sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Tarefas de casa que você só precisa fazer em ano bissexto

Nem todas as atividades precisam ser feitas diariamente. Algumas dá pra investir só em ano bissexto.

Quanto o assunto é manutenção da casa, há atividades que carecem ser realizadas todos os dias e outras que não necessitam ser feitas com tanta frequência. Há aquelas que podem ser feitas há quatro anos, só em ano bissexto. 

Abaixo, quatro tarefas que podem ser colocadas em prática apenas em ano bissexto.

1. Fazer pintura geral interna e externa. Geralmente, as tintas têm uma “vida útil” informada na embalagem do produto. Quatro anos depois de pintar as paredes internas e externas de uma residência, as paredes começam a desbotar e descascar. Vale a pena reaplicar o material.

2. Verificar os rejuntes de azulejos e renová-los. Tal qual as tintas, os rejuntes podem começar a descolar e provocar grandes problemas, como infiltração. A dica, então, é renová-los após esse período caso eles estejam problemáticos.

3. Lixar superficialmente e fazer nova aplicação de resina sobre os assoalhos. É fato: com o uso, os assoalhos começam a ter riscos e perder o brilho e a beleza que apresentam após a aplicação. Então, para deixar seu chão mais charmoso, o indicado é reaplicar uma resina.

4. Fazer limpeza profunda em pedras e mármores, com lixadeira pesada e aplicar resina. Esses materiais também se desgastam com o tempo e perdem o brilho.

Gostou das dicas? Então, anote algumas tarefas que precisam ser realizadas anualmente e, outras, a cada década.


A cada ano 
1. Limpeza da caixa d’água. Feche a água da rua e use apenas a água da caixa até esvaziar.
2. Limpeza das calhas. O ideal é que esse procedimento seja realizado antes do período de chuvas.
3. Vistoria nas telhas para verificar se algumas quebraram. Também deve ser feito antes das chuvas.
4. Fazer dedetização geral. É importante para acabar com insetos.

A cada 10 anos
1. Verificar o estado dos fios e cabos elétricos.
2. Avaliar se houve mudança na carga (compra de mais aparelhos) e adequar os disjuntores no quadro de força.
3. Analisar se os caibros e ripas do telhado de madeira continuam em bom estado (rachaduras, curvaturas, cupim etc.).

 fonte:http://casa.abril.com.br

Ainda sobre o ano bissexto: Por que o nome bissexto? E quem nasce em 29 de Fevereiro?



Mas por que, afinal, o nome é bissexto?

Ao contrário do que muita gente pensa, o nome "bissexto" não vem do fato de o número de dias do ano (366) terminar em 66. A explicação é bem mais complexa.

Em um ano bissexto, o dia extra não é o 29. Na época dos primeiros anos bissextos a intersecção era feita de acordo com os interesses do Império Romano. O primeiro mês do ano era março, quando começava a primavera (“prima” significa primeira, e “vera”, estação). O primeiro dia de março se chamava “calendas de março”. Foi daí que veio a palavra calendário.

Fevereiro era, então, mês de virada de ano e o costume da época era festejar o ano novo durante os últimos cinco dias do mês. Se o dia extra fosse colocado no fim de fevereiro, o período de folga seria prolongado e o Império Romano não gostou dessa idéia.
 Foi decidido que a intersecção aconteceria no meio dos dias de trabalho.

O dia 23 de fevereiro era o sexto dia antes do ano novo. Quando o ano era bissexto, um dia útil a mais era colocado na seqüência e tanto o 23 quanto o 24 eram chamados pelas autoridades de “sexto dia antes da calendas de março” (em latim, “antediem sextum Calendas Martii”). O nome "bissexto" vem daí: o ano tinha dois “sextos” antes da calendas de março.

E quem nasce em 29 de fevereiro?


As pessoas que fazem aniversário em 29 de fevereiro têm um problema técnico: só podem
comemorar no dia exato uma vez a cada 4 anos - caso dos 6.337 brasileiros que nasceram nesse dia no ano bissexto de 2004. Nos anos que não são bissextos, eles têm de optar pelo dia 28 de fevereiro ou 1º de março. Alguns pais de nascidos nesse dia especial preferem registrá-los no dia anterior ou seguinte, para evitar que isso aconteça. Mas essa é uma escolha feita por mera conveniência, já que nenhum cartório proíbe o registro no dia 29


Anos bissextos entre 1000 e 2020 

004      1008      1012      1016      1020      1024      1028      1032      1036      1040      1044      1048      1052      1056      1060    
1064      1068      1072      1076      1080      1084      1088      1092      1096      1104      1108      1112      1116      1120      1124    
1128      1132      1136      1140      1144      1148      1152      1156      1160      1164      1168      1172      1176      1180      1184    
1188      1192      1196      1200      1204      1208      1212      1216      1220      1224      1228      1232      1236      1240      1244    
1248      1252      1256      1260      1264      1268      1272      1276      1280      1284      1288      1292      1296      1304      1308    
1312      1316      1320      1324      1328      1332      1336      1340      1344      1348      1352      1356      1360      1364      1368    
1372      1376      1380      1384      1388      1392      1396      1404      1408      1412      1416      1420      1424      1428      1432    
1436      1440      1444      1448      1452      1456      1460      1464      1468      1472      1476      1480      1484      1488      1492    
1496      1504      1508      1512      1516      1520      1524      1528      1532      1536      1540      1544      1548      1552      1556    
1560      1564      1568      1572      1576      1580      1584      1588      1592      1596      1600      1604      1608      1612      1616    
1620      1624      1628      1632      1636      1640      1644      1648      1652      1656      1660      1664      1668      1672      1676    
1680      1684      1688      1692      1696      1704      1708      1712      1716      1720      1724      1728      1732      1736      1740    
1744      1748      1752      1756      1760      1764      1768      1772      1776      1780      1784      1788      1792      1796      1804    
1808      1812      1816      1820      1824      1828      1832      1836      1840      1844      1848      1852      1856      1860      1864    
1868      1872      1876      1880      1884      1888      1892      1896      1904      1908      1912      1916      1920      1924      1928    
1932      1936      1940      1944      1948      1952      1956      1960      1964      1968      1972      1976      1980      1984      1988    
1992      1996      2000      2004      2008      2012      2016      2020    

Ano Bissexto

De tempos em tempos, o calendário tem um dia a mais: o 29 de fevereiro. Esses anos mais longos são chamados bissextos. Por que isso acontece?
O calendário que usamos (gregoriano), de 365 dias de 24 horas, tem uma pequena diferença em relação ao tempo que a Terra leva para contornar o sol. O ciclo solar, ou ano trópico, é definido como o intervalo entre o início de duas primaveras consecutivas no hemisfério Norte – indicando um ciclo completo da Terra em torno do sol. . Esse período é de 365 dias e aproximadamente 6 horas (na verdade, são 5 horas, 48 minutos, 45 segundos e 216 milésimos de segundo).
A cada 4 anos, a diferença de horas entre o ano solar e o do calendário convencional completa cerca de 24 horas (mais exatamente: 23 horas, 15 minutos e 864 milésimos de segundo). Para compensar essa diferença e evitar um descompasso em relação às estações do ano, insere-se um dia extra na folhinha e fevereiro fica com 29 dias. Essa correção é especialmente importante para atividades atreladas às estações, como a agricultura e até mesmo as festas religiosas.

Como surgiu o ano bissexto
A descoberta da necessidade dos anos bissextos aconteceu há muito tempo. “Há notícias de dias acrescentados no calendário com esse objetivo desde 324 a.C.”, conta Roberto Boczko, professor de astronomia do Instituto de Astronomia e Geologia (IAG) da Universidade de São Paulo (USP).
Os homens inventaram os primeiros calendários para conseguir se planejar em relação às estações , por causa da agricultura (a maioria das plantas completa seu ciclo nesse período) e das dificuldades climáticas (como invernos rigorosos). 

 Apesar das inúmeras tentativas, descobriu-se que é muito difícil estabelecer um calendário que tenha total harmonia com o ciclo solar.

As diversas tentativas de equiparar os calendários ao ano trópico eram desordenadas e faziam com que alguns anos fosse muito maiores que outros. Em 46 a.C., havia uma defasagem de 90 dias entre o calendário da época e o início da primavera. Naquele ano, as festas romanas em comemoração à estação mais florida do ano, marcadas para março (que era o primeiro mês do ano), caíram em pleno inverno.

O então imperador romano Júlio César resolveu acertar o relógio. Para resolver os atrasos anteriores, ele esticou aquele ano para 445 dias. A partir dali, instituiu a regra de intercalar, periodicamente, um ano com 1 dia a mais, por sugestão do astrônomo Sofígenes. Ficou combinado que, depois de 3 anos de 365 dias, viria um de 366 dias.

Mas, por confusão ou dificuldade, a regra foi cumprida de maneira diferente: os anos bissextos aconteciam depois de dois anos comuns (um ciclo de apenas 3 anos, e não 4, como quis Júlio César). 
O erro foi percebido em 10 a.C. e, para compensar, os anos bissextos foram suspensos até 8 d.C. A partir daí, o imperador César Augusto fez com que a regra de Júlio César fosse seguida sistematicamente: três anos comuns, um ano bissexto. 

Durante séculos a solução juliana resolveu o problema. Mas, no longo prazo, ela mostrou que não era suficiente para garantir a sincronia entre ano solar e calendário e demandou uma nova mudança.

Em 325 d.C., a Igreja Católica decidiu que o início da primavera deveria cair no dia 21 de março, para que combinasse com suas comemorações religiosas.
 Em 1582, esse dia caiu 10 dias depois do início da estação. 
O papa Gregório 13 resolveu a questão fazendo com que, em outubro, a contagem de dias pulasse 10 dias.
 As pessoas foram dormir na quinta-feira dia 4 e acordaram na sexta-feira no dia 15. 
Além desse acerto forçado (que fez com que a primavera começasse no dia 21 de março do ano seguinte, como a Igreja queria), Gregório 13 propôs um cálculo mais complexo, porém, mais certeiro para os anos bissextos.

Aceitando a sugestão do matemático Cristhovan Clavius, Gregório 13 decidiu que o cálculo passaria a ser o seguinte: continua a valer a regra de um bissexto a cada quatro anos, exceto para os anos que terminam em zero duplo (00). Estes só seriam bissextos uma vez a cada 400 anos.

saiba mais sobre ano bissexto AQUI  

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Telas e Redes de proteção

Ontem, no Fantástico passou uma matéria sobre redes de proteção. Assista AQUI
E hoje, falando com minha prima, soube que ela irá se mudar para um sobrado... Na hora veio em minha mente algo que ocorreu comigo uns 8 anos atrás: Eu morava em um sobrado, antigo, muito alto (eram 3 andares - a garagem, em cima a laje, a parte de baixo (cozinha, lavabo, sala, lavanderia) e em cima os quartos e banheiro) ou seja, olhando pela janela do meu quarto para a rua era bem alto mesmo!
Quando me mudei para lá eu estava grávida do Gustavo. Não tinha crianças ou seja, não tinha "perigos" naquela casa...
Um ano e meio depois que nasceu o Gustavo veio a Giovanna. Aí começou a ficar tenso o negócio kkkk.
Na sala havia uma escada para os quartos e cara, era um verdadeiro ímã para as crianças!!!!! Não sabiam nem andar mas engatinhavam para subir as escadas! Tenso com 1 imagina com 2!!!kkk
Na parte de cima coloquei aqueles portões para cachorro desses aqui:
 
Até que resolveu... (até eles terem uns 3 aninhos e aprenderem a abrir o portão)! 

Na parte de baixo da escada não dava pra colocar portão por que a escada era "aberta":

nessa foto eles já eram grandinhos não precisava da proteção mais...
Bom, até dava pra colocar, teria que cercar toda a escada, mas ia ficar muito feio...
O que eu fazia então? Colocava puffs e cadeiras bloqueando o acesso deles à escada (tá, assim ficou super bonito....kkkkkkk)

Nossa mas o que isso tem a ver com redes de proteção??? calma, vou falar agora! É que me lembrei da escada...

