas “Superfícies Moduladas, 1955-57” e “Planos em Superfície Modulada, 1957-58”. Estas séries deslocavam a pintura para longe do espaço claustrofóbico da moldura. Com isso, Lygia criava a linha-luz como módulo construtor do plano e a projeção de cada figura geométrica para além dos limites do suporte, ampliando a extensão de suas áreas.

Em 1960, Lygia cria a série Bichos: esculturas, feitas em alumínio, possuidoras de dobradiças, que promovem a articulação das diferentes partes que compõem o seu “corpo”. O espectador, agora transformando em participador, é convidado a descobrir as inúmeras formas que esta estrutura aberta oferece, manipulando as suas peças de metal. Com esta série, Clark torna-se uma das pioneiras na arte participativa mundial. Em 1961, ganha o prêmio de melhor escultura nacional na VI Bienal de São Paulo, com os “Bichos”.
fonte: https://www.escritoriodearte.com/artista/lygia-clark/

 

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