Bom, comentei da altura da casa (essa foto era da janela do meu quarto)
Quando eu olhava pela janela já dava um friozinho na barriga, maaas, como disse, não havia crianças, pra quê eu gastaria dinheiro para colocar grade/rede?? Ainda mais sendo a casa alugada...
Aí vieram as crianças... tudo bem, eu estava com elas 24hs por dia, vigiando cada passo, não poderia acontecer nada...
Até que um dia estávamos (as crianças e eu) em meu quarto, eu estava guardando algumas roupas no guarda-roupas... Quando olho para trás a Gi (com quase 2 anos), subiu em minha cama (isso que a cama não ficava encostada na janela) e se debruçou na janela!!!!! Naquele momento descobri que tinha super poderes, pois eu VOEI até ela e a tirei da janela... Meu, não foi um susto, foi um mini infarto!!!!!!
 As janelas dos quartos ficaram por duas semanas trancadas até o serralheiro vir instalar as grades...
Dica do dia: NÃO ECONOMIZE NA SEGURANÇA DOS SEUS FILHOS e se vc já tem filhos NÃO DEIXE PARA AMANHÃ, RESOLVA HOJE, AMANHÃ PODERÁ SER TARDE!!!!
Isso falo com experiência para sobrados, para apartamentos não tem nem o que falar, não é um item "opcional" mas sim OBRIGATÓRIO!!!!
Eu coloquei grades de ferro, falei sobre elas AQUI mas também tem a proteção em tela/ rede. Achei esse site bem legal, que fala sobre as telas de proteção. Não estou fazendo propaganda da empresa mas gostei porque tira muitas dúvidas. Para acessar clique
AQUI 

Produtos do Trabalho Escravo

Mesmo sem se dar conta, você pode estar comprando inúmeros produtos que são produzidos graças a exploração e abuso de seres humanos. As pessoas são geralmente escravizadas em uma idade jovem e nunca sequer tem a oportunidade de provar ou experimentar os produtos que passam suas vidas todas fazendo para nós.
Segundo o Índice de Escravidão Global de 2013 da Fundação Walk Free, o Brasil está 94º lugar no ranking de países com maior prevalência da escravidão moderna. Os piores países são Mauritânia, Haiti, Índia e Nepal, enquanto na ponta oposta aparecem Islândia, Irlanda e Reino Unido. Esse ranking, no entanto, também leva em conta casamento infantil e tráfico de pessoas, além da escravidão. No que se trata de trabalho forçado, isoladamente, Índia e China são as campeãs.
Por aqui, existem 200 mil pessoas nessa situação inaceitável. O trabalho quase escravo se concentra nas indústrias madeireira, carvoeira, de mineração e de construção civil, e nas lavouras de cana, algodão e soja. Outros graves problemas do nosso país são o turismo sexual no Nordeste e a exploração da mão de obra de imigrantes bolivianos em oficinas de costura.

O Brasil não está de braços cruzados na luta contra esse absurdo, no entanto. Em agosto de 2003, foi criada a Comissão Nacional Para a Erradicação do Trabalho Escravo (CONATRAE), órgão vinculado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, com a função de monitorar a execução do Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo. Esse plano contém 76 ações.

10. Chocolate


Existem problemas sérios quando se trata de comprar chocolate (coisa que praticamente todo mundo faz). A maioria das grandes empresas que vendem chocolate obtém cacau das mesmas fontes, na Costa do Marfim. E, apesar de alguns grupos de fiscalização nos últimos anos tentarem melhorar as condições por lá, a vida das pessoas que colhem cacau não é nada menos do que terrível. O trabalho é realizado por escravos, muitas vezes crianças. Várias dessas crianças são retiradas de países pobres como Mali. Algumas são raptadas, e há inúmeras reclamações de crianças desaparecidas. Para piorar a situação, os extremamente pobres às vezes vendem seus próprios filhos para a escravidão por tão pouco quanto US$ 30. Os pequenos precisam transportar sacos tão grandes de cacau que isso pode lhes causar danos físicos graves.
Se você pensa que não passamos por esse problema no Brasil, uma vez temos produção própria de cacau e não compramos chocolate de trabalho escravo africano, saiba que não é bem assim. O Brasil possui o terceiro maior mercado para chocolate do mundo. Para dar conta de tanta demanda, recorremos cada vez mais aos chocolates importados, principalmente porque a produção nacional vem caindo ano após ano.

9. Eletrônicos

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Você pode já ter ouvido falar de uma fábrica de produtos eletrônicos na China chamada Foxconn. Apesar de ser conhecida por inúmeras violações trabalhistas e abusos, incluindo quantidades absurdas de horas extras e não pagar às pessoas o que lhes é devido, muitas empresas de eletrônicos lucram com o trabalho escravo do povo “empregado” nessa instalação. A mais famosa dessas empresas é a Apple, mas a Foxconn também produz muitos outros produtos eletrônicos para muitas outras empresas, incluindo consoles de jogos para todas as grandes companhias do ramo.
A Apple foi pressionada para melhorar as condições da Foxconn, mas inspeções nas instalações após isso descobriram que o local ainda não está sequer perto do que precisa ser. As condições são tão ruins que muitos trabalhadores cometem suicídio. A fim de evitar isso, a Foxconn instalou redes nos exteriores dos prédios para detê-los (imagem acima). Eles também fizeram alguns trabalhadores assinarem notas afirmando que suas famílias não poderiam processar se eles se matassem devido às condições ruins. As horas extra, que chegam a cerca de 100 por semana no auge da produção, não são pagas. Se um funcionário se comporta mal, têm que escrever uma nota de confissão. Estas notas são veiculadas publicamente para humilhá-los. A Foxconn nem sequer dava bancos para seus funcionários sentarem até pouco tempo atrás. E o absurdo de tudo isso? Nós compramos como loucos produtos feitos com a ajuda desse pesadelo humano.

8. Maconha

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Muitas pessoas pensam que fumar maconha é um crime sem vítimas. Quando alguém acende um baseado, a única coisa que está prejudicando são seus próprios pulmões. Infelizmente, se você mora no Reino Unido, você pode estar apoiando a escravização de incontáveis crianças vietnamitas. Um especial chamado “Children of the Cannabis Trade” destacou este problema crescente na região. Muitos traficantes começam por manipular pessoas pobres no Vietnã, pedindo que eles deixem seus filhos serem levados para o Reino Unido para “uma vida melhor”. A ideia é que a pessoa terá que pagar uma quantia específica de dinheiro para isso, mas eles podem trabalhar para quitar tudo (o que nunca ocorre). O escravo não pode reclamar com as autoridades de seu novo país, uma vez que provavelmente será deportado – na melhor das hipóteses. Para piorar a situação, a indústria de cannabis ilegal no Reino Unido está crescendo e é gerenciada principalmente por traficantes vietnamitas. Quando a polícia invade suas operações, as crianças são tratadas como criminosas, e a maioria desaparece ou volta para as mãos de outros traficantes, por medo do que vai ser feito a suas famílias que ficaram no seu país natal.
Aqui no Brasil não dá para dizer que as coisas são muito diferentes. Nossos filmes sobre tráfico de drogas e favelas são famosos por todo o globo e dizem tudo: há muitas crianças nesse ambiente hostil, sustentado por cada indivíduo bem remunerado fumando seu baseado sentado no seu sofá confortável.

7. Roupas

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Se você já comprou um artigo barato de roupas no Walmart ou muitos outros (MUITOS MESMO) varejistas, há uma boa chance de que a peça tenha sido criada em uma fábrica exploradora. Uma roupa tão barata que não pode ser verdade… Não pode ser verdade, não?
Ou, pior, é verdade: é feita com trabalho escravo, principalmente da Ásia. Há muitas dessas fábricas em Bangladesh. Embora seja ilegal empregar crianças, muitas investigações secretas têm mostrado que o trabalho infantil é assustadoramente comum na indústria do vestuário, especialmente nesse país.
Para contornar o problema, algumas das fábricas da região que produzem roupas para o mundo ocidental afirmam ter melhores condições, e usam esses “melhores fábricas” como fachada, secretamente pagando locais escravistas para fazer as partes mais intensivas do trabalho.
Muitos dos proprietários dessas fábricas pensam em seus trabalhadores como pouco mais que propriedade. Em 2014, houve um incêndio em uma fábrica de Bangladesh. Os proprietários disseram aos funcionários que era apenas um ensaio (para o eventual caso de incêndio). Eles trancaram as portas do lado de fora e mais de 100 pessoas morreram. Parece que todas essas pessoas correndo para fora do prédio os preocupava mais do que a segurança dessas mesmas pessoas. No ano anterior, houve um colapso em outro edifício que matou mais de 1.000 pessoas. Muitos ficaram indignados com a maneira insensível com que os donos das fábricas trataram as vidas humanas, e o incidente fez com que a Disney pulasse fora do país – a companhia não compra mais produtos de lá. No entanto, como não quer perder uma pechincha (custe o que realmente custar), o Walmart ainda compra roupa de fábricas localizados em Bangladesh.

6. Borracha

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Na Libéria, a borracha é de longe o bem mais importante. Este líquido é colhido e transformado em todos os tipos de material que usamos todos os dias, como os pneus dos nossos carros. O processo em si é ambientalmente sustentável se bem feito, e pode ser bastante lucrativo. Infelizmente, muitas das pessoas nessa indústria veem os seres humanos da mesma forma que veem a borracha: como nada mais do que um recurso.

Em 2006, houve um grande problema quando duas grandes plantações de borracha ficaram nas mãos de ex-combatentes da guerra civil destrutiva da Libéria. De acordo com as investigações, essas plantações estavam tratando seus trabalhadores como escravos. O fabricante de pneus Firestone foi acusado de comprar dessas plantações contra os desejos do governo liberiano. Enquanto Firestone negou a acusação, um funcionário da empresa também admitiu que não podia ter certeza de que lugar específico as borrachas foram compradas. A indústria do material na Libéria é mal regulada e a mercadoria não é bem-acompanhada. Firestone pode não ter realmente sabido de quem estava comprando, o que só piora a situação.

5. Óleo de palma

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O óleo de palma é cada vez mais utilizado em países asiáticos como óleo de cozinha barato, mas também tem aplicações desde produtos cosméticos a combustível. Infelizmente, além de não ser muito bom para o meio ambiente, a indústria desse óleo é em grande parte construída sobre trabalho escravo e exploração maciça. Ela vale mais de US$ 40 bilhões (R$ 107 trilhões, no câmbio atual) por ano, e uma grande quantidade da produção que a impulsiona ocorre em duas ilhas na Indonésia: Bornéu e Sumatra. O trabalho escravo surge devido a grandes empresas, como a Kuala Lumpur Kepong (KLK) da Malásia, operarem na Indonésia, com mais de 70 plantações nas ilhas.

Quando se trata de encontrar trabalho para cultivar as plantas necessárias para fazer o óleo, há muito pouca contratação direta. Em vez disso, a contratação é terceirizada. Infelizmente, isso deixa muito pouca supervisão, e as empresas contratantes têm sido acusadas de práticas terríveis por escravos fugidos das fazendas. Os empreiteiros tendem a levar as pessoas longe de suas casas prometendo empregos com salário mínimo, mas os homens são obrigados a assinar contratos que lhes acorrentam a anos de serviço escravo, são emprestados dinheiro em vez de serem pagos e têm que comprar tudo de uma loja da empresa.
A KLK faz uma espécie de negação plausível, alegando que não podem controlar o que seus contratantes fazem. Eles apenas param de fazer negócios com eles quando ficam sabendo de abusos trabalhistas.

4. Bolsas falsificadas

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A indústria que produz bolsas falsificadas e outros itens semelhantes de imitação é uma empresa global multibilionária, de acordo com Dana Thomas, autora de “Deluxe: How Luxury Lost Its Luster”. De acordo com suas investigações, a indústria leva à perda de bem mais de 500.000 postos de trabalho só nos EUA. Este comércio é conhecido por utilizar trabalho escravo em sua maioria, muitas vezes crianças. Ela já acompanhou a polícia durante operações contra os locais de fabricação, e viu dezenas de criancinhas tratadas horrivelmente.
Em um caso, na Tailândia, em uma fábrica que fazia bolsas de grife falsificadas para consumidores ocidentais, os donos tinham quebrado as pernas das crianças para que nunca mais se curassem corretamente. Isso porque tinham se cansado das queixas dos pequenos que queriam brincar lá fora.

3. Diamantes

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Zimbábue tem sido notícia por causa do regime ditatorial de Robert Mugabe. Em uma eleição bastante disputada, Morgan Tsvangirai acabou como primeiro-ministro, mas Mugabe ainda se manteve presidente. As duas partes entraram em um acordo de partilha de poder. Mas parece que Mugabe não curtiu muito o arranjo. Antes que as coisas pudessem realmente ter uma chance de dar certo, seu partido, Zanu-PF, criou uma enorme operação de mineração de diamantes usando trabalho escravo que foi imposta pelos militares. De acordo com a Human Rights Watch, a operação foi posta em prática para que Mugabe pudesse ganhar dinheiro que não passasse diretamente por meio do governo agora compartilhado, bem como para poder pagar os soldados a fim de permanecer verdadeiramente no controle.
Ou seja, o governo do país não só não está nem aí para regular a indústria de diamantes e para proteger seus trabalhadores, como é o próprio estimulador da escravidão. Pelo visto, mais filmes como Diamante de Sangue vem por aí.

2. Pornografia

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Quando a maioria das pessoas pensa em tráfico sexual de seres humanos, costuma pensar em pessoas sendo forçadas a realizar atos sexuais em bordéis. Raramente lembramos que muitos filmes pornográficos podem envolver mulheres que foram vendidas em escravidão anos atrás. Nas últimas décadas, houve várias “ondas” de tráfico sexual. A primeira foi de mulheres tailandesas e filipinas, seguida de colombianas e dominicanas, depois nigerianas, e agora os investigadores dizem que a maioria das mulheres que estão sendo exploradas para escravidão sexual são tomadas da região da ex-União Soviética. As mulheres eslavas estão em alta demanda no mundo ocidental e são usadas não apenas para a prostituição, mas também para a pornografia.
Uma vez que esse comércio é ilegal, é difícil chegar a números reais, mas as estimativas costumam colocar o número de pessoas vendidas anualmente na casa dos milhões, com cerca de 80% delas sendo usadas para fins sexuais. Com o tráfico de escravos é presente em todos os países do mundo, é complicado estimar quantos filmes pornográficos apresentam escravos sexuais. Infelizmente, o número pode ser muito alto.

1. Carvão

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No começo desse ano, dezenas de trabalhadores foram encontrados em condições análogas à de escravos em carvoarias no interior de São Paulo. Sete crianças e adolescentes também foram flagrados trabalhando. As informações vieram de uma megaoperação conjunta para combater o crime realizada em Pedra Bela, Joanópolis e Piracaia. Ao todo, dez estabelecimentos foram alvo da blitz, e seis acabaram interditados.
Os produtos desses locais abasteciam grandes supermercados da capital. A operação ia informar aos compradores de onde eles estavam conseguindo seu carvão.
Em uma das unidades, os abusados não tinham carteira assinada nem exame médico realizado. Apesar das irregularidades, como falta de equipamentos de proteção, máquinas inadequadas, fiação elétrica exposta, fossa sanitária a céu aberto, falta de armários e janelas sem a devida vedação, não foi configurado trabalho escravo. A carvoaria, no entanto, teve a produção e os alojamentos interditados e terá de se adequar para voltar a funcionar.
Já outra unidade, considerada escravista, não tinha instalações sanitárias adequadas e a ausência de equipamentos de proteção era total. Os funcionários não contavam com água potável e alimentação não era fornecida. Uma criança de 11 anos e um adolescente de 16 estavam entre os trabalhadores. 
 [Listverse, Estadao, BrasilEscola, G1, R7, PapoDeHomem, G1 2]
fonte:http://hypescience.com

O lado negro do chocolate

Dias atrás eu conversava com minhas primas sobre isso: o uso do trabalho ESCRAVO infantil na indústria do chocolate, e hoje, na escola, meu filho assistiu à esse documentário, e de dever de casa tem que pesquisar sobre marcas que NÃO utilizam trabalho escravo infantil. Achei muito mas muito legal essa atitude da professora de História para conscientização dos pequenos (pequenos só modo de falar pq o Gustavo está com 11 anos e já está da minha altura kkkk). Um beijo pra você prof. Marlene!!!

A páscoa está chegando e todos querem degustar os deliciosos ovos de páscoa (Páscoa, que assim como Natal virou uma data completamente COMERCIAL...meu, quase 50 reais um ovo de páscoa!!!???? que qué isso??!! a cada ano eles surtam mais com os preços ABSURDO!).

Que é gostoso isso é fato... mas se estivermos conscientes, dá pra comer sem aquela culpa, ainda mais depois de assistir esse documentário:



As 7 Marcas de Chocolate que Utilizam Trabalho Escravo Infantil




Em setembro de 2015, foi apresentada uma ação judicial contra a Mars, a Nestlé e a Hershey alegando que estas estavam a enganar os consumidores que "sem querer" estavam a financiar o negócio do trabalho escravo infantil do chocolate na África Ocidental.

Crianças entre os 11 e os 16 anos (por vezes até mais novas) são fechadas em plantações isoladas, onde trabalham de 80 a 100 horas por semana. O documentário Slavery: A global Investigation  (Escravidão: Uma Investigação Global) entrevistou crianças que foram libertadas, que contaram que frequentemente lhes davam murros e lhes batiam com cintos e chicotes. "Os espancamentos eram uma parte da minha vida", contou Aly Diabate, uma destas crianças libertadas. "Sempre que te carregavam com sacos [de grãos de cacau] e caías enquanto os transportavas, ninguém te ajudava. Em vez disso, batiam-te e batiam-te até que te levantasses de novo."
Em 2001, a FDA queria aprovar uma legislação para a aplicação do selo “slave free” (sem trabalho escravo) nos rótulos das embalagens. Antes da legislação ser votada, a indústria do chocolate - incluindo a Nestlé, a Hershey e a Mars - usou o seu dinheiro para a parar, prometendo acabar com o trabalho escravo infantil das suas empresas até 2005. Este prazo tem sido repetidamente adiado, sendo de momento a meta até 2020. Enquanto isto, o número de crianças que trabalham na indústria do cacau aumentou 51% entre 2009 e 2014, segundo um relatório de julho de 2015 da Universidade Tulane.

Como uma das crianças libertadas disse: "Vocês desfrutam de algo que foi feito com o meu sofrimento. Trabalhei duro para eles, sem nenhum benefício. Estão a comer a minha carne."
As 7 marcas de chocolate que utilizam cacau proveniente de trabalho escravo infantil são:

  1. Hershey
  2. Mars
  3. Nestlé
  4. ADM Cocoa
  5. Godiva
  6. Fowler’s Chocolate
  7. Kraft

    A US Uncut publicou uma lista das empresas de chocolate que decidiram evitar a exploração do trabalho infantil.

    1. Clif Bar
    2. Green and Black’s
    3. Koppers Chocolate
    4. L.A. Burdick Chocolates
    5. Denman Island Chocolate
    6. Gardners Candie
    7. Montezuma’s Chocolates
    8. Newman’s Own Organics
    9. Kailua Candy Company
    10. Omanhene Cocoa Bean Company
    11. Rapunzel Pure Organics
    12. The Endangered Species Chocolate Company
    13. Cloud Nine

    O que podemos fazer?

    Podemos evitar de comprar das empresas que exploram o trabalho infantil com base em um sistema inaceitável para o cultivo e a produção de cacau, escolhendo as que ofereçam garantias de respeito aos trabalhadores, com referência aos produtos de comércio justo.

    Leia mais sobre produtos do trabalho escravo AQUI

    fonte:http://oplanetaquetemos.blogspot.com.br e https://www.greenme.com.br/viver/especial-criancas/2469-9-multinacionais-do-chocolate-que-exploram-criancas

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Evite problemas com cerâmica e porcelanato

Escolher revestimento requer cuidado de acordo com cada ambiente.
Na hora de escolher o piso, a gente se encanta com as cores, com as texturas e com os tamanhos das placas. É bom identificar também se o piso que você escolheu é cerâmica ou porcelanato porque há dicas específicas para a instalação de cada um.
Além de escolher bem o material, se preocupe também com a qualidade do serviço da mão de obra. Se a instalação não for bem feita, você pode perder tudo. Confira a seguir dicas para ter um piso bonito.

Na hora de escolher o material
Leve em conta o tamanho do ambiente, porque placas muito grandes são mal aproveitadas em cômodos pequenos porque o pedreiro vai ter que fazer muitos recortes.
Se a escolha é para uma área molhada (banheiros, cozinhas) escolha um piso antiderrapante. Deixe os pisos mais lisos para as áreas secas (sala, quartos).

(Fotos: Shutterstock)  


Se for comprar porcelanato
Confira se o escolhido é um produto de qualidade A (extra) que atende a todas as normas técnicas de qualidade. Isso vem indicado na etiqueta ou na caixa do produto. Lá também pode haver uma indicação de que o produto segue a NBR 15463 ou a NBR 13818, que são as normas de qualidade. Se você não puder ver a embalagem na loja, peça para o vendedor confirmar. A qualidade A indica que os pisos têm tamanhos regulares e que não há defeitos na superfície.
Também há uma linha conhecida como linha comercial (ou linha “C”), que são peças com algum tipo de defeito. Elas são mais baratas, mas você terá mais perda e irregularidades na hora de instalar.
Se o seu sonho é deixar o rejunte bem fininho, lembre-se de escolher entre os pisos retificados, que é o corte bem certinho da peça. Há porcelanatos lindos que não são retificados e tem as bordas irregulares. Para estes, o rejunte fininho não vai funcionar.
Dê preferência aos pisos de qualidade  

Se for comprar piso cerâmico
A cerâmica tipo A ou ‘cerâmica de primeira linha’ é a melhor: 95% das peças não apresentam defeitos visíveis. A cerâmica tipo C ou tipo B, chamada de segunda linha por alguns fabricantes, tem defeitos visíveis, mas os fabricantes garantem que a peça é tão resistente quanto a do tipo A.
E há ainda uma terceira linha, também chamada de refugo, que é a cerâmica tipo D. Além de possuir defeitos visíveis, as peças dessa linha não tem garantia de resistência do fabricante. Veja esta informação no verso da embalagem de piso.
Confira a embalagem. Para as cerâmicas do tipo A, provavelmente haverá também uma indicação de qualidade conforme a NBR 13.818/97. E lembre: azulejo de parede não pode ser usado como piso.
Confira a embalagem para se certificar sobre a qualidade do piso

Escolha bem a mão de obra
Confira se o pedreiro instalador já fez esse serviço outras vezes, principalmente se você escolheu porcelanato e se quer o rejunte bem fininho. Peça referências e cheque o trabalho. Deixe bem claro o desenho que você quer que o piso forme, escolhendo se ficará na diagonal, se as placas serão retas e alinhadas ou se você quer colocar aqueles detalhes menores (chamados tozetos) entre as placas.
Indique também em que canto do cômodo a instalação deve começar, lembrando que as últimas peças a serem instaladas provavelmente terão recortes. E explique como você espera que seja o rejunte.
Pegue indicação de outras pessoas para contratar um pedreiro

Preparação da base
Seja qual for o piso que você escolher, ele deve estar sobre uma base muito firme, se não ele vai soltar, trincar, e você vai gastar mais dinheiro. Essa base se chama contrapiso e não fica visível (fica sob as placas de piso).
Se ela for mal feita, você só vai descobrir depois, quando seu pedreiro já estiver bem longe. Confira se o contra piso está regular, firme, seco e sem poeira antes do pedreiro passar a argamassa que vai colar as placas de piso.
O piso tem que ser bem colado
Para colar porcelanato e cerâmica são utilizadas argamassas diferentes. Procure na embalagem do piso a indicação da argamassa ou veja também nos pacotes de argamassa para que pisos elas servem. Se errar, o piso vai soltar.
Depois que o piso for colado, a argamassa tradicional deve secar por 2 a 3 dias antes que o rejunte possa ser colocado. Esse tempo deve ser respeitado por seu pedreiro e por você, senão a água da massa vai se acumular por baixo do rejunte e ele vai soltar logo. Esse tempo só pode ser menor com uso da argamassa especial “seca rápido”, que é mais cara.
Procure saber qual é a massa ideal para o tipo de piso que escolheu 

Piso sobre piso?
É possível instalar piso sobre piso existente desde que a base esteja firme e nivelada. Não se esqueça de verificar se a altura do piso novo não vai atrapalhar a abertura das portas.
Cuidado com rejunte fino
Preste atenção no espaço entre as placas (largura do futuro rejunte). Não deixe ele ser mais fino do que o tipo de piso permite, mesmo se achar o rejunte fininho mais bonito. Na caixa sempre há indicação da largura da junta. Se não, o piso vai soltar ou trincar.
Para acertar na largura dos rejuntes, existem peças chamadas espaçadores. Seu pedreiro tem que solicitar ou trazer vários.
Utilize espaçadores para fazer o rejunte do piso

Cuidados específicos para áreas molhadas
Não se esqueça de se proteger de infiltrações fazendo a impermeabilização do contrapiso e da parte mais baixa da parede. O impermeabilizante deve ser aplicado sobre o contrapiso e antes do pedreiro colar as placas com argamassa.
Se está colocando piso em área molhada (cozinha, banheiro, quintal), lembre que será preciso instalar ralos e fazer uma leve inclinação no piso para que a água corra para eles. Confirme isso com seu pedreiro na hora de colar o piso. Jogue água no piso depois que ele ficar pronto para verificar se a água corre para os ralos.
Aproveite essas dicas para evitar pepinos e desperdício de dinheiro na sua obra.
Não deixe de impermeabilizar bem a área para evitar problemas futuros

fonte: http://revista.zapimoveis.com.br



10 dicas para ler ANTES de comprar pisos e revestimentos

Cálculo de quantidade, escolha da cor, peças extras para imprevistos. Listamos os principais pontos relacionados à compra desses materiais durante uma reforma ou construção:

 1. Cuidado na escolha dos modelos pelo catálogo ou pelo site. As cores e as texturas nem sempre aparecem iguais.

2. Antes de definir no orçamento as peças escolhidas, verifique se a loja ou o fabricante tem a quantidade necessária para a metragem de sua obra.

3. A quantidade de pisos e revestimentos deve ser calculada com reserva de 10% a 15% para o caso de perda por corte errado ou para futura manutenção.

4. Encomende o material com antecedência e programe a entrega dos materiais de acordo com o cronograma da obra.

5. Confira os produtos no ato da entrega para evitar peças defeituosas, quebradas ou de tom diferente.

6. Para não ter surpresas desagradáveis, verifique se as caixas dos revestimentos têm número de lote igual.

7. O consumidor tem até 90 dias para reclamar e pedir a troca de produtos danificados.

8. Somente comece a obra quando o material básico estiver comprado, recebido e checado.

9. A base na qual o revestimento será assentado deve obedecer aos padrões exigidos pelo fabricante das peças.

10. Se sobrar material, há lojas que aceitam a devolução de caixas não abertas. O valor é revertido em crédito para a compra de outras mercadorias.

  fonte: http://revistacasaejardim.globo.com

8 truques caseiros para acabar com as formigas


Em cima da mesa, sobre a pia e (até!) dentro do micro-ondas. Mesmo morando em apartamento, é impossível deixar qualquer alimento doce fora da geladeira que as formigas já invadem sua cozinha? Isso acontece porque a espécie dos centros urbanos é onívora e se alimenta de açúcares e proteínas. Além disso, possui patas moles e cheias de pelo, garantindo aderência às superfícies verticais.
Se você sofre com a invasão das formigas em casa, mas não quer abusar do uso de inseticidas, confira abaixo uma seleção de produtos domésticos que podem ajudar na missão de exterminá-las:


1. Cravo e canela
Para espantar as formigas de qualquer cômodo da casa, encha com cravos um pequeno pote sem tampa, ou saquinho de tule, e coloque em algum cantinho do ambiente. Segundo Ana Eugênia Campos, pesquisadora do Instituto Biológico de São Paulo, os óleos essenciais encontrados no cravo-da-índia espantam as formigas sem matá-las. O procedimento também pode ser feito com canela. Só não se esqueça de trocar o conteúdo a cada duas semanas, para manter o cheiro e eficiência.


2. Cascas de limão e laranja
Seu açucareiro está sempre tomado de formigas? A dica é colocar um pedaço da casca de um limão dentro dele. O mesmo pode ser feito com o cravo-da-índia ou casca de laranja.


3. Detergente
Em um copo de 200 ml, acrescente metade de água e metade de detergente. Coloque o conteúdo em um borrifador, ou seringa, e aplique nos cantos, frestas e outros possíveis espaços onde possa haver ninhos de formiga. “A mistura de água com detergente é a forma mais eficaz de acabar com elas. É um método barato e que não contamina o ambiente”, explica Ana Eugênia.



4. Vinagre
Para evitar que as formigas apareçam, borrife vinagre branco no piso da cozinha após a limpeza do ambiente. Vale ressaltar que a higienização correta da casa é uma das principais profilaxias para acabar com o inseto. 



5. Suco de limão
Espalhe suco de limão nas bordas das janelas e portas que ficam expostas ao ar livre. O cheiro forte da fruta cítrica vai incomodar muitas delas.


6. Pimenta e borra de café
Depois de aplicar a mistura de detergente e água nas frestas, cantos e rachaduras, cubra os buracos com pimenta-caiena. Mas se o local for frequentado por crianças ou animais de estimação, prefira a borra de café. Dessa forma, não há o risco de tentarem lamber ou cheirar a pimenta.


7. Vaselina
Nas bordas dos recipientes que ficam fora da geladeira, como as fruteiras, e nos potes de água e comida do seu animal de estimação, aplique uma pequena quantidade de vaselina.


8. Óleo de hortelã-pimenta
Sabe aquele caminho que a formiga faz ao redor da sua pia? Borrife o óleo essencial de hortelã-pimenta em volta dela e deixe secar. Faça o mesmo nos contornos internos de janelas e portas. O cheirinho da casa fica uma delícia!


Atenção: o mais importante é sempre manter a casa limpa. Por isso, não deixe restos de alimento ou louças sujas na pia; mantenha as latas de lixo sempre tampadas e evite comer na sala ou no quarto.
Se nada resolver, vale procurar uma dedetizadora. Mas tenha cuidado: verifique se a empresa escolhida tem a licença de funcionamento cadastrada no site da Aprag  (Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas), para que a quantidade de pesticida usada em sua casa não seja prejudicial à sua saúde.

fonte: http://revistacasaejardim.globo.com

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Numerologia de casa



Muitos acham bobagem (meu marido é um desses) mas eu adoro numerologia!
Quando mudo de casa logo faço as continhas e corro pra net pra ver o significado do resultado hehehe.
Hoje vou postar aqui, assim não preciso ficar fuçando por aí quando precisar....
Não só números, mas cores e flores que se adequem ao lar...


Segundo a numeróloga Maria Orlanda Furlanetto, “Através da análise do endereço é possível determinar se o imóvel é ou não indicado para uma residência ou empresa. No dia-a-dia vemos imóveis que nunca dão certo, que estão sempre para alugar ou à venda, ou seja, ninguém permanece neles. Uma boa combinação numérica para sua residência é de grande importância, pois um número desfavorável atrai muitas dificuldades e lutas para seus moradores. Já um número positivo diminui os riscos de assalto, acidentes, problemas de saúde e até de desentendimentos entre os moradores, trazendo harmonia familiar. No imóvel comercial, a análise é ainda mais importante, pois a localização determina o sucesso da empresa”, explica Maria Orlanda.

O nome da rua e o número da casa ou apartamento onde a pessoa mora tem características que influenciam sua vida durante o período em que lá viver. As suas experiências são normalmente análogas ao valor numerológico de sua residência. A influência do número da residência é muito mais importante do que a do número da rua. Os cálculos não devem incluir nomes padrão como Avenida, Praça, Rua, etc.

Outro fator muito importante é o número de sua casa. Pela Numerologia podemos saber qual a vibração que estamos recebendo através do número da nossa casa ou apartamento, que é o local onde recarregamos nossas energias. Se não nos sentimos bem ou confortáveis na casa em que moramos é porque não estamos nos adaptando às suas vibrações. Neste caso, podemos equilibrá-los através das cores usadas no ambiente.

As influências do número da porta de sua residência carregam uma energia que afeta a todas as pessoas que vivem nesse local.

O cálculo desse número é simples: basta somar o número da casa ou do apartamento e reduzi-lo a um só dígito. Exemplo: 428 Soma-se 4 +2 +8 =14. Reduzindo temos: 1 +4 = 5. Portanto a vibração de sua casa é de número 5.

Observação: se você mora em apartamento, considere apenas o número da sua porta. Veja a seguir qual a vibração do número de sua casa:

Casa número 1


Este número da liderança e da autoridade. Exige pessoas independentes, criativas e originais. O local é sempre considerado seguro, ideal, despertando muita curiosidade dos vizinhos,parentes e amigos. Morar nesta casa ajuda os moradores a progredir

Para equilibrar essa energia deve usar na decoração, a cor vermelha, que é a cor que traz força, garra e coragem. Coloque flores,objetos, utilize os alimentos correspondentes a cor vermelha: maçã vermelha, morango, ameixa, cereja, melancia, tomate, pimentão vermelho, beterraba, etc. Assim estará estimulando essa energia.

Casa número 2


Essa casa exige pessoas tranqüilas, que gostam de viver com simplicidade, e que sejam bons ouvintes. Esta é uma casa de ponto de encontro de amigos e moradores. Pessoas autoritárias tem dificuldades de se dar bem numa casa 2. Os contatos feitos sob essa vibração são duradouros,tanto em negócios como na vida familiar. Essa é uma casa que tem instinto feminino, precisa de ter harmonia, paz e verdade.

Para equilibrar essa energia é importante ter na casa a cor laranja, que aumenta a compreensão, e está relacionada à comunicação, facilita a expressão e ajuda no relacionamento por criar um bom nível de diálogo entre as pessoas. Use na decoração, objetos, flores e alimentos: abóbora, cenoura, pêssego, laranja, tangerina, etc.

Casa número 3


É uma casa receptiva, exige de seus moradores estejam sempre alegres, otimistas e confiantes. Estimula a criatividade, as idéias e o conhecimento. Sempre tem lugar para mais um. Os moradores de uma casa 3 tentam sempre melhorar o humor dos vizinhos e amigos. O telefone está sempre tocando. Essa vibração dá muita alegria e felicidade, mas os moradores devem aprender a canalizar as suas energias para não desperdiçar seus talentos.

Para equilibrar esta vibração é importante ter tons de amarelo pela casa, que amplia nossos horizontes tornando a vida mais alegre e divertida. Use na decoração objetos, flores amarelas, como por exemplo, os girassóis, alimentos: milho, manga, banana, abacaxi, laranja, etc.

Casa número 4


A vibração dessa casa exige que as pessoas sejam práticas, sistemáticas, econômicas e bem determinadas em seus objetivos. Os seus moradores devem dividir as tarefas e saber organizar o tempo, para aproveitá-lo melhor. Para equilibrar essa casa é necessário mantê-la sempre limpa, em ordem, bem cuidada, nada de ter coisas quebradas, sem funcionar. A decoração tem que ter muito verde, que é uma cor relaxante, para aliviar o stress dos seus moradores. Deve usar muitas plantas pela casa. Alimentos: uva verde, hortaliças verdes, frutas de casca ou pelo verde, como goiaba, mamão, etc.

Casa número 5


Essa vibração exige versatilidade. Seus moradores estão sempre em movimento e são pessoas simpáticas, que sempre conseguem o que desejam. Apreciam pessoas livres e independentes, gostam de ação mesmo quando resultam em confusão. Esta vibração não é favorável para pessoas tensas. Para equilibrar essa energia é preciso usar na casa tons de azuis, o azul céu. O azul traz quietude e paz à mente, e deve ser usado na decoração de ambientes, objetos, aquário com peixes azuis, alimentos: ameixa, uva, uva passa, amora.

Casa número 6


A vibração dessa casa exige, beleza, harmonia, convívio familiar. É excelente para aqueles que vão iniciar uma vida conjugal. Não importa a hora os convidados são sempre bem recebidos. A responsabilidade e assuntos domésticos estão sempre presentes nessa vibração. Se as pessoas viverem construtivamente, essa casa oferecerá dinheiro, amor e conforto. No entanto para entrar nessa vibração é necessário manter a casa sempre bonita e arrumada para atrair tais energias. Para equilibrá-la deverá usar a cor índigo, que é a cor do poder, combinado com o conhecimento, a compreensão, a responsabilidade e a organização. Use na decoração: objetos, flores e alimentos, como uva, amora, uva passas.

Casa número 7


Essa casa exige de seus moradores o autoconhecimento. As pessoas que moram são observadoras e não gostam de fofocas. Essa vibração conduz ao isolamento, oferecendo repouso e quietude. Os moradores devem ter tempo para ler, meditar e estudar. Todos os assuntos ligados aos estudos filosóficos são muito bem vindos. Os moradores devem desenvolver a fé e aprender a ficar só sem sentir solidão. Para equilibrar essa vibração, deve-se usar na decoração a cor lilás, que estimula a compreensão espiritual e intuitiva. Use objetos, flores, e alimentos: berinjela, beterraba, uva roxa e amora preta.

Casa número 8


Essa vibração é voltada para as coisas materiais. Exige de seus moradores qualidade na escolha de móveis e objetos de decoração. Às vezes as pessoas gastam mais do que possuem. Devem aprender a ser organizadas. Não é uma casa doméstica, mas uma casa na qual os moradores chamam a atenção sobre si e fazem impressão aos outros. Precisam aprender a lidar com o dinheiro, poder e sucesso e equilibrar as emoções. Para equilibrar uma casa 8, deve-se usar a cor rosa, para trazer serenidade e harmonia. Use e abuse dessa cor na decoração de ambientes, objetos, flores pela casa, e alimentos: pode ser na cor vermelha e branco, rabanete, melancia, morango, inhame, maçã, ameixa, etc.

Casa número 9


É uma vibração que exige que seus moradores aprendam a dividir com os mais necessitados. É uma casa difícil, porque poucos são os que sabem oferecer sem pensar em receber. Os moradores têm que aprender a viver com essa vibração. Para equilibrar tem que estar sempre hospedando alguém, realizando almoço de confraternização, ou seja, tem que ser uma casa aberta. A filantropia e serviços trazem para essa casa recompensas. Deve usar a cor dourada, para entrar em sintonia com o eu superior. Alimentos: Laranja, manga, abacaxi, banana, pêssego, cenoura, etc.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Tarefas de casa que você só precisa fazer em ano bissexto

Nem todas as atividades precisam ser feitas diariamente. Algumas dá pra investir só em ano bissexto.

Quanto o assunto é manutenção da casa, há atividades que carecem ser realizadas todos os dias e outras que não necessitam ser feitas com tanta frequência. Há aquelas que podem ser feitas há quatro anos, só em ano bissexto. 

Abaixo, quatro tarefas que podem ser colocadas em prática apenas em ano bissexto.

1. Fazer pintura geral interna e externa. Geralmente, as tintas têm uma “vida útil” informada na embalagem do produto. Quatro anos depois de pintar as paredes internas e externas de uma residência, as paredes começam a desbotar e descascar. Vale a pena reaplicar o material.

2. Verificar os rejuntes de azulejos e renová-los. Tal qual as tintas, os rejuntes podem começar a descolar e provocar grandes problemas, como infiltração. A dica, então, é renová-los após esse período caso eles estejam problemáticos.

3. Lixar superficialmente e fazer nova aplicação de resina sobre os assoalhos. É fato: com o uso, os assoalhos começam a ter riscos e perder o brilho e a beleza que apresentam após a aplicação. Então, para deixar seu chão mais charmoso, o indicado é reaplicar uma resina.

4. Fazer limpeza profunda em pedras e mármores, com lixadeira pesada e aplicar resina. Esses materiais também se desgastam com o tempo e perdem o brilho.

Gostou das dicas? Então, anote algumas tarefas que precisam ser realizadas anualmente e, outras, a cada década.


A cada ano 
1. Limpeza da caixa d’água. Feche a água da rua e use apenas a água da caixa até esvaziar.
2. Limpeza das calhas. O ideal é que esse procedimento seja realizado antes do período de chuvas.
3. Vistoria nas telhas para verificar se algumas quebraram. Também deve ser feito antes das chuvas.
4. Fazer dedetização geral. É importante para acabar com insetos.

A cada 10 anos
1. Verificar o estado dos fios e cabos elétricos.
2. Avaliar se houve mudança na carga (compra de mais aparelhos) e adequar os disjuntores no quadro de força.
3. Analisar se os caibros e ripas do telhado de madeira continuam em bom estado (rachaduras, curvaturas, cupim etc.).

 fonte:http://casa.abril.com.br

Ainda sobre o ano bissexto: Por que o nome bissexto? E quem nasce em 29 de Fevereiro?



Mas por que, afinal, o nome é bissexto?

Ao contrário do que muita gente pensa, o nome "bissexto" não vem do fato de o número de dias do ano (366) terminar em 66. A explicação é bem mais complexa.

Em um ano bissexto, o dia extra não é o 29. Na época dos primeiros anos bissextos a intersecção era feita de acordo com os interesses do Império Romano. O primeiro mês do ano era março, quando começava a primavera (“prima” significa primeira, e “vera”, estação). O primeiro dia de março se chamava “calendas de março”. Foi daí que veio a palavra calendário.

Fevereiro era, então, mês de virada de ano e o costume da época era festejar o ano novo durante os últimos cinco dias do mês. Se o dia extra fosse colocado no fim de fevereiro, o período de folga seria prolongado e o Império Romano não gostou dessa idéia.
 Foi decidido que a intersecção aconteceria no meio dos dias de trabalho.

O dia 23 de fevereiro era o sexto dia antes do ano novo. Quando o ano era bissexto, um dia útil a mais era colocado na seqüência e tanto o 23 quanto o 24 eram chamados pelas autoridades de “sexto dia antes da calendas de março” (em latim, “antediem sextum Calendas Martii”). O nome "bissexto" vem daí: o ano tinha dois “sextos” antes da calendas de março.

E quem nasce em 29 de fevereiro?


As pessoas que fazem aniversário em 29 de fevereiro têm um problema técnico: só podem
comemorar no dia exato uma vez a cada 4 anos - caso dos 6.337 brasileiros que nasceram nesse dia no ano bissexto de 2004. Nos anos que não são bissextos, eles têm de optar pelo dia 28 de fevereiro ou 1º de março. Alguns pais de nascidos nesse dia especial preferem registrá-los no dia anterior ou seguinte, para evitar que isso aconteça. Mas essa é uma escolha feita por mera conveniência, já que nenhum cartório proíbe o registro no dia 29


Anos bissextos entre 1000 e 2020 

004      1008      1012      1016      1020      1024      1028      1032      1036      1040      1044      1048      1052      1056      1060    
1064      1068      1072      1076      1080      1084      1088      1092      1096      1104      1108      1112      1116      1120      1124    
1128      1132      1136      1140      1144      1148      1152      1156      1160      1164      1168      1172      1176      1180      1184    
1188      1192      1196      1200      1204      1208      1212      1216      1220      1224      1228      1232      1236      1240      1244    
1248      1252      1256      1260      1264      1268      1272      1276      1280      1284      1288      1292      1296      1304      1308    
1312      1316      1320      1324      1328      1332      1336      1340      1344      1348      1352      1356      1360      1364      1368    
1372      1376      1380      1384      1388      1392      1396      1404      1408      1412      1416      1420      1424      1428      1432    
1436      1440      1444      1448      1452      1456      1460      1464      1468      1472      1476      1480      1484      1488      1492    
1496      1504      1508      1512      1516      1520      1524      1528      1532      1536      1540      1544      1548      1552      1556    
1560      1564      1568      1572      1576      1580      1584      1588      1592      1596      1600      1604      1608      1612      1616    
1620      1624      1628      1632      1636      1640      1644      1648      1652      1656      1660      1664      1668      1672      1676    
1680      1684      1688      1692      1696      1704      1708      1712      1716      1720      1724      1728      1732      1736      1740    
1744      1748      1752      1756      1760      1764      1768      1772      1776      1780      1784      1788      1792      1796      1804    
1808      1812      1816      1820      1824      1828      1832      1836      1840      1844      1848      1852      1856      1860      1864    
1868      1872      1876      1880      1884      1888      1892      1896      1904      1908      1912      1916      1920      1924      1928    
1932      1936      1940      1944      1948      1952      1956      1960      1964      1968      1972      1976      1980      1984      1988    
1992      1996      2000      2004      2008      2012      2016      2020    

Ano Bissexto

De tempos em tempos, o calendário tem um dia a mais: o 29 de fevereiro. Esses anos mais longos são chamados bissextos. Por que isso acontece?
O calendário que usamos (gregoriano), de 365 dias de 24 horas, tem uma pequena diferença em relação ao tempo que a Terra leva para contornar o sol. O ciclo solar, ou ano trópico, é definido como o intervalo entre o início de duas primaveras consecutivas no hemisfério Norte – indicando um ciclo completo da Terra em torno do sol. . Esse período é de 365 dias e aproximadamente 6 horas (na verdade, são 5 horas, 48 minutos, 45 segundos e 216 milésimos de segundo).
A cada 4 anos, a diferença de horas entre o ano solar e o do calendário convencional completa cerca de 24 horas (mais exatamente: 23 horas, 15 minutos e 864 milésimos de segundo). Para compensar essa diferença e evitar um descompasso em relação às estações do ano, insere-se um dia extra na folhinha e fevereiro fica com 29 dias. Essa correção é especialmente importante para atividades atreladas às estações, como a agricultura e até mesmo as festas religiosas.

Como surgiu o ano bissexto
A descoberta da necessidade dos anos bissextos aconteceu há muito tempo. “Há notícias de dias acrescentados no calendário com esse objetivo desde 324 a.C.”, conta Roberto Boczko, professor de astronomia do Instituto de Astronomia e Geologia (IAG) da Universidade de São Paulo (USP).
Os homens inventaram os primeiros calendários para conseguir se planejar em relação às estações , por causa da agricultura (a maioria das plantas completa seu ciclo nesse período) e das dificuldades climáticas (como invernos rigorosos). 

 Apesar das inúmeras tentativas, descobriu-se que é muito difícil estabelecer um calendário que tenha total harmonia com o ciclo solar.

As diversas tentativas de equiparar os calendários ao ano trópico eram desordenadas e faziam com que alguns anos fosse muito maiores que outros. Em 46 a.C., havia uma defasagem de 90 dias entre o calendário da época e o início da primavera. Naquele ano, as festas romanas em comemoração à estação mais florida do ano, marcadas para março (que era o primeiro mês do ano), caíram em pleno inverno.

O então imperador romano Júlio César resolveu acertar o relógio. Para resolver os atrasos anteriores, ele esticou aquele ano para 445 dias. A partir dali, instituiu a regra de intercalar, periodicamente, um ano com 1 dia a mais, por sugestão do astrônomo Sofígenes. Ficou combinado que, depois de 3 anos de 365 dias, viria um de 366 dias.

Mas, por confusão ou dificuldade, a regra foi cumprida de maneira diferente: os anos bissextos aconteciam depois de dois anos comuns (um ciclo de apenas 3 anos, e não 4, como quis Júlio César). 
O erro foi percebido em 10 a.C. e, para compensar, os anos bissextos foram suspensos até 8 d.C. A partir daí, o imperador César Augusto fez com que a regra de Júlio César fosse seguida sistematicamente: três anos comuns, um ano bissexto. 

Durante séculos a solução juliana resolveu o problema. Mas, no longo prazo, ela mostrou que não era suficiente para garantir a sincronia entre ano solar e calendário e demandou uma nova mudança.

Em 325 d.C., a Igreja Católica decidiu que o início da primavera deveria cair no dia 21 de março, para que combinasse com suas comemorações religiosas.
 Em 1582, esse dia caiu 10 dias depois do início da estação. 
O papa Gregório 13 resolveu a questão fazendo com que, em outubro, a contagem de dias pulasse 10 dias.
 As pessoas foram dormir na quinta-feira dia 4 e acordaram na sexta-feira no dia 15. 
Além desse acerto forçado (que fez com que a primavera começasse no dia 21 de março do ano seguinte, como a Igreja queria), Gregório 13 propôs um cálculo mais complexo, porém, mais certeiro para os anos bissextos.

Aceitando a sugestão do matemático Cristhovan Clavius, Gregório 13 decidiu que o cálculo passaria a ser o seguinte: continua a valer a regra de um bissexto a cada quatro anos, exceto para os anos que terminam em zero duplo (00). Estes só seriam bissextos uma vez a cada 400 anos.

saiba mais sobre ano bissexto AQUI  

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Telas e Redes de proteção

Ontem, no Fantástico passou uma matéria sobre redes de proteção. Assista AQUI
E hoje, falando com minha prima, soube que ela irá se mudar para um sobrado... Na hora veio em minha mente algo que ocorreu comigo uns 8 anos atrás: Eu morava em um sobrado, antigo, muito alto (eram 3 andares - a garagem, em cima a laje, a parte de baixo (cozinha, lavabo, sala, lavanderia) e em cima os quartos e banheiro) ou seja, olhando pela janela do meu quarto para a rua era bem alto mesmo!
Quando me mudei para lá eu estava grávida do Gustavo. Não tinha crianças ou seja, não tinha "perigos" naquela casa...
Um ano e meio depois que nasceu o Gustavo veio a Giovanna. Aí começou a ficar tenso o negócio kkkk.
Na sala havia uma escada para os quartos e cara, era um verdadeiro ímã para as crianças!!!!! Não sabiam nem andar mas engatinhavam para subir as escadas! Tenso com 1 imagina com 2!!!kkk
Na parte de cima coloquei aqueles portões para cachorro desses aqui:
 
Até que resolveu... (até eles terem uns 3 aninhos e aprenderem a abrir o portão)! 

Na parte de baixo da escada não dava pra colocar portão por que a escada era "aberta":

nessa foto eles já eram grandinhos não precisava da proteção mais...
Bom, até dava pra colocar, teria que cercar toda a escada, mas ia ficar muito feio...
O que eu fazia então? Colocava puffs e cadeiras bloqueando o acesso deles à escada (tá, assim ficou super bonito....kkkkkkk)

Nossa mas o que isso tem a ver com redes de proteção??? calma, vou falar agora! É que me lembrei da escada...

Bom, comentei da altura da casa (essa foto era da janela do meu quarto)
Quando eu olhava pela janela já dava um friozinho na barriga, maaas, como disse, não havia crianças, pra quê eu gastaria dinheiro para colocar grade/rede?? Ainda mais sendo a casa alugada...
Aí vieram as crianças... tudo bem, eu estava com elas 24hs por dia, vigiando cada passo, não poderia acontecer nada...
Até que um dia estávamos (as crianças e eu) em meu quarto, eu estava guardando algumas roupas no guarda-roupas... Quando olho para trás a Gi (com quase 2 anos), subiu em minha cama (isso que a cama não ficava encostada na janela) e se debruçou na janela!!!!! Naquele momento descobri que tinha super poderes, pois eu VOEI até ela e a tirei da janela... Meu, não foi um susto, foi um mini infarto!!!!!!
 As janelas dos quartos ficaram por duas semanas trancadas até o serralheiro vir instalar as grades...
Dica do dia: NÃO ECONOMIZE NA SEGURANÇA DOS SEUS FILHOS e se vc já tem filhos NÃO DEIXE PARA AMANHÃ, RESOLVA HOJE, AMANHÃ PODERÁ SER TARDE!!!!
Isso falo com experiência para sobrados, para apartamentos não tem nem o que falar, não é um item "opcional" mas sim OBRIGATÓRIO!!!!
Eu coloquei grades de ferro, falei sobre elas AQUI mas também tem a proteção em tela/ rede. Achei esse site bem legal, que fala sobre as telas de proteção. Não estou fazendo propaganda da empresa mas gostei porque tira muitas dúvidas. Para acessar clique
AQUI 

Produtos do Trabalho Escravo

Mesmo sem se dar conta, você pode estar comprando inúmeros produtos que são produzidos graças a exploração e abuso de seres humanos. As pessoas são geralmente escravizadas em uma idade jovem e nunca sequer tem a oportunidade de provar ou experimentar os produtos que passam suas vidas todas fazendo para nós.
Segundo o Índice de Escravidão Global de 2013 da Fundação Walk Free, o Brasil está 94º lugar no ranking de países com maior prevalência da escravidão moderna. Os piores países são Mauritânia, Haiti, Índia e Nepal, enquanto na ponta oposta aparecem Islândia, Irlanda e Reino Unido. Esse ranking, no entanto, também leva em conta casamento infantil e tráfico de pessoas, além da escravidão. No que se trata de trabalho forçado, isoladamente, Índia e China são as campeãs.
Por aqui, existem 200 mil pessoas nessa situação inaceitável. O trabalho quase escravo se concentra nas indústrias madeireira, carvoeira, de mineração e de construção civil, e nas lavouras de cana, algodão e soja. Outros graves problemas do nosso país são o turismo sexual no Nordeste e a exploração da mão de obra de imigrantes bolivianos em oficinas de costura.

O Brasil não está de braços cruzados na luta contra esse absurdo, no entanto. Em agosto de 2003, foi criada a Comissão Nacional Para a Erradicação do Trabalho Escravo (CONATRAE), órgão vinculado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, com a função de monitorar a execução do Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo. Esse plano contém 76 ações.

10. Chocolate


Existem problemas sérios quando se trata de comprar chocolate (coisa que praticamente todo mundo faz). A maioria das grandes empresas que vendem chocolate obtém cacau das mesmas fontes, na Costa do Marfim. E, apesar de alguns grupos de fiscalização nos últimos anos tentarem melhorar as condições por lá, a vida das pessoas que colhem cacau não é nada menos do que terrível. O trabalho é realizado por escravos, muitas vezes crianças. Várias dessas crianças são retiradas de países pobres como Mali. Algumas são raptadas, e há inúmeras reclamações de crianças desaparecidas. Para piorar a situação, os extremamente pobres às vezes vendem seus próprios filhos para a escravidão por tão pouco quanto US$ 30. Os pequenos precisam transportar sacos tão grandes de cacau que isso pode lhes causar danos físicos graves.
Se você pensa que não passamos por esse problema no Brasil, uma vez temos produção própria de cacau e não compramos chocolate de trabalho escravo africano, saiba que não é bem assim. O Brasil possui o terceiro maior mercado para chocolate do mundo. Para dar conta de tanta demanda, recorremos cada vez mais aos chocolates importados, principalmente porque a produção nacional vem caindo ano após ano.

9. Eletrônicos

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Você pode já ter ouvido falar de uma fábrica de produtos eletrônicos na China chamada Foxconn. Apesar de ser conhecida por inúmeras violações trabalhistas e abusos, incluindo quantidades absurdas de horas extras e não pagar às pessoas o que lhes é devido, muitas empresas de eletrônicos lucram com o trabalho escravo do povo “empregado” nessa instalação. A mais famosa dessas empresas é a Apple, mas a Foxconn também produz muitos outros produtos eletrônicos para muitas outras empresas, incluindo consoles de jogos para todas as grandes companhias do ramo.
A Apple foi pressionada para melhorar as condições da Foxconn, mas inspeções nas instalações após isso descobriram que o local ainda não está sequer perto do que precisa ser. As condições são tão ruins que muitos trabalhadores cometem suicídio. A fim de evitar isso, a Foxconn instalou redes nos exteriores dos prédios para detê-los (imagem acima). Eles também fizeram alguns trabalhadores assinarem notas afirmando que suas famílias não poderiam processar se eles se matassem devido às condições ruins. As horas extra, que chegam a cerca de 100 por semana no auge da produção, não são pagas. Se um funcionário se comporta mal, têm que escrever uma nota de confissão. Estas notas são veiculadas publicamente para humilhá-los. A Foxconn nem sequer dava bancos para seus funcionários sentarem até pouco tempo atrás. E o absurdo de tudo isso? Nós compramos como loucos produtos feitos com a ajuda desse pesadelo humano.

8. Maconha

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Muitas pessoas pensam que fumar maconha é um crime sem vítimas. Quando alguém acende um baseado, a única coisa que está prejudicando são seus próprios pulmões. Infelizmente, se você mora no Reino Unido, você pode estar apoiando a escravização de incontáveis crianças vietnamitas. Um especial chamado “Children of the Cannabis Trade” destacou este problema crescente na região. Muitos traficantes começam por manipular pessoas pobres no Vietnã, pedindo que eles deixem seus filhos serem levados para o Reino Unido para “uma vida melhor”. A ideia é que a pessoa terá que pagar uma quantia específica de dinheiro para isso, mas eles podem trabalhar para quitar tudo (o que nunca ocorre). O escravo não pode reclamar com as autoridades de seu novo país, uma vez que provavelmente será deportado – na melhor das hipóteses. Para piorar a situação, a indústria de cannabis ilegal no Reino Unido está crescendo e é gerenciada principalmente por traficantes vietnamitas. Quando a polícia invade suas operações, as crianças são tratadas como criminosas, e a maioria desaparece ou volta para as mãos de outros traficantes, por medo do que vai ser feito a suas famílias que ficaram no seu país natal.
Aqui no Brasil não dá para dizer que as coisas são muito diferentes. Nossos filmes sobre tráfico de drogas e favelas são famosos por todo o globo e dizem tudo: há muitas crianças nesse ambiente hostil, sustentado por cada indivíduo bem remunerado fumando seu baseado sentado no seu sofá confortável.

7. Roupas

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Se você já comprou um artigo barato de roupas no Walmart ou muitos outros (MUITOS MESMO) varejistas, há uma boa chance de que a peça tenha sido criada em uma fábrica exploradora. Uma roupa tão barata que não pode ser verdade… Não pode ser verdade, não?
Ou, pior, é verdade: é feita com trabalho escravo, principalmente da Ásia. Há muitas dessas fábricas em Bangladesh. Embora seja ilegal empregar crianças, muitas investigações secretas têm mostrado que o trabalho infantil é assustadoramente comum na indústria do vestuário, especialmente nesse país.
Para contornar o problema, algumas das fábricas da região que produzem roupas para o mundo ocidental afirmam ter melhores condições, e usam esses “melhores fábricas” como fachada, secretamente pagando locais escravistas para fazer as partes mais intensivas do trabalho.
Muitos dos proprietários dessas fábricas pensam em seus trabalhadores como pouco mais que propriedade. Em 2014, houve um incêndio em uma fábrica de Bangladesh. Os proprietários disseram aos funcionários que era apenas um ensaio (para o eventual caso de incêndio). Eles trancaram as portas do lado de fora e mais de 100 pessoas morreram. Parece que todas essas pessoas correndo para fora do prédio os preocupava mais do que a segurança dessas mesmas pessoas. No ano anterior, houve um colapso em outro edifício que matou mais de 1.000 pessoas. Muitos ficaram indignados com a maneira insensível com que os donos das fábricas trataram as vidas humanas, e o incidente fez com que a Disney pulasse fora do país – a companhia não compra mais produtos de lá. No entanto, como não quer perder uma pechincha (custe o que realmente custar), o Walmart ainda compra roupa de fábricas localizados em Bangladesh.

6. Borracha

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Na Libéria, a borracha é de longe o bem mais importante. Este líquido é colhido e transformado em todos os tipos de material que usamos todos os dias, como os pneus dos nossos carros. O processo em si é ambientalmente sustentável se bem feito, e pode ser bastante lucrativo. Infelizmente, muitas das pessoas nessa indústria veem os seres humanos da mesma forma que veem a borracha: como nada mais do que um recurso.

Em 2006, houve um grande problema quando duas grandes plantações de borracha ficaram nas mãos de ex-combatentes da guerra civil destrutiva da Libéria. De acordo com as investigações, essas plantações estavam tratando seus trabalhadores como escravos. O fabricante de pneus Firestone foi acusado de comprar dessas plantações contra os desejos do governo liberiano. Enquanto Firestone negou a acusação, um funcionário da empresa também admitiu que não podia ter certeza de que lugar específico as borrachas foram compradas. A indústria do material na Libéria é mal regulada e a mercadoria não é bem-acompanhada. Firestone pode não ter realmente sabido de quem estava comprando, o que só piora a situação.

5. Óleo de palma

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O óleo de palma é cada vez mais utilizado em países asiáticos como óleo de cozinha barato, mas também tem aplicações desde produtos cosméticos a combustível. Infelizmente, além de não ser muito bom para o meio ambiente, a indústria desse óleo é em grande parte construída sobre trabalho escravo e exploração maciça. Ela vale mais de US$ 40 bilhões (R$ 107 trilhões, no câmbio atual) por ano, e uma grande quantidade da produção que a impulsiona ocorre em duas ilhas na Indonésia: Bornéu e Sumatra. O trabalho escravo surge devido a grandes empresas, como a Kuala Lumpur Kepong (KLK) da Malásia, operarem na Indonésia, com mais de 70 plantações nas ilhas.

Quando se trata de encontrar trabalho para cultivar as plantas necessárias para fazer o óleo, há muito pouca contratação direta. Em vez disso, a contratação é terceirizada. Infelizmente, isso deixa muito pouca supervisão, e as empresas contratantes têm sido acusadas de práticas terríveis por escravos fugidos das fazendas. Os empreiteiros tendem a levar as pessoas longe de suas casas prometendo empregos com salário mínimo, mas os homens são obrigados a assinar contratos que lhes acorrentam a anos de serviço escravo, são emprestados dinheiro em vez de serem pagos e têm que comprar tudo de uma loja da empresa.
A KLK faz uma espécie de negação plausível, alegando que não podem controlar o que seus contratantes fazem. Eles apenas param de fazer negócios com eles quando ficam sabendo de abusos trabalhistas.

4. Bolsas falsificadas

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A indústria que produz bolsas falsificadas e outros itens semelhantes de imitação é uma empresa global multibilionária, de acordo com Dana Thomas, autora de “Deluxe: How Luxury Lost Its Luster”. De acordo com suas investigações, a indústria leva à perda de bem mais de 500.000 postos de trabalho só nos EUA. Este comércio é conhecido por utilizar trabalho escravo em sua maioria, muitas vezes crianças. Ela já acompanhou a polícia durante operações contra os locais de fabricação, e viu dezenas de criancinhas tratadas horrivelmente.
Em um caso, na Tailândia, em uma fábrica que fazia bolsas de grife falsificadas para consumidores ocidentais, os donos tinham quebrado as pernas das crianças para que nunca mais se curassem corretamente. Isso porque tinham se cansado das queixas dos pequenos que queriam brincar lá fora.

3. Diamantes

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Zimbábue tem sido notícia por causa do regime ditatorial de Robert Mugabe. Em uma eleição bastante disputada, Morgan Tsvangirai acabou como primeiro-ministro, mas Mugabe ainda se manteve presidente. As duas partes entraram em um acordo de partilha de poder. Mas parece que Mugabe não curtiu muito o arranjo. Antes que as coisas pudessem realmente ter uma chance de dar certo, seu partido, Zanu-PF, criou uma enorme operação de mineração de diamantes usando trabalho escravo que foi imposta pelos militares. De acordo com a Human Rights Watch, a operação foi posta em prática para que Mugabe pudesse ganhar dinheiro que não passasse diretamente por meio do governo agora compartilhado, bem como para poder pagar os soldados a fim de permanecer verdadeiramente no controle.
Ou seja, o governo do país não só não está nem aí para regular a indústria de diamantes e para proteger seus trabalhadores, como é o próprio estimulador da escravidão. Pelo visto, mais filmes como Diamante de Sangue vem por aí.

2. Pornografia

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Quando a maioria das pessoas pensa em tráfico sexual de seres humanos, costuma pensar em pessoas sendo forçadas a realizar atos sexuais em bordéis. Raramente lembramos que muitos filmes pornográficos podem envolver mulheres que foram vendidas em escravidão anos atrás. Nas últimas décadas, houve várias “ondas” de tráfico sexual. A primeira foi de mulheres tailandesas e filipinas, seguida de colombianas e dominicanas, depois nigerianas, e agora os investigadores dizem que a maioria das mulheres que estão sendo exploradas para escravidão sexual são tomadas da região da ex-União Soviética. As mulheres eslavas estão em alta demanda no mundo ocidental e são usadas não apenas para a prostituição, mas também para a pornografia.
Uma vez que esse comércio é ilegal, é difícil chegar a números reais, mas as estimativas costumam colocar o número de pessoas vendidas anualmente na casa dos milhões, com cerca de 80% delas sendo usadas para fins sexuais. Com o tráfico de escravos é presente em todos os países do mundo, é complicado estimar quantos filmes pornográficos apresentam escravos sexuais. Infelizmente, o número pode ser muito alto.

1. Carvão

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No começo desse ano, dezenas de trabalhadores foram encontrados em condições análogas à de escravos em carvoarias no interior de São Paulo. Sete crianças e adolescentes também foram flagrados trabalhando. As informações vieram de uma megaoperação conjunta para combater o crime realizada em Pedra Bela, Joanópolis e Piracaia. Ao todo, dez estabelecimentos foram alvo da blitz, e seis acabaram interditados.
Os produtos desses locais abasteciam grandes supermercados da capital. A operação ia informar aos compradores de onde eles estavam conseguindo seu carvão.
Em uma das unidades, os abusados não tinham carteira assinada nem exame médico realizado. Apesar das irregularidades, como falta de equipamentos de proteção, máquinas inadequadas, fiação elétrica exposta, fossa sanitária a céu aberto, falta de armários e janelas sem a devida vedação, não foi configurado trabalho escravo. A carvoaria, no entanto, teve a produção e os alojamentos interditados e terá de se adequar para voltar a funcionar.
Já outra unidade, considerada escravista, não tinha instalações sanitárias adequadas e a ausência de equipamentos de proteção era total. Os funcionários não contavam com água potável e alimentação não era fornecida. Uma criança de 11 anos e um adolescente de 16 estavam entre os trabalhadores. 
 [Listverse, Estadao, BrasilEscola, G1, R7, PapoDeHomem, G1 2]
fonte:http://hypescience.com

O lado negro do chocolate

Dias atrás eu conversava com minhas primas sobre isso: o uso do trabalho ESCRAVO infantil na indústria do chocolate, e hoje, na escola, meu filho assistiu à esse documentário, e de dever de casa tem que pesquisar sobre marcas que NÃO utilizam trabalho escravo infantil. Achei muito mas muito legal essa atitude da professora de História para conscientização dos pequenos (pequenos só modo de falar pq o Gustavo está com 11 anos e já está da minha altura kkkk). Um beijo pra você prof. Marlene!!!

A páscoa está chegando e todos querem degustar os deliciosos ovos de páscoa (Páscoa, que assim como Natal virou uma data completamente COMERCIAL...meu, quase 50 reais um ovo de páscoa!!!???? que qué isso??!! a cada ano eles surtam mais com os preços ABSURDO!).

Que é gostoso isso é fato... mas se estivermos conscientes, dá pra comer sem aquela culpa, ainda mais depois de assistir esse documentário:



As 7 Marcas de Chocolate que Utilizam Trabalho Escravo Infantil




Em setembro de 2015, foi apresentada uma ação judicial contra a Mars, a Nestlé e a Hershey alegando que estas estavam a enganar os consumidores que "sem querer" estavam a financiar o negócio do trabalho escravo infantil do chocolate na África Ocidental.

Crianças entre os 11 e os 16 anos (por vezes até mais novas) são fechadas em plantações isoladas, onde trabalham de 80 a 100 horas por semana. O documentário Slavery: A global Investigation  (Escravidão: Uma Investigação Global) entrevistou crianças que foram libertadas, que contaram que frequentemente lhes davam murros e lhes batiam com cintos e chicotes. "Os espancamentos eram uma parte da minha vida", contou Aly Diabate, uma destas crianças libertadas. "Sempre que te carregavam com sacos [de grãos de cacau] e caías enquanto os transportavas, ninguém te ajudava. Em vez disso, batiam-te e batiam-te até que te levantasses de novo."
Em 2001, a FDA queria aprovar uma legislação para a aplicação do selo “slave free” (sem trabalho escravo) nos rótulos das embalagens. Antes da legislação ser votada, a indústria do chocolate - incluindo a Nestlé, a Hershey e a Mars - usou o seu dinheiro para a parar, prometendo acabar com o trabalho escravo infantil das suas empresas até 2005. Este prazo tem sido repetidamente adiado, sendo de momento a meta até 2020. Enquanto isto, o número de crianças que trabalham na indústria do cacau aumentou 51% entre 2009 e 2014, segundo um relatório de julho de 2015 da Universidade Tulane.

Como uma das crianças libertadas disse: "Vocês desfrutam de algo que foi feito com o meu sofrimento. Trabalhei duro para eles, sem nenhum benefício. Estão a comer a minha carne."
As 7 marcas de chocolate que utilizam cacau proveniente de trabalho escravo infantil são:

  1. Hershey
  2. Mars
  3. Nestlé
  4. ADM Cocoa
  5. Godiva
  6. Fowler’s Chocolate
  7. Kraft

    A US Uncut publicou uma lista das empresas de chocolate que decidiram evitar a exploração do trabalho infantil.

    1. Clif Bar
    2. Green and Black’s
    3. Koppers Chocolate
    4. L.A. Burdick Chocolates
    5. Denman Island Chocolate
    6. Gardners Candie
    7. Montezuma’s Chocolates
    8. Newman’s Own Organics
    9. Kailua Candy Company
    10. Omanhene Cocoa Bean Company
    11. Rapunzel Pure Organics
    12. The Endangered Species Chocolate Company
    13. Cloud Nine

    O que podemos fazer?

    Podemos evitar de comprar das empresas que exploram o trabalho infantil com base em um sistema inaceitável para o cultivo e a produção de cacau, escolhendo as que ofereçam garantias de respeito aos trabalhadores, com referência aos produtos de comércio justo.

    Leia mais sobre produtos do trabalho escravo AQUI

    fonte:http://oplanetaquetemos.blogspot.com.br e https://www.greenme.com.br/viver/especial-criancas/2469-9-multinacionais-do-chocolate-que-exploram-criancas

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Evite problemas com cerâmica e porcelanato

Escolher revestimento requer cuidado de acordo com cada ambiente.
Na hora de escolher o piso, a gente se encanta com as cores, com as texturas e com os tamanhos das placas. É bom identificar também se o piso que você escolheu é cerâmica ou porcelanato porque há dicas específicas para a instalação de cada um.
Além de escolher bem o material, se preocupe também com a qualidade do serviço da mão de obra. Se a instalação não for bem feita, você pode perder tudo. Confira a seguir dicas para ter um piso bonito.

Na hora de escolher o material
Leve em conta o tamanho do ambiente, porque placas muito grandes são mal aproveitadas em cômodos pequenos porque o pedreiro vai ter que fazer muitos recortes.
Se a escolha é para uma área molhada (banheiros, cozinhas) escolha um piso antiderrapante. Deixe os pisos mais lisos para as áreas secas (sala, quartos).

(Fotos: Shutterstock)  


Se for comprar porcelanato
Confira se o escolhido é um produto de qualidade A (extra) que atende a todas as normas técnicas de qualidade. Isso vem indicado na etiqueta ou na caixa do produto. Lá também pode haver uma indicação de que o produto segue a NBR 15463 ou a NBR 13818, que são as normas de qualidade. Se você não puder ver a embalagem na loja, peça para o vendedor confirmar. A qualidade A indica que os pisos têm tamanhos regulares e que não há defeitos na superfície.
Também há uma linha conhecida como linha comercial (ou linha “C”), que são peças com algum tipo de defeito. Elas são mais baratas, mas você terá mais perda e irregularidades na hora de instalar.
Se o seu sonho é deixar o rejunte bem fininho, lembre-se de escolher entre os pisos retificados, que é o corte bem certinho da peça. Há porcelanatos lindos que não são retificados e tem as bordas irregulares. Para estes, o rejunte fininho não vai funcionar.
Dê preferência aos pisos de qualidade  

Se for comprar piso cerâmico
A cerâmica tipo A ou ‘cerâmica de primeira linha’ é a melhor: 95% das peças não apresentam defeitos visíveis. A cerâmica tipo C ou tipo B, chamada de segunda linha por alguns fabricantes, tem defeitos visíveis, mas os fabricantes garantem que a peça é tão resistente quanto a do tipo A.
E há ainda uma terceira linha, também chamada de refugo, que é a cerâmica tipo D. Além de possuir defeitos visíveis, as peças dessa linha não tem garantia de resistência do fabricante. Veja esta informação no verso da embalagem de piso.
Confira a embalagem. Para as cerâmicas do tipo A, provavelmente haverá também uma indicação de qualidade conforme a NBR 13.818/97. E lembre: azulejo de parede não pode ser usado como piso.
Confira a embalagem para se certificar sobre a qualidade do piso

Escolha bem a mão de obra
Confira se o pedreiro instalador já fez esse serviço outras vezes, principalmente se você escolheu porcelanato e se quer o rejunte bem fininho. Peça referências e cheque o trabalho. Deixe bem claro o desenho que você quer que o piso forme, escolhendo se ficará na diagonal, se as placas serão retas e alinhadas ou se você quer colocar aqueles detalhes menores (chamados tozetos) entre as placas.
Indique também em que canto do cômodo a instalação deve começar, lembrando que as últimas peças a serem instaladas provavelmente terão recortes. E explique como você espera que seja o rejunte.
Pegue indicação de outras pessoas para contratar um pedreiro

Preparação da base
Seja qual for o piso que você escolher, ele deve estar sobre uma base muito firme, se não ele vai soltar, trincar, e você vai gastar mais dinheiro. Essa base se chama contrapiso e não fica visível (fica sob as placas de piso).
Se ela for mal feita, você só vai descobrir depois, quando seu pedreiro já estiver bem longe. Confira se o contra piso está regular, firme, seco e sem poeira antes do pedreiro passar a argamassa que vai colar as placas de piso.
O piso tem que ser bem colado
Para colar porcelanato e cerâmica são utilizadas argamassas diferentes. Procure na embalagem do piso a indicação da argamassa ou veja também nos pacotes de argamassa para que pisos elas servem. Se errar, o piso vai soltar.
Depois que o piso for colado, a argamassa tradicional deve secar por 2 a 3 dias antes que o rejunte possa ser colocado. Esse tempo deve ser respeitado por seu pedreiro e por você, senão a água da massa vai se acumular por baixo do rejunte e ele vai soltar logo. Esse tempo só pode ser menor com uso da argamassa especial “seca rápido”, que é mais cara.
Procure saber qual é a massa ideal para o tipo de piso que escolheu 

Piso sobre piso?
É possível instalar piso sobre piso existente desde que a base esteja firme e nivelada. Não se esqueça de verificar se a altura do piso novo não vai atrapalhar a abertura das portas.
Cuidado com rejunte fino
Preste atenção no espaço entre as placas (largura do futuro rejunte). Não deixe ele ser mais fino do que o tipo de piso permite, mesmo se achar o rejunte fininho mais bonito. Na caixa sempre há indicação da largura da junta. Se não, o piso vai soltar ou trincar.
Para acertar na largura dos rejuntes, existem peças chamadas espaçadores. Seu pedreiro tem que solicitar ou trazer vários.
Utilize espaçadores para fazer o rejunte do piso

Cuidados específicos para áreas molhadas
Não se esqueça de se proteger de infiltrações fazendo a impermeabilização do contrapiso e da parte mais baixa da parede. O impermeabilizante deve ser aplicado sobre o contrapiso e antes do pedreiro colar as placas com argamassa.
Se está colocando piso em área molhada (cozinha, banheiro, quintal), lembre que será preciso instalar ralos e fazer uma leve inclinação no piso para que a água corra para eles. Confirme isso com seu pedreiro na hora de colar o piso. Jogue água no piso depois que ele ficar pronto para verificar se a água corre para os ralos.
Aproveite essas dicas para evitar pepinos e desperdício de dinheiro na sua obra.
Não deixe de impermeabilizar bem a área para evitar problemas futuros

fonte: http://revista.zapimoveis.com.br



10 dicas para ler ANTES de comprar pisos e revestimentos

Cálculo de quantidade, escolha da cor, peças extras para imprevistos. Listamos os principais pontos relacionados à compra desses materiais durante uma reforma ou construção:

 1. Cuidado na escolha dos modelos pelo catálogo ou pelo site. As cores e as texturas nem sempre aparecem iguais.

2. Antes de definir no orçamento as peças escolhidas, verifique se a loja ou o fabricante tem a quantidade necessária para a metragem de sua obra.

3. A quantidade de pisos e revestimentos deve ser calculada com reserva de 10% a 15% para o caso de perda por corte errado ou para futura manutenção.

4. Encomende o material com antecedência e programe a entrega dos materiais de acordo com o cronograma da obra.

5. Confira os produtos no ato da entrega para evitar peças defeituosas, quebradas ou de tom diferente.

6. Para não ter surpresas desagradáveis, verifique se as caixas dos revestimentos têm número de lote igual.

7. O consumidor tem até 90 dias para reclamar e pedir a troca de produtos danificados.

8. Somente comece a obra quando o material básico estiver comprado, recebido e checado.

9. A base na qual o revestimento será assentado deve obedecer aos padrões exigidos pelo fabricante das peças.

10. Se sobrar material, há lojas que aceitam a devolução de caixas não abertas. O valor é revertido em crédito para a compra de outras mercadorias.

  fonte: http://revistacasaejardim.globo.com

8 truques caseiros para acabar com as formigas


Em cima da mesa, sobre a pia e (até!) dentro do micro-ondas. Mesmo morando em apartamento, é impossível deixar qualquer alimento doce fora da geladeira que as formigas já invadem sua cozinha? Isso acontece porque a espécie dos centros urbanos é onívora e se alimenta de açúcares e proteínas. Além disso, possui patas moles e cheias de pelo, garantindo aderência às superfícies verticais.
Se você sofre com a invasão das formigas em casa, mas não quer abusar do uso de inseticidas, confira abaixo uma seleção de produtos domésticos que podem ajudar na missão de exterminá-las:


1. Cravo e canela
Para espantar as formigas de qualquer cômodo da casa, encha com cravos um pequeno pote sem tampa, ou saquinho de tule, e coloque em algum cantinho do ambiente. Segundo Ana Eugênia Campos, pesquisadora do Instituto Biológico de São Paulo, os óleos essenciais encontrados no cravo-da-índia espantam as formigas sem matá-las. O procedimento também pode ser feito com canela. Só não se esqueça de trocar o conteúdo a cada duas semanas, para manter o cheiro e eficiência.


2. Cascas de limão e laranja
Seu açucareiro está sempre tomado de formigas? A dica é colocar um pedaço da casca de um limão dentro dele. O mesmo pode ser feito com o cravo-da-índia ou casca de laranja.


3. Detergente
Em um copo de 200 ml, acrescente metade de água e metade de detergente. Coloque o conteúdo em um borrifador, ou seringa, e aplique nos cantos, frestas e outros possíveis espaços onde possa haver ninhos de formiga. “A mistura de água com detergente é a forma mais eficaz de acabar com elas. É um método barato e que não contamina o ambiente”, explica Ana Eugênia.



4. Vinagre
Para evitar que as formigas apareçam, borrife vinagre branco no piso da cozinha após a limpeza do ambiente. Vale ressaltar que a higienização correta da casa é uma das principais profilaxias para acabar com o inseto. 



5. Suco de limão
Espalhe suco de limão nas bordas das janelas e portas que ficam expostas ao ar livre. O cheiro forte da fruta cítrica vai incomodar muitas delas.


6. Pimenta e borra de café
Depois de aplicar a mistura de detergente e água nas frestas, cantos e rachaduras, cubra os buracos com pimenta-caiena. Mas se o local for frequentado por crianças ou animais de estimação, prefira a borra de café. Dessa forma, não há o risco de tentarem lamber ou cheirar a pimenta.


7. Vaselina
Nas bordas dos recipientes que ficam fora da geladeira, como as fruteiras, e nos potes de água e comida do seu animal de estimação, aplique uma pequena quantidade de vaselina.


8. Óleo de hortelã-pimenta
Sabe aquele caminho que a formiga faz ao redor da sua pia? Borrife o óleo essencial de hortelã-pimenta em volta dela e deixe secar. Faça o mesmo nos contornos internos de janelas e portas. O cheirinho da casa fica uma delícia!


Atenção: o mais importante é sempre manter a casa limpa. Por isso, não deixe restos de alimento ou louças sujas na pia; mantenha as latas de lixo sempre tampadas e evite comer na sala ou no quarto.
Se nada resolver, vale procurar uma dedetizadora. Mas tenha cuidado: verifique se a empresa escolhida tem a licença de funcionamento cadastrada no site da Aprag  (Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas), para que a quantidade de pesticida usada em sua casa não seja prejudicial à sua saúde.

fonte: http://revistacasaejardim.globo.com

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Numerologia de casa



Muitos acham bobagem (meu marido é um desses) mas eu adoro numerologia!
Quando mudo de casa logo faço as continhas e corro pra net pra ver o significado do resultado hehehe.
Hoje vou postar aqui, assim não preciso ficar fuçando por aí quando precisar....
Não só números, mas cores e flores que se adequem ao lar...


Segundo a numeróloga Maria Orlanda Furlanetto, “Através da análise do endereço é possível determinar se o imóvel é ou não indicado para uma residência ou empresa. No dia-a-dia vemos imóveis que nunca dão certo, que estão sempre para alugar ou à venda, ou seja, ninguém permanece neles. Uma boa combinação numérica para sua residência é de grande importância, pois um número desfavorável atrai muitas dificuldades e lutas para seus moradores. Já um número positivo diminui os riscos de assalto, acidentes, problemas de saúde e até de desentendimentos entre os moradores, trazendo harmonia familiar. No imóvel comercial, a análise é ainda mais importante, pois a localização determina o sucesso da empresa”, explica Maria Orlanda.

O nome da rua e o número da casa ou apartamento onde a pessoa mora tem características que influenciam sua vida durante o período em que lá viver. As suas experiências são normalmente análogas ao valor numerológico de sua residência. A influência do número da residência é muito mais importante do que a do número da rua. Os cálculos não devem incluir nomes padrão como Avenida, Praça, Rua, etc.

Outro fator muito importante é o número de sua casa. Pela Numerologia podemos saber qual a vibração que estamos recebendo através do número da nossa casa ou apartamento, que é o local onde recarregamos nossas energias. Se não nos sentimos bem ou confortáveis na casa em que moramos é porque não estamos nos adaptando às suas vibrações. Neste caso, podemos equilibrá-los através das cores usadas no ambiente.

As influências do número da porta de sua residência carregam uma energia que afeta a todas as pessoas que vivem nesse local.

O cálculo desse número é simples: basta somar o número da casa ou do apartamento e reduzi-lo a um só dígito. Exemplo: 428 Soma-se 4 +2 +8 =14. Reduzindo temos: 1 +4 = 5. Portanto a vibração de sua casa é de número 5.

Observação: se você mora em apartamento, considere apenas o número da sua porta. Veja a seguir qual a vibração do número de sua casa:

Casa número 1


Este número da liderança e da autoridade. Exige pessoas independentes, criativas e originais. O local é sempre considerado seguro, ideal, despertando muita curiosidade dos vizinhos,parentes e amigos. Morar nesta casa ajuda os moradores a progredir

Para equilibrar essa energia deve usar na decoração, a cor vermelha, que é a cor que traz força, garra e coragem. Coloque flores,objetos, utilize os alimentos correspondentes a cor vermelha: maçã vermelha, morango, ameixa, cereja, melancia, tomate, pimentão vermelho, beterraba, etc. Assim estará estimulando essa energia.

Casa número 2


Essa casa exige pessoas tranqüilas, que gostam de viver com simplicidade, e que sejam bons ouvintes. Esta é uma casa de ponto de encontro de amigos e moradores. Pessoas autoritárias tem dificuldades de se dar bem numa casa 2. Os contatos feitos sob essa vibração são duradouros,tanto em negócios como na vida familiar. Essa é uma casa que tem instinto feminino, precisa de ter harmonia, paz e verdade.

Para equilibrar essa energia é importante ter na casa a cor laranja, que aumenta a compreensão, e está relacionada à comunicação, facilita a expressão e ajuda no relacionamento por criar um bom nível de diálogo entre as pessoas. Use na decoração, objetos, flores e alimentos: abóbora, cenoura, pêssego, laranja, tangerina, etc.

Casa número 3


É uma casa receptiva, exige de seus moradores estejam sempre alegres, otimistas e confiantes. Estimula a criatividade, as idéias e o conhecimento. Sempre tem lugar para mais um. Os moradores de uma casa 3 tentam sempre melhorar o humor dos vizinhos e amigos. O telefone está sempre tocando. Essa vibração dá muita alegria e felicidade, mas os moradores devem aprender a canalizar as suas energias para não desperdiçar seus talentos.

Para equilibrar esta vibração é importante ter tons de amarelo pela casa, que amplia nossos horizontes tornando a vida mais alegre e divertida. Use na decoração objetos, flores amarelas, como por exemplo, os girassóis, alimentos: milho, manga, banana, abacaxi, laranja, etc.

Casa número 4


A vibração dessa casa exige que as pessoas sejam práticas, sistemáticas, econômicas e bem determinadas em seus objetivos. Os seus moradores devem dividir as tarefas e saber organizar o tempo, para aproveitá-lo melhor. Para equilibrar essa casa é necessário mantê-la sempre limpa, em ordem, bem cuidada, nada de ter coisas quebradas, sem funcionar. A decoração tem que ter muito verde, que é uma cor relaxante, para aliviar o stress dos seus moradores. Deve usar muitas plantas pela casa. Alimentos: uva verde, hortaliças verdes, frutas de casca ou pelo verde, como goiaba, mamão, etc.

Casa número 5


Essa vibração exige versatilidade. Seus moradores estão sempre em movimento e são pessoas simpáticas, que sempre conseguem o que desejam. Apreciam pessoas livres e independentes, gostam de ação mesmo quando resultam em confusão. Esta vibração não é favorável para pessoas tensas. Para equilibrar essa energia é preciso usar na casa tons de azuis, o azul céu. O azul traz quietude e paz à mente, e deve ser usado na decoração de ambientes, objetos, aquário com peixes azuis, alimentos: ameixa, uva, uva passa, amora.

Casa número 6


A vibração dessa casa exige, beleza, harmonia, convívio familiar. É excelente para aqueles que vão iniciar uma vida conjugal. Não importa a hora os convidados são sempre bem recebidos. A responsabilidade e assuntos domésticos estão sempre presentes nessa vibração. Se as pessoas viverem construtivamente, essa casa oferecerá dinheiro, amor e conforto. No entanto para entrar nessa vibração é necessário manter a casa sempre bonita e arrumada para atrair tais energias. Para equilibrá-la deverá usar a cor índigo, que é a cor do poder, combinado com o conhecimento, a compreensão, a responsabilidade e a organização. Use na decoração: objetos, flores e alimentos, como uva, amora, uva passas.

Casa número 7


Essa casa exige de seus moradores o autoconhecimento. As pessoas que moram são observadoras e não gostam de fofocas. Essa vibração conduz ao isolamento, oferecendo repouso e quietude. Os moradores devem ter tempo para ler, meditar e estudar. Todos os assuntos ligados aos estudos filosóficos são muito bem vindos. Os moradores devem desenvolver a fé e aprender a ficar só sem sentir solidão. Para equilibrar essa vibração, deve-se usar na decoração a cor lilás, que estimula a compreensão espiritual e intuitiva. Use objetos, flores, e alimentos: berinjela, beterraba, uva roxa e amora preta.

Casa número 8


Essa vibração é voltada para as coisas materiais. Exige de seus moradores qualidade na escolha de móveis e objetos de decoração. Às vezes as pessoas gastam mais do que possuem. Devem aprender a ser organizadas. Não é uma casa doméstica, mas uma casa na qual os moradores chamam a atenção sobre si e fazem impressão aos outros. Precisam aprender a lidar com o dinheiro, poder e sucesso e equilibrar as emoções. Para equilibrar uma casa 8, deve-se usar a cor rosa, para trazer serenidade e harmonia. Use e abuse dessa cor na decoração de ambientes, objetos, flores pela casa, e alimentos: pode ser na cor vermelha e branco, rabanete, melancia, morango, inhame, maçã, ameixa, etc.

Casa número 9


É uma vibração que exige que seus moradores aprendam a dividir com os mais necessitados. É uma casa difícil, porque poucos são os que sabem oferecer sem pensar em receber. Os moradores têm que aprender a viver com essa vibração. Para equilibrar tem que estar sempre hospedando alguém, realizando almoço de confraternização, ou seja, tem que ser uma casa aberta. A filantropia e serviços trazem para essa casa recompensas. Deve usar a cor dourada, para entrar em sintonia com o eu superior. Alimentos: Laranja, manga, abacaxi, banana, pêssego, cenoura, etc.